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Puro atrevimento

E dos bons, daqueles que fazem os olhos se esbaldar! Ainda na mesma sintonia do post anterior, talvez porque esteja fazendo algumas mudanças na paleta de cor de uns cantinhos da minha casa ( aqui tem um bocado dela!), o elemento cor tem me chamado bastante a atenção.

Pra falar a verdade, me chama a atenção desde que peguei na mão o exemplar de uma edição espanhola repleto de lares coloridos. Foi identificação instantânea, um flashback da casa da minha avó materna ali materializado – e um alívio tremendo saber que tinha por aí espalhado um monte de gente corajosa, que bota em prática o que gosta!

Além da liberdade toda ali presente, com muito faça-você-mesmo, objetos garimpados, reutilizações; me interessei pelas tonalidades utilizadas nos mobiliários antigos, que conferiam uma pegada contemporânea, fazendo um câmbio muito inteligente.

As tonalidades ganhavam a elegância vinda do design dos móveis; os móveis por sua vez vestiam-se de frescor. É o poder do contraste, do atrevimento, da união daquilo que parece improvável, como essa despretensiosa casa de campo espanhola. É o tipo de referência que pega a gente de assalto porque interpreta as ações do tempo de forma inusitada, cheia de vida e de cor.

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Fonte: Planete Deco

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Do tamanho suficiente

O espaço dessa casa é compacto sim, mas nem por isso economizaram na bossa. Dona de uma pegada rústica, que prioriza o uso de texturas para criar uma atmosfera aconchegante, possui inspirações de sobra, especialmente para os diminutos apês urbanos que pretendem se tornar mais humanizados.

Das fibras naturais presentes em tapetes, cabeceira da cama, objetos, ela resgata ares de praia ou campo, enquanto sua dimensão é muito bem trabalhada com janelas e portas de correr, criando a deliciosa sensação de amplitude.

As coisas se acomodam nela de forma bastante descomplicada: oras com cestos, escada, banco; oras com baú, nichos. Das cores ela mantém uma certa reserva, no entanto faz questão de pontuar determinados cantos para que não haja monotonia.

Dos têxteis ela tira um proveito fantástico. Nada muito chamativo, tudo muito com cara de dá-pra-usar-todo-dia, mas com sutis detalhes e estampas tão interessantes que são por si sós uma prova de que esse todo dia pode ser sempre especial.

Ela tem uma coisinha aqui, acolá, onde os olhos procurarem. Todo lugarzinho é povoado, vivido, é cuidado. Nenhum espaço nela existe em vão, tudo tem alguma pequena delicadeza ou utilidade, que faz a gente se perguntar: mais espaço pra quê?

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Fontes: El Mueble / Jurnal de Design Interior

Salve o tropicalismo!

Surpresa das boas que tive ao me deparar com um climão mega tropical desses exalado de uma casa em Haia, Holanda. Coisa incrível, ou melhor, coisa de gente que entende que todo lugar pode ser qualquer outro que se queira, mesmo que em outro continente.

Ah, aí essa brincadeira toda de escolha de cores, decoração, curadoria de elementos começa a ficar interessante de verdade. Porque, acredite, quando se conhece o que se gosta, é uma questão de chegar nas combinações certas para criar o ambiente que bem entender – tropical, minimalista, com sotaque industrial, retrô.

Uma determinada atmosfera num ambiente pode ser só aquele “cheirinho” dado por um objeto marcante e a partir dele demais itens começam a fluir. Nessa casa, por exemplo, são as plantas que ditam o caminho, muito bem acompanhadas por cores fortes e elementos rústicos.

Com foco na leveza, descontração e aconchego, os ambientes permitiram o trânsito de peças recuperadas e outras adquiridas em home center, itens artesanais e móveis e objetos de diferentes países e culturas. Tudo sob o mesmo teto, onde todos passaram a falar a mesma língua: o idioma da moradora.

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Via: Apartment Therapy

 

Banco, o parceiro polivalente

Banco vai no corredor, na cozinha, na sala, no quarto, no quintal, no banheiro. Faz com maestria as vezes de cadeira, de mesa, de estante. Tem do grande e do pequeno, do caro e do barato. Ah, e os materiais? Dos mais diversos possíveis, pra agradar todo tipo de freguês. E pra quem ainda duvida, olha aí um banco que virou armário. Jeito bacana e despojado de organizar alguns pertences do banheiro. É só escolher o tamanho que melhor se adequa ao espaço disponível e caprichar na escolha de um banco com o acabamento que melhor se encaixa ao seu contexto. E, não acaba por aí. Quando expirar sua validade como armário, pode virar banco de sentar ou apoiar em qualquer outro lugar da casa.

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Via: El Mueble

 

Pra viver o final de semana

Fim de semana são aqueles míseros dois dias tão abençoados, mas tão abençoados que, só de pensar neles, já surge um sorriso em nosso rosto. Neles a gente pode tudo: levantar mais tarde e permanecer de pijama até a hora do almoço, ouvir o tempo passando bem de mansinho, nos ater aos pequenos detalhes imperceptíveis em dias comuns.

Pois é, tudo neles soa diferente, a gente é diferente aos finais de semana. São dias que nos permitimos viver em voz alta e nos preocupamos em ser felizes, de verdade. É porque a simplicidade mora dentro desses dias, tudo neles é especial. O restaurante muda de lugar e vira almoço no quintal, a gritaria da molecada se transforma em música, a gente definitivamente muda a roupa de nosso estado de espírito.

São dias pra jamais passarem batidos, devem é ser muito bem celebrados com flores pela casa, com o chinelo macio no pé, com a mesa rodeada de amigos, com a alegria estampada em nossa cara. Mesmo que sejam apenas dois míseros dias, que passem bem devagarinho e que a gente saiba tirar um baita proveito de cada minuto. Um fim de semana fantástico pra todos nós!

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Fonte: Planete Deco

Aconchego sem monotonia

Ainda não descobri nada tão eficiente pra trazer aconchego instantâneo quanto o uso de madeira e elementos naturais na decoração. É uma coisa de textura, de toque, de sentimento. Ouso até dizer que o uso desses recursos estão num outro estágio, fazem a gente ter um olhar menos utilitarista do espaço e do mobiliário. Sim, porque a gente não quer só um espaço que cumpra sua função, a gente quer um espaço com acolhimento, movimento, com pulso. E isso é  o que essa sala tem. Tem também toques dourados para que a rusticidade não impere. Tem estampas contemporâneas para situá-la no tempo em que vive. Tem despojamento de sobra para não deixar o aconchego virar monotonia.

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Fonte: Apartment Therapy

Uma casa que pertence ao tempo

Cada vez mais me simpatizo com as casas que pertencem ao tempo, aquelas que estão sempre prontas e nunca acabadas. Prontas porque sabem como ninguém que a hospitalidade ultrapassa qualquer estilo de decoração, organização, anos de vida, e nunca acabadas porque possuem a flexibilidade fundamental para se adaptar a mudanças.

Não há como não se admirar com tamanha sinceridade, daquela que expõe rachadura, mancha no móvel, gaveta emperrada. Nem com tanta sabedoria que conhece que uma deliciosa cadeira de mola rende uma tarde de leitura tão incrível que o estofado meio detonado é apenas um charme a mais.

São casas que possuem significados em cada canto, porquês sobre prateleiras, verdades verdadeiras e verdades inventadas presas à parede. Elas são a melhor versão da história: nos momentos tristes elas se tornam poesia e nos momentos alegres são enredos animadíssimos lotados de personagens extravagantes.

Ah, quanta generosidade cabe em seu interior, muito além de apenas alicerce, mobiliário e talvez uma bela vista. Elas aprenderam com o espirituoso tempo a não ter pressa e descobriram que só assim são capazes de se envolver realmente com a gente e virar o melhor lugar do mundo que se pode desejar.

 

 

 

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Fonte: Espacio Living

Ao lado da cama

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Vale criado-mudo, mesa, cômoda, banco, cadeira. E vale baú, por que não? E vamos combinar: fica supimpa e representa um bom espaço extra pra armazenamento ( artigo cada vez mais raro nos dias atuais!). Fora isso, ainda tem a vantagem de ser encontrado em diferentes dimensões e materiais, com preços para todo tipo de bolso. Vale caprichar na composição de objetos para adorná-lo para que seu aspecto não se torne muito pesado, visto que costuma ser uma peça mais “parruda”, mas sem perder de vista a questão da praticidade para não se tornar um verdadeiro estorvo toda a vez que necessitar abri-lo.

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Fonte: El Mueble

Casa de vila

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Tive o imenso prazer de morar numa casa de vila por 10 anos. Nessa vilinha, que ficava bem escondida num canto hiper movimentado de SP, a sensação que tinha era de estar no interior. Tinha pé de amora, pitanga e bananeira, além de toda a alegria das sabiás e bem-te-vis. Fim de semana a gente comia do lado de fora, aproveitando a sombra de uma árvore enorme, e também tomávamos banho de mangueira. É, casa de vila costuma permitir essas coisas, faz a gente acreditar que a vida é muito mais bacana e leve.

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Mas sabe o que acho que realmente faz a diferença numa casa de vila? É a simplicidade da construção, as portas e janelas de madeira, os acabamentos que já não são mais costumeiros. Elas são aconchegantes por natureza, sejam elas de qualquer dimensão, e sabem ser carismáticas como ninguém.

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Essa aí é uma excelente lembrança da casinha que morei e certamente uma inspiração das boas. Tem muita ideia que dá pra aproveitar num apê, afinal sua metragem é bem enxuta, mas também funciona para qualquer casa que queira uma atmosfera super amigável e com espaços bem aproveitados. Tem planta pra trazer vida, tem almofadas pra abraçar, tem prateleiras pra otimizar e tem muita mistura feliz.

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Fonte: Casa Vogue

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