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Forma : Plural

Releitura do viver bem

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móveis antigos

Vibrante!

Branco, preto e madeira. A clássica combinação à prova do tempo e que minimiza erros. Conversa com diferentes estilos, é elegante por natureza, uma das melhores bases que conheço quando o assunto é versatilidade. Nessa casa, mobiliários e acessórios super vibrantes se tornaram sua companhia e criaram uma atmosfera super festiva sem excessos. A madeira, por sua vez, chega para dar aquele toque orgânico que garante um conforto visual incrível, fazendo saltar à vista elementos têxteis repletos de texturas. Uma decoração sensacional para quem morre de vontade de arriscar em cores fortes e errar na dose. Boa demais também para pessoas que curtem realizar mudanças com grande frequência. Além disso, vale um olhar minucioso para a releitura dada às peças antiguinhas e as artes espalhadas por todos os cantos. Alegria e envolvimento é pouco pra definir essa casa! Ah, ela pertence à artista Madeleine Stamer e as fotos são do site inspirador The Design Files.

Otimização de espaço

Otimização de espaço. Baita assunto cada vez mais discutido e almejado. Também pudera: dá só uma olhada nos novos empreendimentos pra sacar o drama. A realidade tá aí e, mais cedo ou tarde, terá que lidar com ela. Uma das coisas que muito me incomoda nesse lance de otimização de espaço é a impessoalidade que costuma vir junto. Móvel planejado e de linhas retas por todas as bandas, nada de cor, nada de texturas. Cadê o borogodô? Cadê aquele detalhe que faz diferenciar a minha da sua casa?  Por isso trouxe esse apê, um exemplo super bacana de otimização de espaço com personalidade. Ele tem móvel planejado onde só um móvel planejado operaria milagres. Onde não há necessidade extrema, ele tem peças soltas, muita textura, muitos elementos capazes de doar identidade, como livros e quadros bem distribuídos. As verdinhas também honraram suas posições, fazendo tudo parecer mais vivo e ajudando a dar um movimento bom ao todo. E uma das coisas mais incríveis: ele é sem fronteiras, foi totalmente descompartimentado, e não é que tudo funcionou junto, cada recinto no seu devido lugar? Tem espaço delimitado pelo piso, por rack baixo e até por uma estante feita de prateleiras. Visualmente amplo e bem distribuído, onde funcionalidade e aconchego caminham lado a lado e a impessoalidade nem chega perto.

Sua casa tá precisando de um pouco de personalidade ou mesmo de uma repaginada geral? Então conheça nossa consultoria de decoração. Sem quebra-quebra, te ajudamos a transformar sua casa no seu lugar favorito.

Fonte: Micasa

Além do móvel planejado

Pensar em metragens enxutas e móveis antigos parece ser uma mistura pouco provável. Quando percebemos que o espaço é modesto, logo nos vem à cabeça móveis planejados, não é? Pois bem, a realidade por ser bem diferente, desde que exista o cuidado com a curadoria do mobiliário tanto no quesito proporção quanto leveza. No caso desse duplex de 65m2, foi justamente essa curadoria que trouxe sucesso ao projeto, onde peças bem assertivas foram inseridas, sem deixar o visual nem um pouco pesado, apertado ou datado. Aliás, a paleta de cores dos objetos e acessórios teve uma enorme contribuição para situar a decoração nos dias atuais, dando um visual mais jovem. Sem dúvida, um caso de bastante sucesso, daquelas releituras surpreendentes, que provam mais vez toda a versatilidade e originalidade dos móveis e objetos cheios de história.

Você sabia que em nosso Instagram temos o “Garimpo Afetivo”? São itens antigos à venda, escolhidos a dedo e com muito carinho. Vai lá conhecer! 

Fontes: Micasa / Planete Deco

Um universo fantástico de estampas

Estampa é o tipo de recurso que enche de entusiasmo qualquer casa. Seja ela grande, pequena, nova ou antiga, a real é que uma estampa aqui e acolá é capaz de fazer horrores. E sabe qual a parte mais bacana disso tudo? É que estampa vai em qualquer lugar. Forre a cúpula de um abajur ou o fundo de um armário e veja só o que acontece. Acrescente almofadas estampadas num sofá que já viu dias melhores e veja como ele reage. Estampe paredes ou tetos e transforme completamente o mood de um ambiente. Isso tudo acontece como um passe de mágica. E estampa não é apenas um padrão com cor ou formas. Estampa é textura. Estampa é personalidade em forma de um desenho que você ainda pode escolher o que melhor te representa. E mais ainda: dá pra estar presente apenas em acessórios que, quando enjoar, é só trocar. Quer mais sugestões de como inserir estampa? Então corre o post por essa casa do Skona Hem, que fez uso de estampas com incrível maestria.

Quer encontrar objetos cheios de personalidade quanto os que estão nessa casa? Então conheça a sessão de garimpos em nosso Instagram.

Cor é cor!

Tem jeito não. Cor é sempre cor! De todos os elementos, recursos e mágicas possíveis, ela é de longe o melhor investimento de todos. Disfarça o olhar, serve pra realçar, é capaz de imprimir a personalidade que você quiser. Olha só essa cozinha do Apartment Therapy, com algumas inserções coloridas. Em locais bem pontuais, se tornou leve, porém marcante. E aqui até acessórios fizeram parte do cenário colorido. Esse espaço é um bom exemplo pra quem pretende colorir mas tem receio de errar na dose. Os elementos naturais, como a madeira e o tijolinho à vista, são ótimas companhias junto a cores fortes, garantem sempre um equilíbrio incrível.

 

Você sabia que agora pode contar com uma curadoria de peças afetivas realizadas por nós? Sim, temos objetos de decoração, louças, algumas peças mobiliárias carinhosamente garimpadas que estão à venda. Confira em nosso Instagram, nos destaques “garimpos”.

Por alicerces mais humanos

Casa que é casa, tem bagunça, tem cheiro de comida, tem vida. Casa que é casa, tem almofada revirada, louça na pia, parede marcada. E que bom é isso, afinal o conceito de casa que temos hoje é muito mais amplo e abrangente do que o conceito que tínhamos há alguns anos atrás.

Antes, a casa era para os olhos alheios. Era a tendência do momento que predominava, o bacana era parecer de revista. Hoje, a casa é pra gente, é casa vivida. É aconchego, é retiro, é nosso reflexo, nosso pedaço de teto que nos traduz em paredes, móveis e objetos.

Não nos interessa uma casa que nos diga pouco à respeito. Queremos sim nossas expectativas estampadas em cada canto, as mudanças que ocorreram em nossas vidas pinceladas aqui e acolá, nossos erros e acertos povoando cada recinto.

O que vale é nosso gosto. As nossas próprias combinações. Aqueles itens que conhecemos tão bem e já deixamos de ver sua forma e sua estética, mas enxergamos neles a história: aquele dia ensolarado na praia, o sorriso daquele amigo querido, o sentimento ali impregnado que só nós conhecemos.

E aquele móvel já um tanto rodado que nem cogitamos trocar por um novo? É tesouro, herança da família ou garimpo que ralamos pra encontrar. E nele existem as marcas generosas do tempo que jamais conseguiremos reproduzir. São os registros alegres dos copos que ali foram apoiados, as lascas nas quinas devido a inúmeras mudanças de endereço, até mesmo camadas de tinta que se revelam de forma tão poética.

Casa que é casa é tudo isso e mais um pouco. Possui paredes com gênio e que juram ser de carne e osso. Ah, e como elas dizem um bocado sobre nós! Narram nossas alegrias e tristezas, nossos momentos importantes e se transformam como a gente: tem seus dias festivos vestidas com cores fortes, possui dias contemplativos, dias repletos de audácia ou às vezes estão ali, quietinhas, apenas esperando que algo muito bacana lhes aconteça.

Guardiãs de nossos segredos mais íntimos, conhecem como ninguém nossos medos, nossos desejos, nosso pior e nosso melhor. Confidentes incríveis que nunca julgam, pelo contrário, sempre estão ali quando precisamos, prontas pra acolher,  proteger e pra mudar toda vez que for preciso, seja sob chuva ou sol.

Casas desse tipo expressam os sentimentos em cada cantinho e  se modificam conforme nossas propostas. De manhã é refúgio, å tarde é restaurante, à noite é bar e o melhor lugar de encontro.

Queremos sim alicerces mais humanos, sem hostilidades, com paredes que nos abracem e onde nos reconhecemos em cada ínfimo detalhe. Não interessa se ela é nova ou velha, grande ou pequena. Afinal de contas, como bem escreveu o querido Manoel de Barros: a importância de uma coisa não se mede com fita métrica, nem com balanças, nem barômetros. A importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que essa coisa produz em nós.

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Cartas na manga

Essa é a típica casa cheia dos truques. Mas nada de ilusionismo super complicado não, é tudo coisa simples, daquelas que faz a gente até se perguntar: como nunca pensei nisso antes? A começar pelas boas sacadas de organização, onde tudo tem seu devido lugar e, detalhe, muitas vezes à mostra mesmo, como o caso das mesinhas de centro na sala que acomodam as mantas. Materiais orgânicos se mesclam com metal, móvel velho com mobiliário novo. Tudo assim, sem medo nem pudor que, de tão à vontade que estão, não causam nem questionamento. A atmosfera é antiguinha, só que carrega um delicioso perfume contemporâneo doado pelos toques de bronze e excelentes pinceladas neon. Aliás, a paleta azul + rosa + amarelo é belíssima sobre a base onde o branco predomina e, quando ele predomina demais, as texturas e estampas entram em cena e criam um efeito visual bonito de se ver. Iluminação, item que poucos dão relevância, aqui tem lugar cativo. São castiçais, abajures, luminárias, arandelas. E tudo com graça, com leveza, sutileza que se nota num segundo momento. Talvez seja esse o segredo dessa casa, a mágica bem realizada das boas composições e escolhas que direcionam os olhos apenas ao que interessa. 

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Fonte: Micasa

Puro atrevimento

E dos bons, daqueles que fazem os olhos se esbaldar! Ainda na mesma sintonia do post anterior, talvez porque esteja fazendo algumas mudanças na paleta de cor de uns cantinhos da minha casa ( aqui tem um bocado dela!), o elemento cor tem me chamado bastante a atenção.

Pra falar a verdade, me chama a atenção desde que peguei na mão o exemplar de uma edição espanhola repleto de lares coloridos. Foi identificação instantânea, um flashback da casa da minha avó materna ali materializado – e um alívio tremendo saber que tinha por aí espalhado um monte de gente corajosa, que bota em prática o que gosta!

Além da liberdade toda ali presente, com muito faça-você-mesmo, objetos garimpados, reutilizações; me interessei pelas tonalidades utilizadas nos mobiliários antigos, que conferiam uma pegada contemporânea, fazendo um câmbio muito inteligente.

As tonalidades ganhavam a elegância vinda do design dos móveis; os móveis por sua vez vestiam-se de frescor. É o poder do contraste, do atrevimento, da união daquilo que parece improvável, como essa despretensiosa casa de campo espanhola. É o tipo de referência que pega a gente de assalto porque interpreta as ações do tempo de forma inusitada, cheia de vida e de cor.

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Fonte: Planete Deco

Manda cor!

Se tem algo que aprecio nesse mundo é a cor. Gosto tanto que acho que sentimentos deveriam ser coloridos. Expressariam sem rodeios, encheriam as ruas de cores e certamente surgiriam algumas combinações bem curiosas…

O fato é que a cor é um recurso marcante, envolvente, eficaz. E quando se trata de promover uma grande mudança com recursos enxutos ou em tempo recorde, não consigo imaginar outro artifício que se encaixe tão bem.

Cores em objetos e acessórios, como quadros e almofadas, são ótimas para quem tem medo de errar na dose. Trocou esses itens, o possível erro está desfeito. Já em peças maiores, como um sofá, é pra pontuar mesmo, deixar uma cor bem presente como protagonista enquanto as demais desempenham papel secundário em harmonia.

Uma das qualidades mais incríveis da cor é o poder que tem de mudar o caráter das coisas. O móvel muito bem datado acima é o resultado de uma intervenção colorida que lhe conferiu vários anos a menos, tirou seu aspecto mais sisudo e o trouxe ao tempo do aqui e do agora.

Utilizar a cor como um recurso para mudar por completo a forma como se interpreta um determinado ambiente também é algo muito bacana de se fazer. O toque do azul e suas diferentes tonalidades mudou o status dessa cozinha para cozinha de estar. Cor é isso: personalidade, sentimento. Avalie o que espera de cada parede, de cada recinto. Pense o que quer que sua casa diga e manda cor!

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Fontes: Sophierobinsoninteriors / Decordemon / 170 KVM

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