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Forma : Plural

Releitura do viver bem

Categoria

Iluminação

De lixeira a pendente

Cestinho de lixo de metal:

Tiras de retalho:

Fio com bocal e pronto!

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Fonte: Tránsito Inicial

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Antes e depois de um lustre

A história de um lustre dourado que encontrei abandonado nessa casa quando me mudei. Desmontei, lixei e mandei ver tinta spray nele:

E revesti com uma canga que trouxe de Itacaré:

Pronto, agora tenho uma recordação da Bahia aqui no teto de casa!

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Pra ocupar a cabeça

Projetinho total de inverno, que dá pra fazer enrolado no cobertor. Os materiais:

Facinho, facinho, para a Campanha de Inverno: encha a casa de alegria e evite um assalto à geladeira! Tutorial aqui.

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Luzinhas

Tem quem as considere o chuchu do self service: totalmente sem graça e sem utilidade. Pra mim, elas se enquadram super bem na categoria “alegrias pela casa”. Tudo depende de como e onde inseri-las. Usar com moderação é recomendado, pois são bem chamativas.

Pra quem curte uma pegada vintage, tem essa aqui, com tutorial:

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Fontes: Mi Espacio Vital / Desire to Inspire / Damask et Dentelle / Plenty of Colour / Selina Lake / Tránsito Inicial / Zsa Zsa Bellagio / The Design Files / Rue Magazine / Oh Happy Day

Alegrando o teto

Quando decoramos a casa, o teto muitas vezes fica na saudade, porque a grana toda foi parar no piso térreo. Aí, quando olha lá pro alto e vê aquela lâmpada pendurada no fio sujo de tinta, rapidinho desvia o olhar.

Como lustre é um item  normalmente caro, boa parte apela para o plafon, que é disponível em vários formatos, materiais, cores etc, etc, etc, só pra dar aquela abafada básica e temporária. Aquela história do provisório que permanece pela vida inteira mais seis meses.

Por favor, nada contra os plafons, mas existe outra alternativa mais econômica e capaz de trazer uma alegria bem maior para o famigerado teto: lanterna japonesa. Também disponível em vários formatos, cores etc, etc, etc, e com um detalhe a mais: dá pra personalizar ( e não acumula inseto morto)!

Essas aí já havia publicado lá no Facebook. São super simples de fazer: círculos de papel de seda. Utilizando o mesmo conceito, temos essas, confeccionadas com páginas de revistas:

Tem quem apele para o bom e velho jornal e ainda consegue compor um ambiente muito elegante ( só precisa ficar atento qual parte da notícia usará):

Ou uma releitura neon da clássica estampa de bolinhas, que poderá ser feita com adesivos facilmente encontrados em papelarias:

Essa versão com papel crepom cortado em tiras e picotado nas bordas também pode render alguns elogios:

E para versões românticas, uma lanterna que poderá ser customizada com recortes de tecido ou guardanapo para decoupage:

E agora uma versão bem clean, com forrações de prato de doces:

O tutorial dessa se encontra  aqui. Se der um “mergulho” em algumas partes dessas forrações em tinta diluída em bastante água, poderá ter uma luminária aquarelada, que fica bem interessante também.

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Fontes: Apartment Therapy / Pinterest / La maison d’Anna G. / Oh Happy Day / Green Wedding Shoes / Ruffled

Lustre de garrafa plástica

De execução fácil, mega barato e com efeito supimpa. Pra decorar a casa ou usar num dia de festa.Tutorial aqui.

Projetinho da série ” para espairecer a cabeça”!

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Fonte: Oh Happy Day

Janelas

Mas, quando falo dessas pequenas
felicidades certas,que estão diante de
cada janela,uns dizem que essas coisas
não existem,outros que só existem
diante das minhas janelas e outros,
finalmente, que é preciso aprender a
olhar,para poder vê-las assim…

Cecília Meireles

Tenham um excelente domingo!

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Fontes: An Indian Summer / En mi espacio vital / My paradissi / Planete Deco / Vosgesparis / Zsa Zsa Bellagio

Uma luzinha para dar um tom

Durante a infância, dividi o quarto com minha irmã e minha avó e todo dia cumpríamos o mesmo ritual. Eu nem tanto, mas minha irmã na época deveria ter TOC, pois vivia na zona o dia todo, mas na hora de dormir era um tal de endireitar quadros e espelhos, cobrir com mantas os rostos das bonecas, dobrar as roupas espalhadas e ainda tinha a pachorra de alinhar os cadarços dos tênis!

Como boa filha caçula, costumava ser ligeira ao me deitar só pra sacanear minha irmã ao pedir um copo d’água. Ritual cumprido, mesmo que aos roncos profundos como uma britadeira, minha avó despertava e acendia o abatjour. Podia ser o horário que fosse, com tremenda agilidade sua mão chegava ao interruptor numa velocidade impressionante.

Inicialmente, tínhamos aqueles abatjours com base de cobre e cúpula de vidro, em formato de flor. Nossa, achava aquilo a coisa mais horrenda da face da terra, mas meus pais, que os compraram combinandinho com o lustre, não abriam mão daquela pérola, até o dia em que detonamos a cúpula em algum momento de fúria qualquer.

Cedendo aos apelos da praticidade de luminárias plásticas e direcionais, meu pai nos comprou uma azulzinha. Pior coisa do mundo! Na segunda noite, como a luz era muito forte, minha irmã teve a brilhante ideia de jogar uma camiseta na danada a fim de filtrar a luz. Resultado: meu pai entrando no quarto na madruga para conter um possível incêndio. Nessa hora, pergunta se minha avó acordou?

Essas tais luzinhas foram tão marcantes em minha vida que em todos os quartos que montei sempre contei com elas. Não com as de plástico! Além disso, gosto de espalhar alguns abatjours pela casa, pois criam um ambiente bastante aconchegante e “salvam” bem no momento de elaborar cantinhos interessantes e mais introspectivos. Sem dizer que podem na boa substituir a iluminação habitual quando aquela lâmpada quebra e dá uma mega preguiça de buscar um alicate e resolver o problema. Num desses episódios, ficamos praticamente um mês com um abatjour aqui na cozinha!

Fontes: Ateliê Gaaya / Decor 8 / Decor to Adore / Duse Pasteller / Kootut murut / Puxe a Cadeira e Sente / Trendey

Instantâneo: tirando partido da fiarada

Esse é mais um da categoria ” se você não pode com eles, ao menos tente confundi-los”. Na dificuldade de esconder o fio, deixe tudo logo de uma vez à mostra e crie uma bossa a partir disso.

Fonte: Vosgesparis

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