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Forma : Plural

Releitura do viver bem

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Móveis antigos

Inspiração Coletiva: Encontro com um Móvel

Já faz um tempo que tenho vontade de criar a série Inspiração Coletiva. Como o próprio nome diz, é uma fonte de inspiração vinda de diferentes pessoas para diferentes pessoas, onde cada um se inspira, cria sua versão e inspira outra pessoa.

O primeiro tema dessa série é “Encontro com um Móvel”, onde cada um poderá contar como foi o encontro com aquele móvel antiguinho que habita sua casa, qual sua relação com essa peça, se ela está na forma original ou se recebeu um talento, qual a função/funções que lhe foram atribuídas.

O objetivo dessa ação é tornar o convívio com uma peça de outros carnavais muito mais agradável, evitar o descarte desnecessário, segurar a onda no consumismo e, claro, conseguir inseri-la em seu contexto de uma forma mais bacana e muito mais funcional.

É assim: você faz a foto da sua peça queridona contando sobre o encontro que tiveram e publica em seu Instagram com a #inspiracaocoletiva e #encontrocomumovel – se quiser, pode usar também #formaplural :). Assim fica facinho encontrar a inspiração e partir pro abraço.

Claro que no Insta do Forma:Plural vai rolar post #inspiracaocoletiva e #encontrocomummovel! Será um imenso prazer toda sexta contar o encontro que tive com um móvel, e garanto: foram muitos, nos mais variados lugares, das formas mais bizarras.

Vamos tirar os velhinhos da rua da amargura e provar que são sujeitos cheios de bossa e que esbanjam o charme inconfundível datado dos bons tempos. Conto com vocês!

Participe! Inspire!

 

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Salve o tropicalismo!

Surpresa das boas que tive ao me deparar com um climão mega tropical desses exalado de uma casa em Haia, Holanda. Coisa incrível, ou melhor, coisa de gente que entende que todo lugar pode ser qualquer outro que se queira, mesmo que em outro continente.

Ah, aí essa brincadeira toda de escolha de cores, decoração, curadoria de elementos começa a ficar interessante de verdade. Porque, acredite, quando se conhece o que se gosta, é uma questão de chegar nas combinações certas para criar o ambiente que bem entender – tropical, minimalista, com sotaque industrial, retrô.

Uma determinada atmosfera num ambiente pode ser só aquele “cheirinho” dado por um objeto marcante e a partir dele demais itens começam a fluir. Nessa casa, por exemplo, são as plantas que ditam o caminho, muito bem acompanhadas por cores fortes e elementos rústicos.

Com foco na leveza, descontração e aconchego, os ambientes permitiram o trânsito de peças recuperadas e outras adquiridas em home center, itens artesanais e móveis e objetos de diferentes países e culturas. Tudo sob o mesmo teto, onde todos passaram a falar a mesma língua: o idioma da moradora.

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Via: Apartment Therapy

 

Do quarto para a cozinha

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Vivemos a época de rever conceitos em virtude de inúmeras situações as quais estamos expostos: jardim, em função das metragens cada vez menores; a mistura de estilos convivendo num mesmo ambiente; projetos comerciais que invadem residenciais e vice-versa; e, claro, o conceito de função do mobiliário. Não tem mais essa de que determinado móvel projetado para determinada função não possa mudar de ideia no meio do percurso. Uma cômoda, por exemplo, perdeu a serventia no quarto / closet e a partir daí se tornou uma inválida? Basta pensar um pouquinho fora da caixa para lhe arranjar uma vaga na cozinha e, junto com mais algumas prateleiras, dar-lhe status de armário de cozinha, com a vantagem de ter um charme extremamente peculiar. E isso se aplica a outros mobiliários, ajudando a trazer uma dose extra de identidade e autenticidade para qualquer recinto.

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Fonte: My Scandinavian Home

Móvel vestido

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Móveis velhinhos, essa é uma das minhas paixões, e das grandes! Já pintei com cores de doer os olhos, desenhei, raspei a pintura pra criar um efeito detonado…Foram tantas as técnicas e pirações, que nem sou capaz de me recordar de todas elas. Mas uma delas, em especial, costumo usar quando o tempo anda curto e a ansiedade enorme: revestir móvel com tecido. Além dessa técnica ser bem mais rápida que uma pintura, ainda permite inúmeras possibilidades, como revestir um móvel inteiro ou apenas um detalhe. Ah, e a variedade gigante de estampas pra gente ficar naquela baita dúvida? Se já enxergou uma peça meio caidinha por aí, que rapidinho ficaria lindona com um tecido simpático, aqui e aqui têm algumas inspirações e dicas de como fazer.

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A arte de povoar

Urban Outfitters

Enfeites juntam um pó danado mesmo e o trabalho de limpeza de uma casa cheia de adornos é redobrado. Mas que alegria para os olhos eles proporcionam, que festa são dentro de uma casa, quantas grandes lembranças expostas logo ali, acima de um aparador.

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Carrego sérias dúvidas sobre a funcionalidade, na verdade não acredito em função sem sentimento. Se temos a chance de arranjar um significado muito maior para um móvel ou para um ambiente, por que devemos nos conter?

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E enfeites são campeões em doar significados, eles humanizam a atmosfera mais gelada, contam casos, colorem. Mas eles também podem ser aquela fuga do óbvio e o despertar para outras possibilidades.

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Povoar uma casa não é tarefa das mais fáceis. Tem gente que povoa usando a cor como uma linha mestra; outros povoam por etnia; outros por estilo. Tudo é válido, é uma questão de unir e ver se a convivência rola. Se rolou a simpatia, tá tudo certo.

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Além disso, dar a liberdade aos enfeites e trocá-los de lugar é um exercício que pode render espaços com sensações completamente novas. Jogue objetos da sala no quarto, carregue um vaso do quarto para o banheiro e sua percepção será outra. E tem mais: dê um enfeite a um cômodo e ele nunca mais será o mesmo.

Emily Henderson leitura quarto

Enfeitar uma casa é como se perfumar e se arrumar pra festa. Exige todo um preparo, demanda tempo. Aliás, acho que tempo é o maior responsável pelas combinações mais afinadas, aquelas que deixam de ser um catado de objetos que deu certo e viram um momento inesquecível dentro de um ambiente.

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Fontes: Urban Outfitters / Casa Vogue / Casa Abril / Emily Henderson / SF Girl by Bay

Um bar sobre o aparador

 

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Aparador é daquelas peças total flex que decoram e acomodam uma porção de coisas. O que tenho aqui em casa que o diga! Guarda desde fotos à coleção de washi tape, passando até por manuais de Lego e parafusos. Por ter uma característica versátil, também permite uma série de combinações de objetos, o que não se torna um espanto criar um bar sobre ele. As bebidas bem acomodadas numa bandeja tornam-se um volume único e organizado enquanto fazem companhia para itens meramente ilustrativos. A composição funciona e a decoração sai ganhando! Mas sabe qual a segunda e importante parte disso? É que num dia de festa, muitos itens dispostos sobre ele podem sair de cena e o bar poderá ser ampliado. Resolve aquele problema de falta de espaço que insiste em aparecer nessas situações e dá um ar de festa personalizada.

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Fonte: Casa Abril

Convívio saudável

A gente briga com a metragem, fica de mal do piso, xinga o estofado. Atire a primeira pedra quem nunca precisou conviver com algum estorvo. E pior, durante um bom período! Existem casos que são extremos mesmo, só uma marreta é capaz de sanar. Mas em outros, e me atrevo em dizer que se trata da maior parte deles, com força de vontade dá pra ter um convívio saudável.

Ao invés de reclamar, esbravejar, sair chutando tudo, que tal perder mais tempo analisando todo o entorno disponível? Para um espaço ficar realmente bacana, é fundamental que o todo esteja em harmonia, incluindo o estorvo. É mais ou menos como receber um convidado desagradável numa festa: de um jeito ou outro, a animação precisar rolar!

Diálogo

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Não é de hoje que as almofadas salvam estofados. A fórmula é batida sim, dá jeito na mesmice e feiura mas, para que funcione de uma maneira mais ampla, repare bem em tudo que está aos arredores. É fundamental que exista algum tipo de diálogo, caso contrário corre o risco daquelas almofadas maravilhosas simplesmente não se encaixarem ao seu contexto.

Mudando de assunto

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Piso, um vilão danado, especialmente em cafofos alugados. Bom, podemos apelar para um tapete e esconder o indivíduo ou propositalmente chamar a atenção para itens mais interessantes, como peças com design marcante ou com uma cor que se faça notar. Com coisas mais legais pra se ver, o piso poderá até passar batido ou gerar um belíssimo contraste.

Introduzindo um novo tema

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Quando sair à procura de qualquer objeto, deixe os olhos passearem à vontade e frequente lugares diferentes. É possível garimpar uma peça bacana, capaz de criar uma nova função para aquele espaço que você jurava de pés juntos ter tirado o seu melhor.

Faça o assunto render

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Muitas vezes, a história pouco importa, o que importa é a maneira de contá-la, seus detalhes, a entonação da voz. Então, mesmo que tenha um mínimo de área externa, ainda assim é uma área externa. Coloque alegria, capriche no enredo e ela nunca mais será a mesma.

Use a simpatia

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Nem sempre temos à disposição a peça mais competente para ocupar uma determinada vaga mas, quando colocamos na balança, podemos chegar à conclusão de que ela é capaz de fazer a diferença. A mesa acima, por exemplo, tá mais pra aparador; no entanto não compromete a circulação e doa um charme incrível ao ambiente.

Abordagem

Keltainen Talo Rannalla blue

Existem vários modos de se alcançar um resultado. Uma parede para se tornar fascinante nem sempre requer uma infinidade de quadros, ela pode muito bem atender às expectativas ou até mesmo superá-las com poucos itens inseridos numa nova abordagem.

Fale de amenidades

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Dar um tom mais leve e agradável para itens corriqueiros ou até mesmo toscos é um grande feito e o ambiente acima é uma boa prova disso: trilhos bastante comuns ganharam um outro status pintados de dourado. Tirar a crosta da banalidade requer um bom envolvimento e observação, mas certamente resulta em espaços visualmente ricos e num ótimo aprendizado.

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Fontes: Decor to Adore / Estúdio Gloria / House of Turquoise / Jeito de CasaKeltainen Talo RannallaSfgirlbybay

Em boa companhia

Companhia boa é aquela criatura que transforma o pior dos programas numa atração interessante, que faz valer a pena um passeio pela cidade em dias chuvosos, que faz todo e qualquer evento ser bem mais especial. Ela transforma o humor e sempre é capaz de criar um clima muito diferente apenas com sua presença.

E com as casas também é assim. Quando unimos determinados itens, de longe dá pra sacar a euforia, perceber aquele objeto tão à toa tomando uma nova forma, a cena como um todo muda totalmente de figura. Na companhia certa, o rústico ganha glamour, o tosco fica elegante e até as construções mais brutas se tornam leves.

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Fonte: Atelier Rue Verte

Invasão de garagem

Ando me especializando no assunto “invasão de garagem”, essa já é a segunda que realizo. A gente vê aquele espação agradável, onde a brisa corre suave e logo pensa que seria o local perfeito pra ficar à toa e receber amigos. Não demora muito, descobrimos um abatjour que pode ser bastante útil com uma cúpula nova, que o jogo de sofá revive com uma boa dose de tinta e que aqueles paninhos guardados no fundo do armário rendem as almofadas que serão responsáveis pelo conforto e descontração. E assim nasceu uma sala na minha garagem e com ela as noites ficaram muito mais bacanas e os armários bem mais vazios.

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