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Forma : Plural

Releitura do viver bem

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Diversidade

Quando a vontade supera metragens

Bacanérrimo é pouco pra descrever esse apê de 30 m2. Ele tem coragem, tem vontade, atitude. Tem bom gosto, tem cuidado e tem mão na massa pra caramba. Cada ínfimo cantinho é povoado com alguma coisa que dá pra sacar que não é por acaso, é com porquê. Nem que esse porquê seja um agradar aos olhos que, diga-se de passagem, é um motivo e tanto. Nele couberam inspirações das mais diversas: bom uso de espaços verticais, novo conceito de revestimento, paleta de cores bem sucedida e por aí segue. Vale uma boa espiada no Life by Lufe, onde tem cada detalhe descrito e também o vídeo. Inspire-se aí pra aproveitar o feriado e dar um talento no cafofo.

 

O frescor do fim de semana

Nada é tão aguardado quanto o fim de semana. Nele, parece que nos tornamos pessoas melhores, menos apressadas, observadoras. As horas nem preocupam tanto, dá pra olhar com mais cautela um cantinho da casa e colocar flores frescas no vaso. Chinelo e regador de plantas são companhias muito apropriadas nesses dias, assim como a conversa demorada e as risadas.  E, pra criar essa atmosfera super acolhedora e fresca dentro de casa não é uma coisa de outro mundo. Abuse das texturas naturais; pincele com algumas cores que confiram frescor, como o azul e o menta; capriche nas verdinhas; exponha objetos de viagem. Esse climão descontraído e atemporal é possível e viável, sempre. Tente, experimente, pense fora da caixinha. Use cangas como capas nos sofás ou toalhas de mesa, por exemplo. Essa é o tipo de empreitada onde o sucesso depende mais do envolvimento do que qualquer outra coisa, e vc tem um final de semana  inteirinho pra tentar! 🙂

Fonte: El Mueble

Por alicerces mais humanos

Casa que é casa, tem bagunça, tem cheiro de comida, tem vida. Casa que é casa, tem almofada revirada, louça na pia, parede marcada. E que bom é isso, afinal o conceito de casa que temos hoje é muito mais amplo e abrangente do que o conceito que tínhamos há alguns anos atrás.

Antes, a casa era para os olhos alheios. Era a tendência do momento que predominava, o bacana era parecer de revista. Hoje, a casa é pra gente, é casa vivida. É aconchego, é retiro, é nosso reflexo, nosso pedaço de teto que nos traduz em paredes, móveis e objetos.

Não nos interessa uma casa que nos diga pouco à respeito. Queremos sim nossas expectativas estampadas em cada canto, as mudanças que ocorreram em nossas vidas pinceladas aqui e acolá, nossos erros e acertos povoando cada recinto.

O que vale é nosso gosto. As nossas próprias combinações. Aqueles itens que conhecemos tão bem e já deixamos de ver sua forma e sua estética, mas enxergamos neles a história: aquele dia ensolarado na praia, o sorriso daquele amigo querido, o sentimento ali impregnado que só nós conhecemos.

E aquele móvel já um tanto rodado que nem cogitamos trocar por um novo? É tesouro, herança da família ou garimpo que ralamos pra encontrar. E nele existem as marcas generosas do tempo que jamais conseguiremos reproduzir. São os registros alegres dos copos que ali foram apoiados, as lascas nas quinas devido a inúmeras mudanças de endereço, até mesmo camadas de tinta que se revelam de forma tão poética.

Casa que é casa é tudo isso e mais um pouco. Possui paredes com gênio e que juram ser de carne e osso. Ah, e como elas dizem um bocado sobre nós! Narram nossas alegrias e tristezas, nossos momentos importantes e se transformam como a gente: tem seus dias festivos vestidas com um papel de parede floral, possui dias contemplativos, dias repletos de audácia ou às vezes estão ali, quietinhas, apenas esperando que algo muito bacana lhes aconteça.

Guardiãs de nossos segredos mais íntimos, conhecem como ninguém nossos medos, nossos desejos, nosso pior e nosso melhor. Confidentes incríveis que nunca julgam, pelo contrário, sempre estão ali quando precisamos, prontas pra acolher,  proteger e pra mudar toda vez que for preciso, seja sob chuva ou sol.

Casas desse tipo expressam os sentimentos em cada cantinho e  se modificam conforme nossas propostas. De manhã é refúgio, å tarde é restaurante, à noite é bar e o melhor lugar de encontro.

Queremos sim alicerces mais humanos, sem hostilidades, com paredes que nos abracem e onde nos reconhecemos em cada ínfimo detalhe. Não interessa se ela é nova ou velha, grande ou pequena. Afinal de contas, como bem escreveu o querido Manoel de Barros: a importância de uma coisa não se mede com fita métrica, nem com balanças, nem barômetros. A importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que essa coisa produz em nós.

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Inspiração Coletiva: Encontro com um Móvel

Já faz um tempo que tenho vontade de criar a série Inspiração Coletiva. Como o próprio nome diz, é uma fonte de inspiração vinda de diferentes pessoas para diferentes pessoas, onde cada um se inspira, cria sua versão e inspira outra pessoa.

O primeiro tema dessa série é “Encontro com um Móvel”, onde cada um poderá contar como foi o encontro com aquele móvel antiguinho que habita sua casa, qual sua relação com essa peça, se ela está na forma original ou se recebeu um talento, qual a função/funções que lhe foram atribuídas.

O objetivo dessa ação é tornar o convívio com uma peça de outros carnavais muito mais agradável, evitar o descarte desnecessário, segurar a onda no consumismo e, claro, conseguir inseri-la em seu contexto de uma forma mais bacana e muito mais funcional.

É assim: você faz a foto da sua peça queridona contando sobre o encontro que tiveram e publica em seu Instagram com a #inspiracaocoletiva e #encontrocomumovel – se quiser, pode usar também #formaplural :). Assim fica facinho encontrar a inspiração e partir pro abraço.

Claro que no Insta do Forma:Plural vai rolar post #inspiracaocoletiva e #encontrocomummovel! Será um imenso prazer toda sexta contar o encontro que tive com um móvel, e garanto: foram muitos, nos mais variados lugares, das formas mais bizarras.

Vamos tirar os velhinhos da rua da amargura e provar que são sujeitos cheios de bossa e que esbanjam o charme inconfundível datado dos bons tempos. Conto com vocês!

Participe! Inspire!

 

Trabalhado na estampa e na cor

Minha avó costumava dizer: se for se atirar num poço, se atire num poço fundo. Ela era cheia dos ditados curiosos, muitos deles nada ortodoxos, e outros tantos tão generalistas que carreguei pra minha vida adulta lhes atribuindo um bom toque de humor. Esse tal provérbio do poço foi um deles, usei até a exaustão, e como justificativa para muitas ousadias, como os estofados super coloridos que habitaram as salas onde morei. Estofado, seja ele uma poltrona ou um sofá de sei lá quantos lugares, é elemento chave em qualquer sala, ao menos em meu humilde ponto de vista. É lá que a gente se joga e que a gente joga quem chega. Lugar cativo, de destaque, almejado. Com cor, ele cresce, ganha personalidade e enriquece o ambiente. Sem falar que, se o sofá é daqueles com um design não tão legal mas cujo conforto te faz esquecer disso, dê-lhe uma bela estampa de presente. Ficará exclusivo, novinho em folha e pronto pras próximas! Ah, pra quem ainda não testou, costumo usar também o plano B da tapeçaria: tapetes artesanais super coloridos, que a gente até lava na máquina de lavar e, quando mais lava, mais bacana fica. Artigo com preço honesto, com paletas fáceis de compor e de uma versatilidade fantástica.

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Fontes: Anna Spiro / One Kings Lane / The Jungalow / Marie Claire Maison / Keltainen Talo Rannalla 

Manda cor!

Se tem algo que aprecio nesse mundo é a cor. Gosto tanto que acho que sentimentos deveriam ser coloridos. Expressariam sem rodeios, encheriam as ruas de cores e certamente surgiriam algumas combinações bem curiosas…

O fato é que a cor é um recurso marcante, envolvente, eficaz. E quando se trata de promover uma grande mudança com recursos enxutos ou em tempo recorde, não consigo imaginar outro artifício que se encaixe tão bem.

Cores em objetos e acessórios, como quadros e almofadas, são ótimas para quem tem medo de errar na dose. Trocou esses itens, o possível erro está desfeito. Já em peças maiores, como um sofá, é pra pontuar mesmo, deixar uma cor bem presente como protagonista enquanto as demais desempenham papel secundário em harmonia.

Uma das qualidades mais incríveis da cor é o poder que tem de mudar o caráter das coisas. O móvel muito bem datado acima é o resultado de uma intervenção colorida que lhe conferiu vários anos a menos, tirou seu aspecto mais sisudo e o trouxe ao tempo do aqui e do agora.

Utilizar a cor como um recurso para mudar por completo a forma como se interpreta um determinado ambiente também é algo muito bacana de se fazer. O toque do azul e suas diferentes tonalidades mudou o status dessa cozinha para cozinha de estar. Cor é isso: personalidade, sentimento. Avalie o que espera de cada parede, de cada recinto. Pense o que quer que sua casa diga e manda cor!

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Fontes: Sophierobinsoninteriors / Decordemon / 170 KVM

Papel de parede fake

Uma parede bacanuda salva o lado e enche o recinto de graça, essa é a real. Vira uma referência dentro de casa, é aquela dose de personalidade super bem-vinda, torna-se um ponto de partida para se definir uma linha estética.

Mas, às vezes, chegar nessa tal parede demora um bocado. A gente olha a danada e nada. Olha de novo e nada…Com a parede do nosso home office externo foi assim. Pensei em quadros, pensei em plantas pendentes, pensei numa penca de coisas.

E, por incrível que pareça, foi algo no qual não pensei que me catou de jeito: papel de parede. Esse aí, dessa foto acima (Planete Deco). Bati e olho e falei: é disso que preciso. E observando detalhadamente o desenho, percebi que era super fácil de recriar com pintura.

Daí surgiu meu papel de parede fake, um animal print de araque. Terapia das boas e super econômica, realizada com pincel achatado e tinta PVA, daquelas compradas em loja de artesanato. Coloque uma roupa confortável, uma música agradável e bora pintar a parede.

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Salve o tropicalismo!

Surpresa das boas que tive ao me deparar com um climão mega tropical desses exalado de uma casa em Haia, Holanda. Coisa incrível, ou melhor, coisa de gente que entende que todo lugar pode ser qualquer outro que se queira, mesmo que em outro continente.

Ah, aí essa brincadeira toda de escolha de cores, decoração, curadoria de elementos começa a ficar interessante de verdade. Porque, acredite, quando se conhece o que se gosta, é uma questão de chegar nas combinações certas para criar o ambiente que bem entender – tropical, minimalista, com sotaque industrial, retrô.

Uma determinada atmosfera num ambiente pode ser só aquele “cheirinho” dado por um objeto marcante e a partir dele demais itens começam a fluir. Nessa casa, por exemplo, são as plantas que ditam o caminho, muito bem acompanhadas por cores fortes e elementos rústicos.

Com foco na leveza, descontração e aconchego, os ambientes permitiram o trânsito de peças recuperadas e outras adquiridas em home center, itens artesanais e móveis e objetos de diferentes países e culturas. Tudo sob o mesmo teto, onde todos passaram a falar a mesma língua: o idioma da moradora.

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Via: Apartment Therapy

 

Pra viver o final de semana

Fim de semana são aqueles míseros dois dias tão abençoados, mas tão abençoados que, só de pensar neles, já surge um sorriso em nosso rosto. Neles a gente pode tudo: levantar mais tarde e permanecer de pijama até a hora do almoço, ouvir o tempo passando bem de mansinho, nos ater aos pequenos detalhes imperceptíveis em dias comuns.

Pois é, tudo neles soa diferente, a gente é diferente aos finais de semana. São dias que nos permitimos viver em voz alta e nos preocupamos em ser felizes, de verdade. É porque a simplicidade mora dentro desses dias, tudo neles é especial. O restaurante muda de lugar e vira almoço no quintal, a gritaria da molecada se transforma em música, a gente definitivamente muda a roupa de nosso estado de espírito.

São dias pra jamais passarem batidos, devem é ser muito bem celebrados com flores pela casa, com o chinelo macio no pé, com a mesa rodeada de amigos, com a alegria estampada em nossa cara. Mesmo que sejam apenas dois míseros dias, que passem bem devagarinho e que a gente saiba tirar um baita proveito de cada minuto. Um fim de semana fantástico pra todos nós!

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Fonte: Planete Deco

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