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Forma : Plural

Releitura do viver bem

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Cores

Em azul

Acho uma tremenda arte e extrema habilidade tingir a casa com uma cor predominante. Coisa complicada de se fazer espalhar a mesma cor em praticamente todos os ambientes e não ficar nem um pouco over – nem besta! Tem que saber dosar, contrastar, tem que saber tirar partido das nuances, pedir auxílio para as texturas e formas. É coisa de sutileza e elegância e o resultado é daqueles chocantes: monocromia sem monotonia. O jogo do mais claro com o mais escuro que confere dinamismo e movimento, a grande sacada de tirar vantagem da harmonia já estabelecida dentro da mesma cor e uma opção das boas para os indecisos de plantão.

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Fonte: Decordemon

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Manda cor!

Se tem algo que aprecio nesse mundo é a cor. Gosto tanto que acho que sentimentos deveriam ser coloridos. Expressariam sem rodeios, encheriam as ruas de cores e certamente surgiriam algumas combinações bem curiosas…

O fato é que a cor é um recurso marcante, envolvente, eficaz. E quando se trata de promover uma grande mudança com recursos enxutos ou em tempo recorde, não consigo imaginar outro artifício que se encaixe tão bem.

Cores em objetos e acessórios, como quadros e almofadas, são ótimas para quem tem medo de errar na dose. Trocou esses itens, o possível erro está desfeito. Já em peças maiores, como um sofá, é pra pontuar mesmo, deixar uma cor bem presente como protagonista enquanto as demais desempenham papel secundário em harmonia.

Uma das qualidades mais incríveis da cor é o poder que tem de mudar o caráter das coisas. O móvel muito bem datado acima é o resultado de uma intervenção colorida que lhe conferiu vários anos a menos, tirou seu aspecto mais sisudo e o trouxe ao tempo do aqui e do agora.

Utilizar a cor como um recurso para mudar por completo a forma como se interpreta um determinado ambiente também é algo muito bacana de se fazer. O toque do azul e suas diferentes tonalidades mudou o status dessa cozinha para cozinha de estar. Cor é isso: personalidade, sentimento. Avalie o que espera de cada parede, de cada recinto. Pense o que quer que sua casa diga e manda cor!

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Fontes: Sophierobinsoninteriors / Decordemon / 170 KVM

Salve o tropicalismo!

Surpresa das boas que tive ao me deparar com um climão mega tropical desses exalado de uma casa em Haia, Holanda. Coisa incrível, ou melhor, coisa de gente que entende que todo lugar pode ser qualquer outro que se queira, mesmo que em outro continente.

Ah, aí essa brincadeira toda de escolha de cores, decoração, curadoria de elementos começa a ficar interessante de verdade. Porque, acredite, quando se conhece o que se gosta, é uma questão de chegar nas combinações certas para criar o ambiente que bem entender – tropical, minimalista, com sotaque industrial, retrô.

Uma determinada atmosfera num ambiente pode ser só aquele “cheirinho” dado por um objeto marcante e a partir dele demais itens começam a fluir. Nessa casa, por exemplo, são as plantas que ditam o caminho, muito bem acompanhadas por cores fortes e elementos rústicos.

Com foco na leveza, descontração e aconchego, os ambientes permitiram o trânsito de peças recuperadas e outras adquiridas em home center, itens artesanais e móveis e objetos de diferentes países e culturas. Tudo sob o mesmo teto, onde todos passaram a falar a mesma língua: o idioma da moradora.

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Via: Apartment Therapy

 

Uma sala rosa

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Se um dia alguém me falasse que iria me encantar por uma sala rosa, num tom bem clarinho, e ainda por cima me dar ao trabalho de escrever um post sobre isso, certamente iria dizer que essa pessoa tá completamente surtada.

Nunca fui muito fã de rosa, especialmente dos tons mais desmaiados, mas admito que de alguns tempos pra cá tenho botado um reparo danado nele. Fui capaz de descobrir que minha implicância na verdade residia nas companhias que estavam junto ao rosa e não no rosa.

Dependendo da companhia, o rosa soa demasiado infantil; afetado demais; romântico ao extremo. É como costumava dizer minha avó: tudo o que é demais, é sobra. É mesmo, vira redundância, overdose.

Nessa sala não. Tá tudo bem dosado, ela é leve e agradável. As pinceladas neon dos quadros doam o ar contemporâneo, as estruturas dos móveis conferem um movimento bonito de se ver, o dourado salpicado em diversos cantos salta ao olhar de um jeito elegante.

Cada vez mais acredito que não há nenhuma cor ingrata, o que existe é cor mal acompanhada.

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Fonte: Camille Styles

Azul, branco e algo a mais

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Embora a clássica combinação de azul e branco costume funcionar em boa parte dos casos, existem momentos em que ela pede um algo a mais para fugir um pouco do óbvio. E a parte boa disso é que ela é super amigável, já se tornou uma base neutra, então dá pra eleger diferentes arranjos de cores e texturas sem muito erro. No caso acima, o dourado foi bastante requisitado, enquanto doses certeiras de vermelho, laranja e fúcsia salpicam em alguns pontos. A textura  aparece para contribuir com suavidade e doar um maior movimento ao conjunto. Sem dúvida, essa é uma daquelas paletas boas e sem a menor monotonia pra gente carregar  como inspiração para diferentes cômodos de casa.

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Fonte: Remodelista

Móvel vestido

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Móveis velhinhos, essa é uma das minhas paixões, e das grandes! Já pintei com cores de doer os olhos, desenhei, raspei a pintura pra criar um efeito detonado…Foram tantas as técnicas e pirações, que nem sou capaz de me recordar de todas elas. Mas uma delas, em especial, costumo usar quando o tempo anda curto e a ansiedade enorme: revestir móvel com tecido. Além dessa técnica ser bem mais rápida que uma pintura, ainda permite inúmeras possibilidades, como revestir um móvel inteiro ou apenas um detalhe. Ah, e a variedade gigante de estampas pra gente ficar naquela baita dúvida? Se já enxergou uma peça meio caidinha por aí, que rapidinho ficaria lindona com um tecido simpático, aqui e aqui têm algumas inspirações e dicas de como fazer.

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Parede escura

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Uma parede escura é um passaporte imediato para o despertar dos detalhes. Parece mágica, mas as estampas, as flores, os contornos dos objetos se destacam bravamente numa parede de cor escura, sem dizer ainda da elegância ousada que só ela sabe ter. Ah, e junto com a madeira? É um casamento perfeito! Claro que ela tem lá suas exigências, como uma boa entrada de luz natural para não tornar o ambiente pesado demais, mas ela retribui de uma forma fantástica tornando todas as cores muito mais “acesas”. Para ares mais contemporâneos ou sóbrios, com diversos estilos de decoração, a parede escura é um recurso que vem provando dar super certo e aquele quê de extravagância que tira qualquer recinto do lugar-comum.

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Fonte: Sköna Hem

Para o que falta

Casa que é casa sempre falta uma coisinha aqui e outra lá e vamos sentindo isso à medida em que vamos explorando e vivenciando todos os seus cantinhos. Às vezes falta espaço, outras horas falta sentimento, e assim a vida segue. Pra resolver muitos dos casos, nem sempre precisamos de soluções muito mirabolantes, e é essa a proposta desse post, ideias que podem colaborar no caso da “falta de” e tornar a casa um lugar bem mais bacana pra viver.

Identidade

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Às vezes passamos os olhos ao redor e sentimos a casa sem personalidade, sem conseguir contar quem mora nela. Pra esses casos, uma coleção é uma boa pedida, pois é uma forma eficiente de trazer um bocado de nossa história, nossos gostos, nossas andanças pra dentro de casa. Isso se estende a obras de arte, fotografias, livros, lembranças de viagens.

Vagas

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A mesa é pequena sim, mas de que adiantaria uma mesa maior se ela não caberia no espaço disponível? O jeito é trocar cadeiras por bancos, que apertando um pouquinho sempre cabe mais um. Para salas, os pufes com rodízios são ótimos, e podem ser acomodados sob algum móvel, ser usados como mesas auxiliares ou ficar num cantinho quando não estão em uso.

Aconchego

decoholic

Abrir a porta e sentir um abraço, é isso que a gente gosta numa casa. Tudo bem que alguns espaços são difíceis de lidar, mas um ou outro cantinho podemos formular de um modo tão especial que a casa toda sai no lucro. É o conjunto de cantinhos especiais que criamos que fazem a casa ser aconchegante.

Um toque elegante

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Seja lá qual for o estilo de sua casa, a madeira é sempre uma grande companhia. Ela é elegante por vocação, combina com tudo, ao mesmo tempo em que traz um conforto visual incrível. Se estiver expressa em móveis antigos, melhor ainda, porque podem vir adicionadas de muitos anos de história.

Papel de parede

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Queria aquela parede preenchidona, com graça, cor, alegria; mas não tá a fim de arriscar em nenhum papel de parede? Pois estantes repletas de livros, um montão de quadros ou mesmo uma composição que misture tudo pode resultar no mesmo efeito do papel de parede e ainda  ser totalmente personalizado.

Cor

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Adicionar cor é um dos truques mais velhos e que não costuma falhar. Uma das apostas que costumam ser bem felizes em muitos casos é a mistura de tons abertos com fechados, pois se harmonizam perfeitamente e causam um impacto enorme.

Espaço ingrato

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Quase toda casa tem um espaço difícil de decorar, seja pelo uso que se faz dele ou por conta de sua metragem. A alternativa pode ser uma ideia que mude a forma como enxerga esse espaço, como uma pintura no teto ou uma ousadia no piso. De sem graça e ingrato, o espaço pode se tornar o centro das atenções.

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Fontes: Casa Vogue / Cepaynasi / Decoholic / Design Files / Glitter for Breakfast / Histórias de Casa / Sojorner

 

A arte de povoar

Urban Outfitters

Enfeites juntam um pó danado mesmo e o trabalho de limpeza de uma casa cheia de adornos é redobrado. Mas que alegria para os olhos eles proporcionam, que festa são dentro de uma casa, quantas grandes lembranças expostas logo ali, acima de um aparador.

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Carrego sérias dúvidas sobre a funcionalidade, na verdade não acredito em função sem sentimento. Se temos a chance de arranjar um significado muito maior para um móvel ou para um ambiente, por que devemos nos conter?

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E enfeites são campeões em doar significados, eles humanizam a atmosfera mais gelada, contam casos, colorem. Mas eles também podem ser aquela fuga do óbvio e o despertar para outras possibilidades.

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Povoar uma casa não é tarefa das mais fáceis. Tem gente que povoa usando a cor como uma linha mestra; outros povoam por etnia; outros por estilo. Tudo é válido, é uma questão de unir e ver se a convivência rola. Se rolou a simpatia, tá tudo certo.

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Além disso, dar a liberdade aos enfeites e trocá-los de lugar é um exercício que pode render espaços com sensações completamente novas. Jogue objetos da sala no quarto, carregue um vaso do quarto para o banheiro e sua percepção será outra. E tem mais: dê um enfeite a um cômodo e ele nunca mais será o mesmo.

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Enfeitar uma casa é como se perfumar e se arrumar pra festa. Exige todo um preparo, demanda tempo. Aliás, acho que tempo é o maior responsável pelas combinações mais afinadas, aquelas que deixam de ser um catado de objetos que deu certo e viram um momento inesquecível dentro de um ambiente.

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Fontes: Urban Outfitters / Casa Vogue / Casa Abril / Emily Henderson / SF Girl by Bay

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