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Forma : Plural

Releitura do viver bem

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ideias para espaço pequeno

Apê das portas azuis

Uma das coisas que mais me chamou a atenção nesse apê foi o uso de soluções conhecidas/batidas. Inclusive as portas azuis! Curioso é que, quanto mais batidas são as ideias, mais parece que elas fogem da nossa cabeça quando tentamos nos lembrar. E, se são batidas e a gente vê pra caramba por aí, é porque devem realmente funcionar, né? Então, deixemos as divagações de lado e vamos lá tomar nota de uma série de soluções genéricas e que se encaixam muito bem em diversos gostos, metragens, bolsos.

Pintar uma porta, uma janela, uma esquadria. Baita coisa que muda tudo de figura, é renovação imediata sem grandes transtornos.

Armário antigo de cozinha também vira mais moço com uma dose de tinta. Brinque com alguns adesivos nos azulejos e o combo estará completo e zero bala.

Em ambientes abertos, usar diferentes revestimentos – seja no piso ou parede – a fim de fazer a divisão visual de onde começa e termina cada recinto.

Ah, descascar uma parede inteira ou um apenas um detalhe dela. É aquele toque de textura que coloca sentimento e confere um aconchego danado.

Galeria de quadrinhos, outro item pro elenco dos mais usados, mais funciona sim senhor e o legal é que dá pra variar o “recheio” quando der na veneta e sempre ter uma galeria diferente.

Porta de correr – em ambientes ou armários – economiza um espaço lascado e cria uma sensação de amplitude incrível.

Banquinho, eita peça total flex que vale cada centavo investido. Vai bem com uma plantinha na sala, no quarto, no banheiro, na cozinha. E vira assento. E vira mesa. E vira escada.

Invista nas plantinhas e espalhe pelos mais diferentes cômodos. Elas trazem movimento, vida e sempre combinam com tudo.

Pra sofás mais interessantes: almofadas. Uma porção delas. Além de garantirem conforto, doam cor, personalidade e viram assentos extras quando espalhadas no chão.

Peças mobiliárias de diferentes formas, como nessa sala, geram um dinamismo visual bem bacana, fazendo a gente nem botar reparo em seu tamanho.

Estantes com objetos expostos criam ambientes interessantes, curiosos, que rapidamente transmitem nossos gostos e torna os ambientes mais humanizados.

Misturar ferro com cromado, madeira clara com madeira escura, diferentes estilos, também torna os ambientes mais ricos ao olhar e muito menos monótonos.

Transforme qualquer espaço possível numa área que possa olhar pra fora. Respiros além de janelas se transformam em locais de lazer e fazem um bem fantástico na correria diária.

 

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Fonte: Planete Deco

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Do tamanho suficiente

O espaço dessa casa é compacto sim, mas nem por isso economizaram na bossa. Dona de uma pegada rústica, que prioriza o uso de texturas para criar uma atmosfera aconchegante, possui inspirações de sobra, especialmente para os diminutos apês urbanos que pretendem se tornar mais humanizados.

Das fibras naturais presentes em tapetes, cabeceira da cama, objetos, ela resgata ares de praia ou campo, enquanto sua dimensão é muito bem trabalhada com janelas e portas de correr, criando a deliciosa sensação de amplitude.

As coisas se acomodam nela de forma bastante descomplicada: oras com cestos, escada, banco; oras com baú, nichos. Das cores ela mantém uma certa reserva, no entanto faz questão de pontuar determinados cantos para que não haja monotonia.

Dos têxteis ela tira um proveito fantástico. Nada muito chamativo, tudo muito com cara de dá-pra-usar-todo-dia, mas com sutis detalhes e estampas tão interessantes que são por si sós uma prova de que esse todo dia pode ser sempre especial.

Ela tem uma coisinha aqui, acolá, onde os olhos procurarem. Todo lugarzinho é povoado, vivido, é cuidado. Nenhum espaço nela existe em vão, tudo tem alguma pequena delicadeza ou utilidade, que faz a gente se perguntar: mais espaço pra quê?

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Fontes: El Mueble / Jurnal de Design Interior

Banco, o parceiro polivalente

Banco vai no corredor, na cozinha, na sala, no quarto, no quintal, no banheiro. Faz com maestria as vezes de cadeira, de mesa, de estante. Tem do grande e do pequeno, do caro e do barato. Ah, e os materiais? Dos mais diversos possíveis, pra agradar todo tipo de freguês. E pra quem ainda duvida, olha aí um banco que virou armário. Jeito bacana e despojado de organizar alguns pertences do banheiro. É só escolher o tamanho que melhor se adequa ao espaço disponível e caprichar na escolha de um banco com o acabamento que melhor se encaixa ao seu contexto. E, não acaba por aí. Quando expirar sua validade como armário, pode virar banco de sentar ou apoiar em qualquer outro lugar da casa.

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Via: El Mueble

 

Muita inspiração em poucos m2

Bobagem essa coisa toda de ficar amaldiçoando e brigando com as metragens enxutas. Isso tá cada dia mais comum, é a dura realidade especialmente nos centros urbanos. O grande lance é abandonar o sofrimento e partir pro abraço, tirando o máximo proveito possível de cada ínfimo centímetro.

Vale apostar em ambientes sem fronteiras. Menos paredes, mais longe os olhos avistam e criam a impressão de grandes espaços. Em contrapartida, quanto mais elementos os olhos tiverem pra ver, menos irão reparar na metragem que falta. Então, bora investir em cores, texturas e afins, seja em forma de artigos têxteis, plantas, materiais orgânicos.

Embora seja fundamental ser bastante econômico em espaços modestos, tentando manter apenas o necessário e tomando um super cuidado principalmente com a dimensão do mobiliário, isso não significa que umas firulinhas ali e acolá não sejam bem-vindas. Sim, aconchego e coisas bonitas também disfarçam metragens e tornam qualquer lugar bem mais agradável, como esse apê espanhol lindão, repleto de ideias descomplicadas e cheias de bossa.

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Fonte: Casadiez

Releitura de canto alemão

Canto alemão é um troço que deu certo mesmo, ideia porreta, que ultrapassou anos e continua com a validade em cima. Mas, para tudo que é bom ficar ainda melhor, uma boa releitura é sempre bem-vinda, não deixa as coisas caírem na mesmice e ainda dá aquela ajustada para que tudo se adeque ao contexto dos dias atuais.

Aqui, num espaço bem compacto, a mesa redonda faz as honras para os convivas juntamente com bancos dispostos em “L” ( combo imbatível no quesito ” aperta que cabe +1″!). Pra garantir  o conforto num longo bate-papo, assentos e almofadas, sendo que essas últimas significam a chance da renovação visual. E essas duas cadeiras? Lindonas, charme marcante. E, pra arrematar, plantinhas trazem frescor e vivacidade, quadros doam dinamismo e o pendente é pra garantir que o clima seja todo especial.

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Fonte: Decoholic

 

 

 

Ambiente sem fronteiras

As paredes saem de cena e abrem alas para a luz inundar os ambientes, assim, desse jeito. Quanto menos fronteiras visuais, melhor. Quanto mais luminosidade e circulação do ar, melhor. E, em tempos onde cada vez mais as metragens diminuem, é natural que os ambientes desempenhem mais de uma função, se tornem totalflex por excelência. Num reino onde tudo passa a acontecer junto e misturado, um mínimo de ordem visual é fundamental para tornar o todo mais harmonioso, como essa sala bacanuda do El Mueble. Aqui, nota-se um cuidado com as proporções: ambientes enxutos pedem mobiliário enxuto. Além disso, a predominância do tom da madeira ajuda a criar uma unidade, enquanto elementos pontuais quebram o gelo geral sem muita algazarra. A composição de quadros ajuda a dividir as funções do ambiente, bem como o tapete delimita a área principal. São as fronteiras visuais sendo quebradas pelas novas fronteiras conceituais.

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Ao lado da cama

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Vale criado-mudo, mesa, cômoda, banco, cadeira. E vale baú, por que não? E vamos combinar: fica supimpa e representa um bom espaço extra pra armazenamento ( artigo cada vez mais raro nos dias atuais!). Fora isso, ainda tem a vantagem de ser encontrado em diferentes dimensões e materiais, com preços para todo tipo de bolso. Vale caprichar na composição de objetos para adorná-lo para que seu aspecto não se torne muito pesado, visto que costuma ser uma peça mais “parruda”, mas sem perder de vista a questão da praticidade para não se tornar um verdadeiro estorvo toda a vez que necessitar abri-lo.

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Fonte: El Mueble

Casa de vila

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Tive o imenso prazer de morar numa casa de vila por 10 anos. Nessa vilinha, que ficava bem escondida num canto hiper movimentado de SP, a sensação que tinha era de estar no interior. Tinha pé de amora, pitanga e bananeira, além de toda a alegria das sabiás e bem-te-vis. Fim de semana a gente comia do lado de fora, aproveitando a sombra de uma árvore enorme, e também tomávamos banho de mangueira. É, casa de vila costuma permitir essas coisas, faz a gente acreditar que a vida é muito mais bacana e leve.

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Mas sabe o que acho que realmente faz a diferença numa casa de vila? É a simplicidade da construção, as portas e janelas de madeira, os acabamentos que já não são mais costumeiros. Elas são aconchegantes por natureza, sejam elas de qualquer dimensão, e sabem ser carismáticas como ninguém.

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Essa aí é uma excelente lembrança da casinha que morei e certamente uma inspiração das boas. Tem muita ideia que dá pra aproveitar num apê, afinal sua metragem é bem enxuta, mas também funciona para qualquer casa que queira uma atmosfera super amigável e com espaços bem aproveitados. Tem planta pra trazer vida, tem almofadas pra abraçar, tem prateleiras pra otimizar e tem muita mistura feliz.

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Fonte: Casa Vogue

Para o lavabo

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Sabe aquelas ideias que te encontram no momento certo? Pois é, essa foi uma delas. Ela me achou na hora em que passava por uma crise das boas com meu lavabo…Na real, faz um bom tempo que discutimos a relação, tentamos achar uma alternativa mais simpática pra pendurar a toalha, mas nunca chegamos num consenso. Experimentamos diferentes locais, testamos toalhas de vários tamanhos, mas tudo não passou de mero desgaste. Mas agora tudo vai mudar: toalhas de papel elegantemente acomodadas numa cestinha vão roubar a cena na bancada da pia e, junto com mais algumas firulinhas, certamente farão do lavabo um sujeito muito melhor.

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Fonte: IG Casa&Jardim

 

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