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Forma : Plural

Releitura do viver bem

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Diversidade

Trabalhando em casa

Se antes o trabalho home office era uma forte tendência, durante a pandemia ele se tornou uma realidade. Mesmo com muitas empresas gradativamente retomando suas atividades presenciais, algumas já perceberam que dosar o presencial e home office pode ser uma ótima alternativa para reduzir custos, riscos e melhorar a qualidade de vida e produtividade dos funcionários.

Dessa forma, tornou-se fundamental encontrar um espaço dentro de casa que possa acolher essa função. E, mantendo-se atento em relação às proporções do mobiliário ( mais especificamente em relação à mesa ), é possível sim transformar muitos locais num local de trabalho bem bacana.

De uma maneira geral, tudo o que vc precisa pra montar um home office de sucesso é uma mesa e uma cadeira. Muitos itens usados em seu trabalho podem ser acomodados sobre a própria mesa e, dependendo do lugar escolhido, tire proveito do espaço vertical.

E para que a labuta role mais leve e esse espaço de trabalho se integre de maneira harmoniosa à casa, investir na decoração é o mais curto para que isso aconteça. Vale uma parede colorida ou toda diferentona, acessórios interessantes como quadros e porta-lápis, tapete, plantinhas mil. Pense que muitos elementos, além de funcionais, podem te ajudar no processo de decorar, como a cadeira e um abajur.

E aqui uma boa dose de inspiração para uma produção de objetos bastante simples e que fez desse home office um lugar sensacional:

Fontes: Artelatikadeco / Clarkyoconnell / Belchior Almeida / Casa502_C / Degournay / Dejabbluedesign / My.life.in.colour / Studio.Roco

Para casas únicas: coragem!

Coragem é o tipo de ingrediente que produz casas originais. E falo daquela coragem que mora na mistura, na experimentação, na vontade. Esse tipo de coragem tem o dom de tornar as casas mais aconchegantes, porque ela se ocupa em decorar com sensações, não apenas com móveis, objetos e acessórios. Nessas casas, tem diálogo, movimento, intensidade. E a gente se pergunta: como tamanha diversidade, cores e estilos vivem juntos? É porque cada peça que tá ali foi escolhida, tem significado herdado ou ganhou um por intermédio de muito envolvimento. Essa casa, do designer britânico Matthew Williamson, é uma dessas. Incrivelmente corajosa e abusada. Absurdamente acolhedora. Ensina que coragem é ter completa liberdade para decorar com tudo aquilo que a gente gosta. Faz bater uma vontade louca de abrir o baú das ideias guardadas e colocar tudo em prática de uma vez só.

Fonte: Planète Decó

Transformando a parede em galeria

Dos objetos mais comuns para usar na decoração, quadros são aqueles com grande potencial para contar um bocado sobre nós e nossos gostos. E, nesse momento de tamanha intimidade que temos vivido com nossas casas, onde tornou-se realmente relevante se reconhecer em todos os ambientes, pensar numa parede-galeria pode ser uma opção bem bacana.

Perder o medo de furar as paredes é o primeiro passo. Vale também esquecer a necessidade de seguir algum tipo de padrão. Confie no seu olhar e aposte em diferentes temas, tamanhos e molduras. Tudo pode desde que te agrade!

Essa composição, considerando uma linha central, é simples e surpreendente. E é justamente a brincadeira dos tamanhos totalmente diferentes que a torna tão interessante.

Diferentes formas de molduras também são bem-vindas, até a falta de moldura não é problema algum.

Uma parede completamente preenchida, onde tamanhos e formatos se encaixam lindamente como um quebra-cabeças.

Liberte a imaginação e some outros objetos no momento de compor sua parede. Espelhos, arandelas, pratos, bandejas. Dê uma olhada no fundo dos armários e certamente encontrará muitos itens que podem ir para a parede.

Além de doarem muita personalidade, quadros conferem cor, texturas e muito movimento aos ambientes.

E uma pequena dupla de quadros, quando presa num local certeiro, também é capaz de fazer horrores.

Ou único quadro, com dimensões poderosas, também é um artifício que vale a pena!

Confira também nossas postagens no Instagram.

Fontes: The Design Files / Bygloriagonzalez / Homedecor.cigdem / The jungalow / House and Garden UK

É assim e tá tudo muito bem!

Ah, tamanho despojamento é, no mínimo, de se admirar. E não é de admirar o despojamento sob o olhar de ser descolado, mas é de admirar no sentido da aceitação. É aceitar que o sofá já viu dias melhores e hoje ele fica muito mais simpático com uma capa e almofadas multicoloridas. É aceitar o gosto por muitas cores e decidir colocar todas juntas. É aceitar e permitir o convívio com móveis de diferentes épocas, procedências e estilos. Afinal de contas, o aceitar é tão libertador que faz a gente ser capaz de olhar ao redor e encontrar alternativas. É aquela boa e velha história de parar de focar no problema e focar na solução. Exige aceitar o imperfeito, demanda flexibilidade e boa dose de criatividade, como muitos pontos que podem ser notados nessa casa. Mas o exercício de aceitar e tirar o máximo proveito daquilo que se tem sem dúvida ainda é um dos melhores caminhos para se alcançar uma casa imperfeitamente perfeita e deliciosamente real.

Quer uma mãozinha pra dar um talento no seu cafofo, uma boa repaginada tirando o máximo proveito do que já possui? Nossa consultoria de decoração pode te ajudar 🙂 . Aqui você encontra maiores informações.

Fonte: Planete Deco

Quando a vontade supera metragens

Bacanérrimo é pouco pra descrever esse apê de 30 m2. Ele tem coragem, tem vontade, atitude. Tem bom gosto, tem cuidado e tem mão na massa pra caramba. Cada ínfimo cantinho é povoado com alguma coisa que dá pra sacar que não é por acaso, é com porquê. Nem que esse porquê seja um agradar aos olhos que, diga-se de passagem, é um motivo e tanto. Nele couberam inspirações das mais diversas: bom uso de espaços verticais, novo conceito de revestimento, paleta de cores bem sucedida e por aí segue. Vale uma boa espiada no Life by Lufe, onde tem cada detalhe descrito e também o vídeo. Inspire-se aí pra aproveitar o feriado e dar um talento no cafofo.

 

O frescor do fim de semana

Nada é tão aguardado quanto o fim de semana. Nele, parece que nos tornamos pessoas melhores, menos apressadas, observadoras. As horas nem preocupam tanto, dá pra olhar com mais cautela um cantinho da casa e colocar flores frescas no vaso. Chinelo e regador de plantas são companhias muito apropriadas nesses dias, assim como a conversa demorada e as risadas.  E, pra criar essa atmosfera super acolhedora e fresca dentro de casa não é uma coisa de outro mundo. Abuse das texturas naturais; pincele com algumas cores que confiram frescor, como o azul e o menta; capriche nas verdinhas; exponha objetos de viagem. Esse climão descontraído e atemporal é possível e viável, sempre. Tente, experimente, pense fora da caixinha. Use cangas como capas nos sofás ou toalhas de mesa, por exemplo. Essa é o tipo de empreitada onde o sucesso depende mais do envolvimento do que qualquer outra coisa, e vc tem um final de semana  inteirinho pra tentar! 🙂

Fonte: El Mueble

Por alicerces mais humanos

Casa que é casa, tem bagunça, tem cheiro de comida, tem vida. Casa que é casa, tem almofada revirada, louça na pia, parede marcada. E que bom é isso, afinal o conceito de casa que temos hoje é muito mais amplo e abrangente do que o conceito que tínhamos há alguns anos atrás.

Antes, a casa era para os olhos alheios. Era a tendência do momento que predominava, o bacana era parecer de revista. Hoje, a casa é pra gente, é casa vivida. É aconchego, é retiro, é nosso reflexo, nosso pedaço de teto que nos traduz em paredes, móveis e objetos.

Não nos interessa uma casa que nos diga pouco à respeito. Queremos sim nossas expectativas estampadas em cada canto, as mudanças que ocorreram em nossas vidas pinceladas aqui e acolá, nossos erros e acertos povoando cada recinto.

O que vale é nosso gosto. As nossas próprias combinações. Aqueles itens que conhecemos tão bem e já deixamos de ver sua forma e sua estética, mas enxergamos neles a história: aquele dia ensolarado na praia, o sorriso daquele amigo querido, o sentimento ali impregnado que só nós conhecemos.

E aquele móvel já um tanto rodado que nem cogitamos trocar por um novo? É tesouro, herança da família ou garimpo que ralamos pra encontrar. E nele existem as marcas generosas do tempo que jamais conseguiremos reproduzir. São os registros alegres dos copos que ali foram apoiados, as lascas nas quinas devido a inúmeras mudanças de endereço, até mesmo camadas de tinta que se revelam de forma tão poética.

Casa que é casa é tudo isso e mais um pouco. Possui paredes com gênio e que juram ser de carne e osso. Ah, e como elas dizem um bocado sobre nós! Narram nossas alegrias e tristezas, nossos momentos importantes e se transformam como a gente: tem seus dias festivos vestidas com cores fortes, possui dias contemplativos, dias repletos de audácia ou às vezes estão ali, quietinhas, apenas esperando que algo muito bacana lhes aconteça.

Guardiãs de nossos segredos mais íntimos, conhecem como ninguém nossos medos, nossos desejos, nosso pior e nosso melhor. Confidentes incríveis que nunca julgam, pelo contrário, sempre estão ali quando precisamos, prontas pra acolher,  proteger e pra mudar toda vez que for preciso, seja sob chuva ou sol.

Casas desse tipo expressam os sentimentos em cada cantinho e  se modificam conforme nossas propostas. De manhã é refúgio, å tarde é restaurante, à noite é bar e o melhor lugar de encontro.

Queremos sim alicerces mais humanos, sem hostilidades, com paredes que nos abracem e onde nos reconhecemos em cada ínfimo detalhe. Não interessa se ela é nova ou velha, grande ou pequena. Afinal de contas, como bem escreveu o querido Manoel de Barros: a importância de uma coisa não se mede com fita métrica, nem com balanças, nem barômetros. A importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que essa coisa produz em nós.

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Inspiração Coletiva: Encontro com um Móvel

Já faz um tempo que tenho vontade de criar a série Inspiração Coletiva. Como o próprio nome diz, é uma fonte de inspiração vinda de diferentes pessoas para diferentes pessoas, onde cada um se inspira, cria sua versão e inspira outra pessoa.

O primeiro tema dessa série é “Encontro com um Móvel”, onde cada um poderá contar como foi o encontro com aquele móvel antiguinho que habita sua casa, qual sua relação com essa peça, se ela está na forma original ou se recebeu um talento, qual a função/funções que lhe foram atribuídas.

O objetivo dessa ação é tornar o convívio com uma peça de outros carnavais muito mais agradável, evitar o descarte desnecessário, segurar a onda no consumismo e, claro, conseguir inseri-la em seu contexto de uma forma mais bacana e muito mais funcional.

É assim: você faz a foto da sua peça queridona contando sobre o encontro que tiveram e publica em seu Instagram com a #inspiracaocoletiva e #encontrocomumovel – se quiser, pode usar também #formaplural :). Assim fica facinho encontrar a inspiração e partir pro abraço.

Claro que no Insta do Forma:Plural vai rolar post #inspiracaocoletiva e #encontrocomummovel! Será um imenso prazer toda sexta contar o encontro que tive com um móvel, e garanto: foram muitos, nos mais variados lugares, das formas mais bizarras.

Vamos tirar os velhinhos da rua da amargura e provar que são sujeitos cheios de bossa e que esbanjam o charme inconfundível datado dos bons tempos. Conto com vocês!

Participe! Inspire!

 

Trabalhado na estampa e na cor

Minha avó costumava dizer: se for se atirar num poço, se atire num poço fundo. Ela era cheia dos ditados curiosos, muitos deles nada ortodoxos, e outros tantos tão generalistas que carreguei pra minha vida adulta lhes atribuindo um bom toque de humor. Esse tal provérbio do poço foi um deles, usei até a exaustão, e como justificativa para muitas ousadias, como os estofados super coloridos que habitaram as salas onde morei. Estofado, seja ele uma poltrona ou um sofá de sei lá quantos lugares, é elemento chave em qualquer sala, ao menos em meu humilde ponto de vista. É lá que a gente se joga e que a gente joga quem chega. Lugar cativo, de destaque, almejado. Com cor, ele cresce, ganha personalidade e enriquece o ambiente. Sem falar que, se o sofá é daqueles com um design não tão legal mas cujo conforto te faz esquecer disso, dê-lhe uma bela estampa de presente. Ficará exclusivo, novinho em folha e pronto pras próximas! Ah, pra quem ainda não testou, costumo usar também o plano B da tapeçaria: tapetes artesanais super coloridos, que a gente até lava na máquina de lavar e, quando mais lava, mais bacana fica. Artigo com preço honesto, com paletas fáceis de compor e de uma versatilidade fantástica.

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Fontes: Anna Spiro / One Kings Lane / The Jungalow / Marie Claire Maison / Keltainen Talo Rannalla 

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