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Releitura do viver bem

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ideias para espaço pequeno

Mudanças instantâneas pra gente apressada

Tem vezes que bate aquela inquietação com o que vemos a nossa volta, uma vontade louca de mudar, que não dá pra esperar tapeceiro, marceneiro, pintor. Pra esses casos, soluções instantâneas e com grande efeito são as melhores, aquelas que a gente mesma bota a mão na massa e vê o resultado rapidinho.

Sabe aquele móvel carrancudo, um tanto sem graça? Tinta nele! E não falo em pintá-lo por completo não. Muitas vezes as pinceladas certas e nas cores certas são suficientes pra transformar uma peça totalmente, fazê-la sorrir de novo.

Tá sentindo falta de movimento e vida em algum canto? Plantas são a salvação. Sem dizer que ainda são fantásticas pra trazer texturas e cor. Já vi casos onde até um único vaso com flores frescas fez um verdadeiro milagre.

Lavabo impessoal, sem nenhum borogodó? Enfeite! E quadros estão no topo da lista de itens que funcionam super bem e tiram qualquer lavabo do lugar-comum. Vale também caprichar na toalha para as mãos e na saboneteira.

Não aguenta mais olhar aquele armário sem portas e o marceneiro está te dando canseira? A boa e velha cortininha continua fazendo bonito e, se vc também não sabe costurar, cola pra tecido já salvou muito a minha vida e rendeu umas cortininhas lindonas. E a parte bacana: dá pra variar a estampa 🙂

O mood de um ambiente não está agradando? De novo, tinta! Como num passe de mágica, uma cor é capaz de preencher os espaços e trazer as mais diversas sensações. Inclusive, uma boa dose de tinta e criatividade são imbatíveis, nos dão a possibilidade de novas interpretações, como esse caso dessa pequena estante de alvenaria onde o contorno colorido deu um efeito visual espetacular:

E para viver bem com aquele estofado que já viveu dias gloriosos, vale almofadas, mantas, tapeçaria e até trilho de mesa. Nem sempre o que vc espera depende de um tapeceiro e, acredite, esses ensaios são maravilhosos para ajudar com decisões mais sérias, como a escolha da cor e estampa de um novo estofamento.

Às vezes as soluções são bastante simples, é a gente que complica. E sigo acreditando que muita coisa que nos incomoda pode ser resolvida com um bom exercício de observação e muito “arrasta pra cá e pra lá”. Troque móveis, objetos e não tenha medo dos improvisos. Experimentar é sempre um caminho cheio de boas surpresas.

Fontes: Soy Yingo / Emma__ainscough / Gietemuis / Louise Roe Home / Marianne_Cotterill / Gillian Lawlee / Anna Spiro

Otimização de espaço

Otimização de espaço. Baita assunto cada vez mais discutido e almejado. Também pudera: dá só uma olhada nos novos empreendimentos pra sacar o drama. A realidade tá aí e, mais cedo ou tarde, terá que lidar com ela. Uma das coisas que muito me incomoda nesse lance de otimização de espaço é a impessoalidade que costuma vir junto. Móvel planejado e de linhas retas por todas as bandas, nada de cor, nada de texturas. Cadê o borogodô? Cadê aquele detalhe que faz diferenciar a minha da sua casa?  Por isso trouxe esse apê, um exemplo super bacana de otimização de espaço com personalidade. Ele tem móvel planejado onde só um móvel planejado operaria milagres. Onde não há necessidade extrema, ele tem peças soltas, muita textura, muitos elementos capazes de doar identidade, como livros e quadros bem distribuídos. As verdinhas também honraram suas posições, fazendo tudo parecer mais vivo e ajudando a dar um movimento bom ao todo. E uma das coisas mais incríveis: ele é sem fronteiras, foi totalmente descompartimentado, e não é que tudo funcionou junto, cada recinto no seu devido lugar? Tem espaço delimitado pelo piso, por rack baixo e até por uma estante feita de prateleiras. Visualmente amplo e bem distribuído, onde funcionalidade e aconchego caminham lado a lado e a impessoalidade nem chega perto.

Sua casa tá precisando de um pouco de personalidade ou mesmo de uma repaginada geral? Então conheça nossa consultoria de decoração. Sem quebra-quebra, te ajudamos a transformar sua casa no seu lugar favorito.

Fonte: Micasa

Uma casa de texturas

Essa casa estava completamente abandonada e, por sorte, foi encontrada por pessoas que souberam valorizar os belos elementos do passado. As estruturas originais, como as paredes de tijolos e todo o madeiramento, foram totalmente aproveitadas, ou seja, toda sua riqueza de texturas foi preservada. Enquanto alguns preocupam-se um bocado em tornar toda a arquitetura moderna, acho incrível ainda encontrar pessoas que priorizam a história, que sabem o potencial que tem os veios de madeira, o conforto visual que proporciona  uma parede de tijolos antigos e é capaz de enxergar toda a beleza que existe em texturas impressas em cada metro quadrado. Existem coisas que não se compram, existem aquelas que só mesmo o tempo é capaz de esculpir e algumas texturas fazem parte desse rol de preciosidades.

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Fontes: La Nacion / Planete Deco

37 m2 de pura alegria

Esse apê é daqueles achados que nos enchem de alegria e de esperança. Daqueles que nos faz acreditar que é possível uma vida cheia de cor e com plantas em poucos metros quadrados ou, para ser mais específica, em 37 m2. Isso mesmo, pasme: 37 m2. Cores muito bem inseridas se destacam e disfarçam o nosso olhar, fazendo a gente nem se dar conta da metragem enxuta. E não é apenas isso. A cor utilizada nesse apê tem uma importância  gigante no conforto visual. Então, quando bater aquela vontade de usar cor em espaço pequeno, lembre-se que é possível, é apenas uma questão de encontrar a melhor maneira de fazer isso. E sempre há!

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Fontes: Casa Vogue / Planete Deco

Apê das portas azuis

Uma das coisas que mais me chamou a atenção nesse apê foi o uso de soluções conhecidas/batidas. Inclusive as portas azuis! Curioso é que, quanto mais batidas são as ideias, mais parece que elas fogem da nossa cabeça quando tentamos nos lembrar. E, se são batidas e a gente vê pra caramba por aí, é porque devem realmente funcionar, né? Então, deixemos as divagações de lado e vamos lá tomar nota de uma série de soluções genéricas e que se encaixam muito bem em diversos gostos, metragens, bolsos.

Pintar uma porta, uma janela, uma esquadria. Baita coisa que muda tudo de figura, é renovação imediata sem grandes transtornos.

Armário antigo de cozinha também vira mais moço com uma dose de tinta. Brinque com alguns adesivos nos azulejos e o combo estará completo e zero bala.

Em ambientes abertos, usar diferentes revestimentos – seja no piso ou parede – a fim de fazer a divisão visual de onde começa e termina cada recinto.

Ah, descascar uma parede inteira ou um apenas um detalhe dela. É aquele toque de textura que coloca sentimento e confere um aconchego danado.

Galeria de quadrinhos, outro item pro elenco dos mais usados, mais funciona sim senhor e o legal é que dá pra variar o “recheio” quando der na veneta e sempre ter uma galeria diferente.

Porta de correr – em ambientes ou armários – economiza um espaço lascado e cria uma sensação de amplitude incrível.

Banquinho, eita peça total flex que vale cada centavo investido. Vai bem com uma plantinha na sala, no quarto, no banheiro, na cozinha. E vira assento. E vira mesa. E vira escada.

Invista nas plantinhas e espalhe pelos mais diferentes cômodos. Elas trazem movimento, vida e sempre combinam com tudo.

Pra sofás mais interessantes: almofadas. Uma porção delas. Além de garantirem conforto, doam cor, personalidade e viram assentos extras quando espalhadas no chão.

Peças mobiliárias de diferentes formas, como nessa sala, geram um dinamismo visual bem bacana, fazendo a gente nem botar reparo em seu tamanho.

Estantes com objetos expostos criam ambientes interessantes, curiosos, que rapidamente transmitem nossos gostos e torna os ambientes mais humanizados.

Misturar ferro com cromado, madeira clara com madeira escura, diferentes estilos, também torna os ambientes mais ricos ao olhar e muito menos monótonos.

Transforme qualquer espaço possível numa área que possa olhar pra fora. Respiros além de janelas se transformam em locais de lazer e fazem um bem fantástico na correria diária.

 

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Fonte: Planete Deco

Do tamanho suficiente

O espaço dessa casa é compacto sim, mas nem por isso economizaram na bossa. Dona de uma pegada rústica, que prioriza o uso de texturas para criar uma atmosfera aconchegante, possui inspirações de sobra, especialmente para os diminutos apês urbanos que pretendem se tornar mais humanizados.

Das fibras naturais presentes em tapetes, cabeceira da cama, objetos, ela resgata ares de praia ou campo, enquanto sua dimensão é muito bem trabalhada com janelas e portas de correr, criando a deliciosa sensação de amplitude.

As coisas se acomodam nela de forma bastante descomplicada: oras com cestos, escada, banco; oras com baú, nichos. Das cores ela mantém uma certa reserva, no entanto faz questão de pontuar determinados cantos para que não haja monotonia.

Dos têxteis ela tira um proveito fantástico. Nada muito chamativo, tudo muito com cara de dá-pra-usar-todo-dia, mas com sutis detalhes e estampas tão interessantes que são por si sós uma prova de que esse todo dia pode ser sempre especial.

Ela tem uma coisinha aqui, acolá, onde os olhos procurarem. Todo lugarzinho é povoado, vivido, é cuidado. Nenhum espaço nela existe em vão, tudo tem alguma pequena delicadeza ou utilidade, que faz a gente se perguntar: mais espaço pra quê?

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Fontes: El Mueble / Jurnal de Design Interior

Banco, o parceiro polivalente

Banco vai no corredor, na cozinha, na sala, no quarto, no quintal, no banheiro. Faz com maestria as vezes de cadeira, de mesa, de estante. Tem do grande e do pequeno, do caro e do barato. Ah, e os materiais? Dos mais diversos possíveis, pra agradar todo tipo de freguês. E pra quem ainda duvida, olha aí um banco que virou armário. Jeito bacana e despojado de organizar alguns pertences do banheiro. É só escolher o tamanho que melhor se adequa ao espaço disponível e caprichar na escolha de um banco com o acabamento que melhor se encaixa ao seu contexto. E, não acaba por aí. Quando expirar sua validade como armário, pode virar banco de sentar ou apoiar em qualquer outro lugar da casa.

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Via: El Mueble

 

Muita inspiração em poucos m2

Bobagem essa coisa toda de ficar amaldiçoando e brigando com as metragens enxutas. Isso tá cada dia mais comum, é a dura realidade especialmente nos centros urbanos. O grande lance é abandonar o sofrimento e partir pro abraço, tirando o máximo proveito possível de cada ínfimo centímetro.

Vale apostar em ambientes sem fronteiras. Menos paredes, mais longe os olhos avistam e criam a impressão de grandes espaços. Em contrapartida, quanto mais elementos os olhos tiverem pra ver, menos irão reparar na metragem que falta. Então, bora investir em cores, texturas e afins, seja em forma de artigos têxteis, plantas, materiais orgânicos.

Embora seja fundamental ser bastante econômico em espaços modestos, tentando manter apenas o necessário e tomando um super cuidado principalmente com a dimensão do mobiliário, isso não significa que umas firulinhas ali e acolá não sejam bem-vindas. Sim, aconchego e coisas bonitas também disfarçam metragens e tornam qualquer lugar bem mais agradável, como esse apê espanhol lindão, repleto de ideias descomplicadas e cheias de bossa.

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Fonte: Casadiez

Releitura de canto alemão

Canto alemão é um troço que deu certo mesmo, ideia porreta, que ultrapassou anos e continua com a validade em cima. Mas, para tudo que é bom ficar ainda melhor, uma boa releitura é sempre bem-vinda, não deixa as coisas caírem na mesmice e ainda dá aquela ajustada para que tudo se adeque ao contexto dos dias atuais.

Aqui, num espaço bem compacto, a mesa redonda faz as honras para os convivas juntamente com bancos dispostos em “L” ( combo imbatível no quesito ” aperta que cabe +1″!). Pra garantir  o conforto num longo bate-papo, assentos e almofadas, sendo que essas últimas significam a chance da renovação visual. E essas duas cadeiras? Lindonas, charme marcante. E, pra arrematar, plantinhas trazem frescor e vivacidade, quadros doam dinamismo e o pendente é pra garantir que o clima seja todo especial.

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Fonte: Decoholic

 

 

 

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