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É assim e tá tudo muito bem!

Ah, tamanho despojamento é, no mínimo, de se admirar. E não é de admirar o despojamento sob o olhar de ser descolado, mas é de admirar no sentido da aceitação. É aceitar que o sofá já viu dias melhores e hoje ele fica muito mais simpático com uma capa e almofadas multicoloridas. É aceitar o gosto por muitas cores e decidir colocar todas juntas. É aceitar e permitir o convívio com móveis de diferentes épocas, procedências e estilos. Afinal de contas, o aceitar é tão libertador que faz a gente ser capaz de olhar ao redor e encontrar alternativas. É aquela boa e velha história de parar de focar no problema e focar na solução. Exige aceitar o imperfeito, demanda flexibilidade e boa dose de criatividade, como muitos pontos que podem ser notados nessa casa. Mas o exercício de aceitar e tirar o máximo proveito daquilo que se tem sem dúvida ainda é um dos melhores caminhos para se alcançar uma casa imperfeitamente perfeita e deliciosamente real.

Quer uma mãozinha pra dar um talento no seu cafofo, uma boa repaginada tirando o máximo proveito do que já possui? Nossa consultoria de decoração pode te ajudar 🙂 . Aqui você encontra maiores informações.

Fonte: Planete Deco

Uma casa para 2020

Quando a gente se depara com casas assim, visualmente despretensiosas e muito acolhedoras, um tanto de coisas fervilham na cabeça. Faz a gente refletir sobre o consumo, rever conceitos de padrões, considerar melhor o medo de errar. Um caos harmonioso, soa feito abraço. Daqueles que nos confirmam que, mesmo misturando estilos, cores, formas, tudo vai dar certo. E dá certo porque em cada uma dessas misturas está presente o seu gosto e, se tudo tem seu gosto, aquilo tudo vai te parecer bonito. Mais do que isso: vc estará criando um estilo único, original, exclusivíssimo. Vai se enxergar em todos os cantinhos de seu cafofo. Que 2020 nos traga mais casas assim, tão originais quanto nossos próprios erros.

Entra aqui pra conhecer a história dessa casa, super bacana! E para quem curte esse mood despojado, em nosso Instagram temos o Garimpo Manual, que é nossa curadoria de peças feitas à mão. Vai lá conhecer!

37 m2 de pura alegria

Esse apê é daqueles achados que nos enchem de alegria e de esperança. Daqueles que nos faz acreditar que é possível uma vida cheia de cor e com plantas em poucos metros quadrados ou, para ser mais específica, em 37 m2. Isso mesmo, pasme: 37 m2. Cores muito bem inseridas se destacam e disfarçam o nosso olhar, fazendo a gente nem se dar conta da metragem enxuta. E não é apenas isso. A cor utilizada nesse apê tem uma importância  gigante no conforto visual. Então, quando bater aquela vontade de usar cor em espaço pequeno, lembre-se que é possível, é apenas uma questão de encontrar a melhor maneira de fazer isso. E sempre há!

Quer encontrar mais inspirações? Então conheça nosso Instagram.

Fontes: Casa Vogue / Planete Deco

Tons terrosos

Um décor em tons terrosos é garantia de aconchego, acolhimento e também de muita bossa. Tá aqui essa casa lindona como prova disso. Usando e abusando de diversos itens ecléticos e tirando um excelente proveito da companhia do rosa e do mostarda, não há dúvida de que se trata de uma casa que preza pelo bem-estar. Embora sua arquitetura contemple elementos bem específicos, sua atmosfera não é algo difícil de reproduzir e é uma ótima inspiração para quem procura uma vibe descontraída e atemporal. Muita madeira natural; detalhes dourados que podem estar presentes em acessórios em latão ou cobre; fibras naturais; plantas com folhagens mais escuras e, claro, uma paleta de cores em tons quentes. Uma receita de sucesso que funciona em casas e apês e aceita muito bem o “tudo junto e misturado”.


Está em busca de acessórios ecléticos para o décor de sua casa? Em nosso Instagram, temos os garimpos, que são peças à venda cheias de história e personalidade, carinhosamente garimpadas e entregamos em todo Brasil.

Fonte: Decordemon

Quando a tinta muda a arquitetura

Ontem mesmo falei sobre o potencial da cor, mas sobre sua utilização de forma pontual. Pois hoje vou falar sobre sua utilização de maneira ampla, quando ela entra transbordando, causando, alterando aspectos da arquitetura e mudando gênios. Pois é, tinta tem esse poder todo. Altera o mood de um ambiente, é capaz de delimitar espaços, de tornar móveis carrancudos seres super amigáveis. Foi o que rolou nesse apê da arquiteta Stephanie Ribeiro retratado pela Casa Vogue. Vários aspectos que incomodavam foram completamente sanados à base de cor e, claro, que o contexto todo colaborou para que o resultado ficasse maravilhoso, como muitos itens garimpados e herdados, além das verdinhas que conferem frescor e alegria.Então, muito antes de encarar um quebra-quebra, talvez valha a pena avaliar se uma demão de tinta não será capaz de te proporcionar a mudança que espera ou, quem sabe, ser um ensaio temporário para uma decisão mais séria.

Confira aqui todos os detalhes desse apê.

Gosta de itens garimpados e não sabe onde encontrar? Em nosso Instagram tem uma seleção bem bacana de itens. É só acessar os destaques “garimpos”

Cor é cor!

Tem jeito não. Cor é sempre cor! De todos os elementos, recursos e mágicas possíveis, ela é de longe o melhor investimento de todos. Disfarça o olhar, serve pra realçar, é capaz de imprimir a personalidade que você quiser. Olha só essa cozinha do Apartment Therapy, com algumas inserções coloridas. Em locais bem pontuais, se tornou leve, porém marcante. E aqui até acessórios fizeram parte do cenário colorido. Esse espaço é um bom exemplo pra quem pretende colorir mas tem receio de errar na dose. Os elementos naturais, como a madeira e o tijolinho à vista, são ótimas companhias junto a cores fortes, garantem sempre um equilíbrio incrível.

 

Você sabia que agora pode contar com uma curadoria de peças afetivas realizadas por nós? Sim, temos objetos de decoração, louças, algumas peças mobiliárias carinhosamente garimpadas que estão à venda. Confira em nosso Instagram, nos destaques “garimpos”.

Por alicerces mais humanos

Casa que é casa, tem bagunça, tem cheiro de comida, tem vida. Casa que é casa, tem almofada revirada, louça na pia, parede marcada. E que bom é isso, afinal o conceito de casa que temos hoje é muito mais amplo e abrangente do que o conceito que tínhamos há alguns anos atrás.

Antes, a casa era para os olhos alheios. Era a tendência do momento que predominava, o bacana era parecer de revista. Hoje, a casa é pra gente, é casa vivida. É aconchego, é retiro, é nosso reflexo, nosso pedaço de teto que nos traduz em paredes, móveis e objetos.

Não nos interessa uma casa que nos diga pouco à respeito. Queremos sim nossas expectativas estampadas em cada canto, as mudanças que ocorreram em nossas vidas pinceladas aqui e acolá, nossos erros e acertos povoando cada recinto.

O que vale é nosso gosto. As nossas próprias combinações. Aqueles itens que conhecemos tão bem e já deixamos de ver sua forma e sua estética, mas enxergamos neles a história: aquele dia ensolarado na praia, o sorriso daquele amigo querido, o sentimento ali impregnado que só nós conhecemos.

E aquele móvel já um tanto rodado que nem cogitamos trocar por um novo? É tesouro, herança da família ou garimpo que ralamos pra encontrar. E nele existem as marcas generosas do tempo que jamais conseguiremos reproduzir. São os registros alegres dos copos que ali foram apoiados, as lascas nas quinas devido a inúmeras mudanças de endereço, até mesmo camadas de tinta que se revelam de forma tão poética.

Casa que é casa é tudo isso e mais um pouco. Possui paredes com gênio e que juram ser de carne e osso. Ah, e como elas dizem um bocado sobre nós! Narram nossas alegrias e tristezas, nossos momentos importantes e se transformam como a gente: tem seus dias festivos vestidas com cores fortes, possui dias contemplativos, dias repletos de audácia ou às vezes estão ali, quietinhas, apenas esperando que algo muito bacana lhes aconteça.

Guardiãs de nossos segredos mais íntimos, conhecem como ninguém nossos medos, nossos desejos, nosso pior e nosso melhor. Confidentes incríveis que nunca julgam, pelo contrário, sempre estão ali quando precisamos, prontas pra acolher,  proteger e pra mudar toda vez que for preciso, seja sob chuva ou sol.

Casas desse tipo expressam os sentimentos em cada cantinho e  se modificam conforme nossas propostas. De manhã é refúgio, å tarde é restaurante, à noite é bar e o melhor lugar de encontro.

Queremos sim alicerces mais humanos, sem hostilidades, com paredes que nos abracem e onde nos reconhecemos em cada ínfimo detalhe. Não interessa se ela é nova ou velha, grande ou pequena. Afinal de contas, como bem escreveu o querido Manoel de Barros: a importância de uma coisa não se mede com fita métrica, nem com balanças, nem barômetros. A importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que essa coisa produz em nós.

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Uma casa para definir em uma palavra: liberdade

O conceito de morar bem, hoje, tem uma dimensão enorme. E embora lhe tenha sido atribuído um valor tão grande, acredito que o morar bem está realmente ligado às coisas simples, em ter a seu redor itens que lhe são preciosos, impregnar cada pedacinho de alicerce com a sua essência, ter aquilo que faz sentir-se bem. É o seu pedaço de mundo sob um teto, onde tem passe livre pra ser você, sem maiores preocupações. O caso curioso dessa casa, por exemplo, que aconteceu porque o cara adora cozinhar e seu sonho era ter uma mesa de jantar grande para receber bem seus amigos. Foi a partir desse querer e desse gostar tão presente que esses ambientes incríveis aconteceram. Até as cadeiras diferentonas não são mero acaso: “Ao longo dos anos, montei uma coleção de cadeiras, diz Pelosi. Meus amigos podem escolher a melhor cadeira para eles, já que os diferentes tipos de corpo são confortáveis em diferentes lugares”. Morar bem não significa seguir regras ou prender-se a determinados status. Morar bem significa ter uma experiência agradável, enxergar função real para o que te cerca – isso se estende também àqueles itens cuja função é meramente ilustrativa, mas que nos tornam muito mais alegres toda vez que os vemos. A não ser que queira apenas um reduto pra dormir e guardar suas tranqueiras, uma casa é aquele espaço onde se encontra e sua identidade está à salvo de fraude: tudo é familiar e acolhedor. Medo de errar? Acha que se juntar tudo que julga interessante e importante pra vc não vai dar liga? Então deixo mais uma aspas do tal Pelosi, o morador desse cafofo: “Eu sempre senti que, se eu comprar o que eu gosto, tudo vai funcionar junto porque é a minha estética”.

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Fonte: Curbed

Trabalhado na estampa e na cor

Minha avó costumava dizer: se for se atirar num poço, se atire num poço fundo. Ela era cheia dos ditados curiosos, muitos deles nada ortodoxos, e outros tantos tão generalistas que carreguei pra minha vida adulta lhes atribuindo um bom toque de humor. Esse tal provérbio do poço foi um deles, usei até a exaustão, e como justificativa para muitas ousadias, como os estofados super coloridos que habitaram as salas onde morei. Estofado, seja ele uma poltrona ou um sofá de sei lá quantos lugares, é elemento chave em qualquer sala, ao menos em meu humilde ponto de vista. É lá que a gente se joga e que a gente joga quem chega. Lugar cativo, de destaque, almejado. Com cor, ele cresce, ganha personalidade e enriquece o ambiente. Sem falar que, se o sofá é daqueles com um design não tão legal mas cujo conforto te faz esquecer disso, dê-lhe uma bela estampa de presente. Ficará exclusivo, novinho em folha e pronto pras próximas! Ah, pra quem ainda não testou, costumo usar também o plano B da tapeçaria: tapetes artesanais super coloridos, que a gente até lava na máquina de lavar e, quando mais lava, mais bacana fica. Artigo com preço honesto, com paletas fáceis de compor e de uma versatilidade fantástica.

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Fontes: Anna Spiro / One Kings Lane / The Jungalow / Marie Claire Maison / Keltainen Talo Rannalla 

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