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Forma : Plural

Releitura do viver bem

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Mandando brasa

Móvel vestido

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Móveis velhinhos, essa é uma das minhas paixões, e das grandes! Já pintei com cores de doer os olhos, desenhei, raspei a pintura pra criar um efeito detonado…Foram tantas as técnicas e pirações, que nem sou capaz de me recordar de todas elas. Mas uma delas, em especial, costumo usar quando o tempo anda curto e a ansiedade enorme: revestir móvel com tecido. Além dessa técnica ser bem mais rápida que uma pintura, ainda permite inúmeras possibilidades, como revestir um móvel inteiro ou apenas um detalhe. Ah, e a variedade gigante de estampas pra gente ficar naquela baita dúvida? Se já enxergou uma peça meio caidinha por aí, que rapidinho ficaria lindona com um tecido simpático, aqui e aqui têm algumas inspirações e dicas de como fazer.

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Planta iluminada

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Essa é daquelas ideias mega simples e que surtem um resultado fantástico: vaso de planta + luzinhas de Natal! Uma casa com plantas é aquela que nunca está vazia e, sempre que rola uma dúvida de que adorno usar, pode crer que um vaso com um exemplar verdinho jamais fará feio. Luz adicional, por sua vez, sempre provoca um efeito bacana e aconchegante, em todo e qualquer espaço. Então, podemos dizer que essa união é mais do que bem-vinda, seja pra decorar e iluminar uma prateleira, uma mesa ou, em versões de vasos maiores, um canto meio adormecido da casa.

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Fonte: Oh Joy!

Invasão de garagem

Ando me especializando no assunto “invasão de garagem”, essa já é a segunda que realizo. A gente vê aquele espação agradável, onde a brisa corre suave e logo pensa que seria o local perfeito pra ficar à toa e receber amigos. Não demora muito, descobrimos um abatjour que pode ser bastante útil com uma cúpula nova, que o jogo de sofá revive com uma boa dose de tinta e que aqueles paninhos guardados no fundo do armário rendem as almofadas que serão responsáveis pelo conforto e descontração. E assim nasceu uma sala na minha garagem e com ela as noites ficaram muito mais bacanas e os armários bem mais vazios.

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Transformando tapetes em cabeceira

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A cama box chegou para a alegria de muita gente e, junto com ela, vem de brinde o dilema: e a cabeceira? Mesmo a procura tendo aumentado bastante, ainda sinto a oferta um tanto acanhada, as opções costumam ser bem restritas e os preços nem sempre são dos mais convidativos. Mas esse cenário pode contribuir para que coloque suas habilidades em prática e invente sua própria cabeceira, sendo que muitas vezes as ideias nem são das mais complicadas.

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Pequenos tapetes coloridos costurados lado a lado se transformam numa cabeceira despojada, com custo bastante modesto e com grau de dificuldade de execução bem amigável.

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Fonte: Casa Abril

 

 

Firme no batente

Levanta, sacode a poeira e segue para o batente. Segunda-feira é assim e, como dizia minha avó: ” não tem barriga me dói”. Mas a parte boa de se viver nos tempos modernos é que muitas vezes a gente pode trabalhar de casa e nem é desculpa falar que não tem um lugar ajeitadinho diante de tantas possibilidades e ofertas de produtos. Um exemplo disso é esse escritório, todo montado com itens disponíveis em home center:

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A parte mais bacana desse projeto é que pode ser executado sob medida: dá pra montar versões em formatos menores e maiores, conforme o espaço que dispõe. As pranchas de madeira podem ser compradas já cortadas, o que facilita um bocado o trabalho, e gaveteiros e gavetinhas entram no projeto conforme a necessidade. O painel de madeira ao fundo cumpre bem a tarefa de delimitar o território, além de desempenhar um grande papel decorativo. Se preferir, pode trocá-lo por um tecido adesivo, que ajuda a diminuir o tempo de execução. Animou? O projeto completo está aqui.

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O que nunca nos contaram

Existem coisas que nunca nos falaram, talvez porque essas mesmas coisas nunca foram experimentadas de outras maneiras além daquelas para as quais foram criadas. Outras, por outro lado, foram testadas `a exaustão, e nos ensinaram que devemos fugir das fórmulas prontas.

Em todos os casos, acredito que tirar nossas próprias conclusões sempre vale a pena, cientes de que pode dar certo ou errado, e sabendo que muitas vezes podemos chegar naquele fabuloso resultado do tipo “como ninguém nunca pensou nisso antes?” ou apenas chegar `a conclusão de que o arroz com feijão nos atende muito bem.

Inevitavelmente, há sempre um risco envolvido – ser ousado demais ou clichê demais mas, diante de um potencial local para se desfrutar de uma vista sem fronteiras, é uma tremenda bobagem deixá-lo abandonado porque o piso original é feio de doer. Tinta epóxi nele, e ainda por cima verde para não restar dúvida de que a ideia é sim criar uma conexão pé pra fora.

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Muito da atmosfera que queremos trazer para a nossa casa se encontra na seleção de materiais dos móveis / objetos e nas cores usadas do que propriamente na localização de nosso endereço. Então, é possível ter uma cozinha com cara de casa de campo ou praia perfeitamente ajustada numa casa ou apê totalmente urbano.

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Aprendemos que existe a categoria área externa e área interna e, para cada uma, existem itens feitos sob medida. Mas que tal fazer de conta que isso é apenas uma convenção que não deve ser levada tão a sério assim e optar por  elementos vazados como divisória no quarto, por exemplo?

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Do mesmo jeito, estamos cientes de que áreas molhadas, especialmente pia de cozinha, não são compatíveis com uma infinidade de cacarecos que tanto gostamos de expor. Mas nada impede que criemos alternativas, como uma prateleira feita com o próprio revestimento usado na bancada e outra convencional logo acima,  para fazermos nossa vontade falar mais alto.

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Adesivos nunca foram tão cogitados quanto agora é e muito bom saber que existe muita vida além das versões estampadas e compradas prontas. Um simples recorte, numa cor sólida mesmo, pode ser até mais surpreendente.

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Ou, quem sabe, muitos recortes juntos, contribuindo para dar um movimento e uma graça extra àquele móvel esquecido.

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Jardins verticais não se limitam a corredores, terraços, varandas. Eles podem e merecem locais de destaque nas internas. E tem mais: podem dividir a atenção e fazer bonito junto a objetos numa estante,é apenas uma questão de mudar um pouquinho o conceito.

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E, quando a dúvida assola sobre como decorar uma peça mobiliária, não há mal algum em recorrer `a lembrança e usar a mesma solução encontrada por sua avó e dispor um arranjo floral num vaso.

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Fontes: Casa&Jardim /  Casa Abril / Desire to Inspire / Dust Jacket / Deconome / Jeito de Casa

 

Um livro na parede

E por que não? Uma boa história vai com a gente pra qualquer lugar, é feita para ser contada, ser lida, relida, ser vista. E extrair  a mesmice das coisas faz um bem danado.

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Uma única cor, uma cor vibrante, seis cores numa única parede, meia parede, tecido colado na parede. A verdade é que as minhas paredes já viram um bocado de coisas. Mas foi nessa última mudança que reservei uma parede, nem das grandes, para ter algo especial. O que seria? Não tinha a menor ideia…Pensei em recortes adesivos, imaginei palmeiras com cores radiantes, mas foi numa livraria que encontrei o que procurava: o papel de parede dos meus sonhos estava na forma de um livro, um grande clássico com ilustrações de Yayoi Kusama.

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Admito que a ideia de desmontar um livro todo e colá-lo me deixou um pouco perturbada, por outro lado seria a oportunidade única de ter um livro sempre aberto. E assim, Alice, tipografias, criaturas falantes e até um chá maluco entraram para a história dessa casa. E quem entra ou sai inevitavelmente faz uma pausa para leitura, observa mais detalhadamente algum desenho ou apenas sorri. E extrair sorrisos também é uma coisa muito boa de se fazer!

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Almofada sem intimidade com linha ou agulha

Tenho almofadas em penca aqui em casa, são boas pra caramba pra gente se jogar, proporcionam uma preguiça gostosa e possuem um talento indiscutível pra dar um tapa e mudar o visual rapidinho. Mas confesso que tenho uma boiada: minha mãe as costura pra mim. Então surto à vontade com panos, invento almofadas cheias de recortes, de todos os tamanhos e formatos.Mas, e se não fosse assim? Bom, teria pelo menos 3 alternativas: aprender a costurar, comprar capas de almofadas prontas ( sem dúvida, isso limitaria bastante a quantidade por conta de $$$) ou arriscaria numas almofadas assim, de gente que não se aperta:

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No blog Creature Comforts tem o passo-a-passo. Use e abuse de enchimentos de vários tamanhos para criar suas almofadas e lembre-se que cangas, lenços e até bandanas podem render produções bem interessantes.

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Móveis + tecidos

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Quem frequenta o Forma:Plural há algum tempo, com certeza flagrou todo o carinho que cultivo pelos móveis cheios de história pra contar. Claro que, sendo assim, na minha casa não seria diferente: para onde se olha, tem uma peça garimpada ou herdada, em estado original, pintada ou estampada à mão e, quando o tempo anda escasso, revestida em tecido. Renovar um móvel com tecido é rápido, não faz uma baita sujeira e, pra quem curte estampa como eu, é um delírio.

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Não exige muita habilidade nem tem muito segredo, basta um pouco de paciência. A escolha do tecido é muito importante: quanto mais poroso, melhor, pois absorve bem a cola. Costumo passar bastante cola tanto no móvel quanto no tecido já aplicado e espero secar bem, normalmente aguardo uns 2 dias. Depois disso, faço o acabamento com estilete nas sobras de tecido e capricho na aplicação do verniz spray.

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E por aqui os tecidos revestem a parte interna também pra trazer um pouco de cor a uma peça de madeira bem escura. É um recurso interessante para ser usado em gavetas, na parte interna de portas, afinal de contas é uma boa surpresa abrir um móvel e se deparar com uma estampa da qual gostamos bastante.

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Mas não apenas com tecidos estampados tiramos bom proveito, os com textura, como o laise, também são um prato cheio e, se tiver algum aviamento de bobeira para criar uma firula, por que não usar?

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