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Forma : Plural

Releitura do viver bem

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Espaço

Jardim, uma questão de ponto de vista

Vontade, quando ela é grande mesmo, é algo que chega chegando, invadindo, tomando conta. Não há quem segure a danada, ela dá jeito pra tudo, até para a falta de um jardim. A vontade faz jardim em qualquer cômodo; no chão, na parede, no teto, na prateleira; na casa e no apartamento; interno ou externo; do grande e do pequeno. Porque, no final das contas, quando a tal vontade é porreta mesmo, não importa a dimensão, o que conta é a sensação de estar lá juntinho do verde, da textura da planta, do ser vivo que nunca vai deixar sua casa vazia.

Escolha o lugar que conta com uma iluminação natural bacana, eleja as espécies que se encaixam às condições disponíveis e ao seu tempo e vá ser feliz. Vivo rodeada delas, tenho plantas de enfeite, frutíferas e hortaliças e é uma baita alegria esse convívio, além de dar uma turbinada fantástica na decoração.

Aproveito pra deixar uma sugestão de algo que faço em casa: revezamento de plantas. Sabe aquela vontade louca de ter uma planta num lugar que simplesmente não rola, que é baixa na certa? Então, com o revezamento rola! Troque as plantas com iluminação menos privilegiada pelas mais privilegiadas semanalmente e assim as verdinhas sempre estarão bonitonas.

As fotos são do Jungalow, prato cheio pra quem curte um décor maximalista e cheinho de plantas! 🙂

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Manda cor!

Se tem algo que aprecio nesse mundo é a cor. Gosto tanto que acho que sentimentos deveriam ser coloridos. Expressariam sem rodeios, encheriam as ruas de cores e certamente surgiriam algumas combinações bem curiosas…

O fato é que a cor é um recurso marcante, envolvente, eficaz. E quando se trata de promover uma grande mudança com recursos enxutos ou em tempo recorde, não consigo imaginar outro artifício que se encaixe tão bem.

Cores em objetos e acessórios, como quadros e almofadas, são ótimas para quem tem medo de errar na dose. Trocou esses itens, o possível erro está desfeito. Já em peças maiores, como um sofá, é pra pontuar mesmo, deixar uma cor bem presente como protagonista enquanto as demais desempenham papel secundário em harmonia.

Uma das qualidades mais incríveis da cor é o poder que tem de mudar o caráter das coisas. O móvel muito bem datado acima é o resultado de uma intervenção colorida que lhe conferiu vários anos a menos, tirou seu aspecto mais sisudo e o trouxe ao tempo do aqui e do agora.

Utilizar a cor como um recurso para mudar por completo a forma como se interpreta um determinado ambiente também é algo muito bacana de se fazer. O toque do azul e suas diferentes tonalidades mudou o status dessa cozinha para cozinha de estar. Cor é isso: personalidade, sentimento. Avalie o que espera de cada parede, de cada recinto. Pense o que quer que sua casa diga e manda cor!

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Fontes: Sophierobinsoninteriors / Decordemon / 170 KVM

Do tamanho suficiente

O espaço dessa casa é compacto sim, mas nem por isso economizaram na bossa. Dona de uma pegada rústica, que prioriza o uso de texturas para criar uma atmosfera aconchegante, possui inspirações de sobra, especialmente para os diminutos apês urbanos que pretendem se tornar mais humanizados.

Das fibras naturais presentes em tapetes, cabeceira da cama, objetos, ela resgata ares de praia ou campo, enquanto sua dimensão é muito bem trabalhada com janelas e portas de correr, criando a deliciosa sensação de amplitude.

As coisas se acomodam nela de forma bastante descomplicada: oras com cestos, escada, banco; oras com baú, nichos. Das cores ela mantém uma certa reserva, no entanto faz questão de pontuar determinados cantos para que não haja monotonia.

Dos têxteis ela tira um proveito fantástico. Nada muito chamativo, tudo muito com cara de dá-pra-usar-todo-dia, mas com sutis detalhes e estampas tão interessantes que são por si sós uma prova de que esse todo dia pode ser sempre especial.

Ela tem uma coisinha aqui, acolá, onde os olhos procurarem. Todo lugarzinho é povoado, vivido, é cuidado. Nenhum espaço nela existe em vão, tudo tem alguma pequena delicadeza ou utilidade, que faz a gente se perguntar: mais espaço pra quê?

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Fontes: El Mueble / Jurnal de Design Interior

Banco, o parceiro polivalente

Banco vai no corredor, na cozinha, na sala, no quarto, no quintal, no banheiro. Faz com maestria as vezes de cadeira, de mesa, de estante. Tem do grande e do pequeno, do caro e do barato. Ah, e os materiais? Dos mais diversos possíveis, pra agradar todo tipo de freguês. E pra quem ainda duvida, olha aí um banco que virou armário. Jeito bacana e despojado de organizar alguns pertences do banheiro. É só escolher o tamanho que melhor se adequa ao espaço disponível e caprichar na escolha de um banco com o acabamento que melhor se encaixa ao seu contexto. E, não acaba por aí. Quando expirar sua validade como armário, pode virar banco de sentar ou apoiar em qualquer outro lugar da casa.

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Via: El Mueble

 

Releitura de canto alemão

Canto alemão é um troço que deu certo mesmo, ideia porreta, que ultrapassou anos e continua com a validade em cima. Mas, para tudo que é bom ficar ainda melhor, uma boa releitura é sempre bem-vinda, não deixa as coisas caírem na mesmice e ainda dá aquela ajustada para que tudo se adeque ao contexto dos dias atuais.

Aqui, num espaço bem compacto, a mesa redonda faz as honras para os convivas juntamente com bancos dispostos em “L” ( combo imbatível no quesito ” aperta que cabe +1″!). Pra garantir  o conforto num longo bate-papo, assentos e almofadas, sendo que essas últimas significam a chance da renovação visual. E essas duas cadeiras? Lindonas, charme marcante. E, pra arrematar, plantinhas trazem frescor e vivacidade, quadros doam dinamismo e o pendente é pra garantir que o clima seja todo especial.

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Fonte: Decoholic

 

 

 

Para o lavabo

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Sabe aquelas ideias que te encontram no momento certo? Pois é, essa foi uma delas. Ela me achou na hora em que passava por uma crise das boas com meu lavabo…Na real, faz um bom tempo que discutimos a relação, tentamos achar uma alternativa mais simpática pra pendurar a toalha, mas nunca chegamos num consenso. Experimentamos diferentes locais, testamos toalhas de vários tamanhos, mas tudo não passou de mero desgaste. Mas agora tudo vai mudar: toalhas de papel elegantemente acomodadas numa cestinha vão roubar a cena na bancada da pia e, junto com mais algumas firulinhas, certamente farão do lavabo um sujeito muito melhor.

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Fonte: IG Casa&Jardim

 

Composição “de esquina”

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Normalmente, as composições de quadros são realizadas em locais de grande destaque e visibilidade, como a parede acima do sofá ou acima de um grande aparador. Mas, que tal se apropriar de um local onde não é costumeiro se dar a mínima bola e fazê-lo virar um ponto focal incrível dentro de um recinto? Pois é exatamente isso que fizeram na foto acima e o resultado é fantástico. A composição usa a “esquina” das paredes, vai de cima a baixo, com direito até a quadro no chão, simplesmente encostado. É aquela tal história: muitas vezes, pra surpreender, não é preciso muito, basta uma leitura um pouquinho diferente.

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Fonte: Elle Interior

Uma bela recepção

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Abrir a porta e logo de cara se deparar com um belo recinto é uma excelente maneira de recepcionar bem quem chega e também dar uma alegriazinha extra toda vez que voltamos pra casa. No entanto, hall de entrada não costuma ser um espaço muito fácil de lidar: sujeito normalmente estreito que, além de servir como passagem, possui a função de guardar alguns pertences.

Aliar espaço ingrato com funcionalidade e boniteza parece tarefa muita árdua, até percebermos que com um bocado de capricho e algumas ideias dá pra desenvolver um hall capaz de causar uma bela impressão. Pintar a porta, taí uma saída interessante e econômica, que imediatamente muda a atmosfera do local. Pra acompanhar, um tapete com uma estampa marcante, um móvel de apoio nas dimensões adequadas à área disponível e alguma(s) graça pra enfeitar a parede.

Com os itens “maiores”  orquestrados, é o momento de acrescentar os acessórios, elementos fundamentais para dar vida e movimento ao ambiente. Em cena entram porta-tranqueiras para acomodar pequenos pertences, plantas e algum mobiliário de porte modesto que possa servir como um apoio adicional. E pra fechar, é caprichar numa iluminação que coloque todo o trabalho e execução em evidência.

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Fonte: Old Brand New

Habitando a esquina

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Esse post é uma dose de esperança para aqueles que ainda acham que o espaço de encontro entre as paredes é um canto ingrato, que não presta pra nada ou que, para torná-lo bacana, são precisos acessórios especiais pra essa finalidade. Pois essa questão pode estar muito mais relacionada à diagramação do que se imagina, basta reparar nessa feliz composição, onde prateleiras convencionais deram conta do recado. A boa disposição entre elas, juntamente com os objetos que carregam, gerou um resultado super harmonioso. E pra fechar com chave de ouro e conferir um movimento ao conjunto, um belo vaso suspenso entra no cenário. Bom pra gente aprender que não existem espaços impossíveis, existem espaços mal observados.

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Fonte: The Design Files

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