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rústico

Inspiração mediterrânea

Das combinações que lideram o ranking da lista “a dupla que está sempre em alta”, branco + materiais rústicos estão na frente em disparada. Dupla atemporal, fácil de inserir em diferentes estilos, é junto com o terracota e com o toque despojado que ganha ares mediterrâneos, doando uma leveza fantástica a qualquer ambiente. Com as temperaturas subindo, é o tipo de combinação bacana para se testar, porque ela é capaz de conferir frescor e ainda contribuir para uma atmosfera mais descontraída e aconchegante. Quem sabe pensar em algo assim naquele pedacinho de sua área externa ou mesmo num cantinho da sua sala?


Fonte: The Style Files

Tons terrosos

Um décor em tons terrosos é garantia de aconchego, acolhimento e também de muita bossa. Tá aqui essa casa lindona como prova disso. Usando e abusando de diversos itens ecléticos e tirando um excelente proveito da companhia do rosa e do mostarda, não há dúvida de que se trata de uma casa que preza pelo bem-estar. Embora sua arquitetura contemple elementos bem específicos, sua atmosfera não é algo difícil de reproduzir e é uma ótima inspiração para quem procura uma vibe descontraída e atemporal. Muita madeira natural; detalhes dourados que podem estar presentes em acessórios em latão ou cobre; fibras naturais; plantas com folhagens mais escuras e, claro, uma paleta de cores em tons quentes. Uma receita de sucesso que funciona em casas e apês e aceita muito bem o “tudo junto e misturado”.


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Fonte: Decordemon

Cor é cor!

Tem jeito não. Cor é sempre cor! De todos os elementos, recursos e mágicas possíveis, ela é de longe o melhor investimento de todos. Disfarça o olhar, serve pra realçar, é capaz de imprimir a personalidade que você quiser. Olha só essa cozinha do Apartment Therapy, com algumas inserções coloridas. Em locais bem pontuais, se tornou leve, porém marcante. E aqui até acessórios fizeram parte do cenário colorido. Esse espaço é um bom exemplo pra quem pretende colorir mas tem receio de errar na dose. Os elementos naturais, como a madeira e o tijolinho à vista, são ótimas companhias junto a cores fortes, garantem sempre um equilíbrio incrível.

 

Você sabia que agora pode contar com uma curadoria de peças afetivas realizadas por nós? Sim, temos objetos de decoração, louças, algumas peças mobiliárias carinhosamente garimpadas que estão à venda. Confira em nosso Instagram, nos destaques “garimpos”.

Puro atrevimento

E dos bons, daqueles que fazem os olhos se esbaldar! Ainda na mesma sintonia do post anterior, talvez porque esteja fazendo algumas mudanças na paleta de cor de uns cantinhos da minha casa ( aqui tem um bocado dela!), o elemento cor tem me chamado bastante a atenção.

Pra falar a verdade, me chama a atenção desde que peguei na mão o exemplar de uma edição espanhola repleto de lares coloridos. Foi identificação instantânea, um flashback da casa da minha avó materna ali materializado – e um alívio tremendo saber que tinha por aí espalhado um monte de gente corajosa, que bota em prática o que gosta!

Além da liberdade toda ali presente, com muito faça-você-mesmo, objetos garimpados, reutilizações; me interessei pelas tonalidades utilizadas nos mobiliários antigos, que conferiam uma pegada contemporânea, fazendo um câmbio muito inteligente.

As tonalidades ganhavam a elegância vinda do design dos móveis; os móveis por sua vez vestiam-se de frescor. É o poder do contraste, do atrevimento, da união daquilo que parece improvável, como essa despretensiosa casa de campo espanhola. É o tipo de referência que pega a gente de assalto porque interpreta as ações do tempo de forma inusitada, cheia de vida e de cor.

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Fonte: Planete Deco

Do tamanho suficiente

O espaço dessa casa é compacto sim, mas nem por isso economizaram na bossa. Dona de uma pegada rústica, que prioriza o uso de texturas para criar uma atmosfera aconchegante, possui inspirações de sobra, especialmente para os diminutos apês urbanos que pretendem se tornar mais humanizados.

Das fibras naturais presentes em tapetes, cabeceira da cama, objetos, ela resgata ares de praia ou campo, enquanto sua dimensão é muito bem trabalhada com janelas e portas de correr, criando a deliciosa sensação de amplitude.

As coisas se acomodam nela de forma bastante descomplicada: oras com cestos, escada, banco; oras com baú, nichos. Das cores ela mantém uma certa reserva, no entanto faz questão de pontuar determinados cantos para que não haja monotonia.

Dos têxteis ela tira um proveito fantástico. Nada muito chamativo, tudo muito com cara de dá-pra-usar-todo-dia, mas com sutis detalhes e estampas tão interessantes que são por si sós uma prova de que esse todo dia pode ser sempre especial.

Ela tem uma coisinha aqui, acolá, onde os olhos procurarem. Todo lugarzinho é povoado, vivido, é cuidado. Nenhum espaço nela existe em vão, tudo tem alguma pequena delicadeza ou utilidade, que faz a gente se perguntar: mais espaço pra quê?

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Fontes: El Mueble / Jurnal de Design Interior

Salve o tropicalismo!

Surpresa das boas que tive ao me deparar com um climão mega tropical desses exalado de uma casa em Haia, Holanda. Coisa incrível, ou melhor, coisa de gente que entende que todo lugar pode ser qualquer outro que se queira, mesmo que em outro continente.

Ah, aí essa brincadeira toda de escolha de cores, decoração, curadoria de elementos começa a ficar interessante de verdade. Porque, acredite, quando se conhece o que se gosta, é uma questão de chegar nas combinações certas para criar o ambiente que bem entender – tropical, minimalista, com sotaque industrial, retrô.

Uma determinada atmosfera num ambiente pode ser só aquele “cheirinho” dado por um objeto marcante e a partir dele demais itens começam a fluir. Nessa casa, por exemplo, são as plantas que ditam o caminho, muito bem acompanhadas por cores fortes e elementos rústicos.

Com foco na leveza, descontração e aconchego, os ambientes permitiram o trânsito de peças recuperadas e outras adquiridas em home center, itens artesanais e móveis e objetos de diferentes países e culturas. Tudo sob o mesmo teto, onde todos passaram a falar a mesma língua: o idioma da moradora.

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Via: Apartment Therapy

 

Banco, o parceiro polivalente

Banco vai no corredor, na cozinha, na sala, no quarto, no quintal, no banheiro. Faz com maestria as vezes de cadeira, de mesa, de estante. Tem do grande e do pequeno, do caro e do barato. Ah, e os materiais? Dos mais diversos possíveis, pra agradar todo tipo de freguês. E pra quem ainda duvida, olha aí um banco que virou armário. Jeito bacana e despojado de organizar alguns pertences do banheiro. É só escolher o tamanho que melhor se adequa ao espaço disponível e caprichar na escolha de um banco com o acabamento que melhor se encaixa ao seu contexto. E, não acaba por aí. Quando expirar sua validade como armário, pode virar banco de sentar ou apoiar em qualquer outro lugar da casa.

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Via: El Mueble

 

Pra viver o final de semana

Fim de semana são aqueles míseros dois dias tão abençoados, mas tão abençoados que, só de pensar neles, já surge um sorriso em nosso rosto. Neles a gente pode tudo: levantar mais tarde e permanecer de pijama até a hora do almoço, ouvir o tempo passando bem de mansinho, nos ater aos pequenos detalhes imperceptíveis em dias comuns.

Pois é, tudo neles soa diferente, a gente é diferente aos finais de semana. São dias que nos permitimos viver em voz alta e nos preocupamos em ser felizes, de verdade. É porque a simplicidade mora dentro desses dias, tudo neles é especial. O restaurante muda de lugar e vira almoço no quintal, a gritaria da molecada se transforma em música, a gente definitivamente muda a roupa de nosso estado de espírito.

São dias pra jamais passarem batidos, devem é ser muito bem celebrados com flores pela casa, com o chinelo macio no pé, com a mesa rodeada de amigos, com a alegria estampada em nossa cara. Mesmo que sejam apenas dois míseros dias, que passem bem devagarinho e que a gente saiba tirar um baita proveito de cada minuto. Um fim de semana fantástico pra todos nós!

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Fonte: Planete Deco

Aconchego sem monotonia

Ainda não descobri nada tão eficiente pra trazer aconchego instantâneo quanto o uso de madeira e elementos naturais na decoração. É uma coisa de textura, de toque, de sentimento. Ouso até dizer que o uso desses recursos estão num outro estágio, fazem a gente ter um olhar menos utilitarista do espaço e do mobiliário. Sim, porque a gente não quer só um espaço que cumpra sua função, a gente quer um espaço com acolhimento, movimento, com pulso. E isso é  o que essa sala tem. Tem também toques dourados para que a rusticidade não impere. Tem estampas contemporâneas para situá-la no tempo em que vive. Tem despojamento de sobra para não deixar o aconchego virar monotonia.

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Fonte: Apartment Therapy

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