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Papel de parede fake

Uma parede bacanuda salva o lado e enche o recinto de graça, essa é a real. Vira uma referência dentro de casa, é aquela dose de personalidade super bem-vinda, torna-se um ponto de partida para se definir uma linha estética.

Mas, às vezes, chegar nessa tal parede demora um bocado. A gente olha a danada e nada. Olha de novo e nada…Com a parede do nosso home office externo foi assim. Pensei em quadros, pensei em plantas pendentes, pensei numa penca de coisas.

E, por incrível que pareça, foi algo no qual não pensei que me catou de jeito: papel de parede. Esse aí, dessa foto acima (Planete Deco). Bati e olho e falei: é disso que preciso. E observando detalhadamente o desenho, percebi que era super fácil de recriar com pintura.

Daí surgiu meu papel de parede fake, um animal print de araque. Terapia das boas e super econômica, realizada com pincel achatado e tinta PVA, daquelas compradas em loja de artesanato. Coloque uma roupa confortável, uma música agradável e bora pintar a parede.

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Coragem

Essa é uma daquelas casas que nos enchem de coragem, que faz bater aquela vontade louca de arregaçar as mangas e sair trocando tudo de lugar. É uma casa cheia de atitude, onde páginas de dicionário se transformam em papel de parede, onde o garimpo tem lugar de destaque, onde o conforto – físico e emocional – é a palavra de ordem.

Apesar de todo sua personalidade forte, ela carrega uma atmosfera tranquila, própria de quem não precisa provar mais nada pra ninguém. Ela pertence ao presente e flerta com o passado, mistura tudo sem o menor remorso e acredita que tudo é válido até a próxima mudança.


 

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Fonte: Apartment Therapy

Móvel vestido

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Móveis velhinhos, essa é uma das minhas paixões, e das grandes! Já pintei com cores de doer os olhos, desenhei, raspei a pintura pra criar um efeito detonado…Foram tantas as técnicas e pirações, que nem sou capaz de me recordar de todas elas. Mas uma delas, em especial, costumo usar quando o tempo anda curto e a ansiedade enorme: revestir móvel com tecido. Além dessa técnica ser bem mais rápida que uma pintura, ainda permite inúmeras possibilidades, como revestir um móvel inteiro ou apenas um detalhe. Ah, e a variedade gigante de estampas pra gente ficar naquela baita dúvida? Se já enxergou uma peça meio caidinha por aí, que rapidinho ficaria lindona com um tecido simpático, aqui e aqui têm algumas inspirações e dicas de como fazer.

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Estante horizontal

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Estante horizontal é um móvel bem interessante pra se ter por perto. Primeiro: além  de armazenar uma quantidade grande de livros e objetos, doa um colorido despojado ao recinto. Segundo: não precisa necessariamente ser um móvel, um conjunto de prateleiras, por exemplo, se montado numa altura menos usual, pode criar o efeito de móvel. Ou até mesmo móveis distintos de mesma altura podem formar uma estante bem extensa, como na foto. Terceiro: podem fazer as vezes de outros móveis, como um rack pra TV ou aparador. É ou não é um móvel bacana demais?

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Fonte: Planete Deco

A casa e os dentes de leite

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Há pouco tempo, meu caçula ganhou uma baita vaga em sua boca, caíram os dois dentes superiores de uma só vez. Encantada por janelas do jeito que sou, foi impossível não vibrar com aquela vista panorâmica toda, pontuando as mudanças e aprendizados que estão por vir.

Poucos dias após a sua perda de dentes, chegou o dia da festa de aniversário de um grande amigo da escola. Tomou banho, perfumou-se todo, escolheu uma roupa bacana e me perguntou com um sorriso largo: “tô bonito?”.

Pergunta boba a se fazer para a mãe, afinal todas elas acham o filho o cara mais bonito do mundo. Mas respondi prontamente que estava lindão e assim seguimos pra festa. O que mais me chamou a atenção em seu comportamento foi o tamanho pouco caso para sua tremenda banguelice. Com ou sem dentes, estava feliz e pronto.

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Isso me fez pensar sobre muitas atitudes que temos em relação as nossas casas. Às vezes ficamos cheios de receio pra por em prática uma ideia atrevida e deixamos de experimentar a felicidade. Infelizmente, esquecemos que essa ideia pode assumir um caráter provisório, ser um ensaio para uma decisão mais séria, como um dente de leite.

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Quantas e quantas vezes não ficamos amarrados a velhos conceitos? Pois é preciso reformulá-los e botar a cachola pra funcionar a nosso favor. Fugir de padrões pré-estabelecidos e convencionais em prol de uma alegria maior faz todo o sentido, além de nos tirar da clássica inércia do “não dá pra fazer nada”.

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Botar fé que nosso estado de espírito supera metragens, abre paredes e nos faz acreditar que o lado de fora e lado de dentro é apenas uma questão de ponto de vista, depende das lentes que usamos para ver.

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Bobagem levar a sério essa história de não usar pra não quebrar, não expor para não sujar e manter as coisas que julgamos valiosas muito bem guardadas no fundo do armário à espera do dia certo. O dia certo e especial deve ser todo santo dia.

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Cultivar e traduzir nossos gostos das mais variadas formas, sejam eles ecléticos e até duvidosos, pouco importa. O que conta é que nossa identidade seja mantida acima de qualquer tendência e que a gente consiga enxergar nossa alma a cada passo que damos dentro de nossa casa.

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É importante que a gente se contagie mais e seja menos austero em relação aos padrões e transformações que desejamos colocar em prática. Sejamos mais banguelas felizes, porque no final das contas nem mesmo todos os dentes definitivos duram a vida toda.

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Fontes: Histórias de Casa / Boho Deco Chic / A Casa dos Outros / Justina Blakeney / Vogue Living

A qualidade das coisas perdidas

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Gosto da qualidade das coisas dadas como desenganadas, casos perdidos, que ninguém bota fé, pois elas nos dão a chance de errar sem deixar nenhum traço de remorso. Com esse criado-mudo foi assim: peça doada, que  habitou um lar por uma vida inteira mas, um dia, sua validade expirou. Acolhi, como costuma ser do meu feitio, saquei fora toda a grossa camada de verniz, elegi um novo puxador, recortei EVA, construi um carimbo e achei que azul lhe cairia muito bem. Essa peça me deu a oportunidade de experimentar e perceber que a parte mais bacana de qualquer processo é o aprendizado que se tira no meio do caminho, especialmente das coisas perdidas.

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Alívio diário

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Casa que serve de refúgio precisa ter um espaço, mesmo que inho, pra relaxar. Aquele onde a gente se atira, joga os sapatos de lado e faz de conta que pode se perder por horas pensando nas coisas bacanas da vida. E pra quem ainda acha que isso só é possível numa área externa ou que um canto assim custa os olhos da cara, trouxe essa referência, onde colchões e almofadas funcionam como um gostoso abraço e uma boa curadoria de objetos reforça o conceito do ambiente. Aproveita que ainda é segunda e dá tempo de matutar numa versão marota pra colocar em prática e usufruir no feriado 🙂

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Fonte: Apartment Therapy

 

 

Estampas no teto

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Namoro essa possibilidade há algum tempo: estampas no teto! Está bem longe de ser a ideia mais prática da paróquia, no entanto é tão bacana para um espaço com metragens não tão avantajadas e surte um efeito tão grande, que acho que vale muito a pena.

Tenho uma pequena sala aqui que se abre para o jardim e fica numa espécie de edícula, onde o teto está sem forro e com o madeiramento aparente. Perfeito para encarar essa empreitada! Mas como executar e lidar com o pó que se acumula?

Bom, em meus planos está prevista a utilização de uma colcha indiana + velcro. A colcha porque tem o tamanho ideal para o espaço que disponho, a estampa é lindona e o tecido não é muito grosso, o que facilita sua fixação. O velcro deverá entrar nas bordas da colcha e no madeiramento do teto, assim basta “descolá-la” para lavar e fica fácil encaixá-la novamente. 

Agora, só me falta mesmo um tempinho para ser a mais feliz proprietária de uma sala com teto estampado :)!

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Fonte: An Indian Summer

Invasão de garagem

Ando me especializando no assunto “invasão de garagem”, essa já é a segunda que realizo. A gente vê aquele espação agradável, onde a brisa corre suave e logo pensa que seria o local perfeito pra ficar à toa e receber amigos. Não demora muito, descobrimos um abatjour que pode ser bastante útil com uma cúpula nova, que o jogo de sofá revive com uma boa dose de tinta e que aqueles paninhos guardados no fundo do armário rendem as almofadas que serão responsáveis pelo conforto e descontração. E assim nasceu uma sala na minha garagem e com ela as noites ficaram muito mais bacanas e os armários bem mais vazios.

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