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Forma : Plural

Releitura do viver bem

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Ambiente sem fronteiras

As paredes saem de cena e abrem alas para a luz inundar os ambientes, assim, desse jeito. Quanto menos fronteiras visuais, melhor. Quanto mais luminosidade e circulação do ar, melhor. E, em tempos onde cada vez mais as metragens diminuem, é natural que os ambientes desempenhem mais de uma função, se tornem totalflex por excelência. Num reino onde tudo passa a acontecer junto e misturado, um mínimo de ordem visual é fundamental para tornar o todo mais harmonioso, como essa sala bacanuda do El Mueble. Aqui, nota-se um cuidado com as proporções: ambientes enxutos pedem mobiliário enxuto. Além disso, a predominância do tom da madeira ajuda a criar uma unidade, enquanto elementos pontuais quebram o gelo geral sem muita algazarra. A composição de quadros ajuda a dividir as funções do ambiente, bem como o tapete delimita a área principal. São as fronteiras visuais sendo quebradas pelas novas fronteiras conceituais.

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Coragem

Essa é uma daquelas casas que nos enchem de coragem, que faz bater aquela vontade louca de arregaçar as mangas e sair trocando tudo de lugar. É uma casa cheia de atitude, onde páginas de dicionário se transformam em papel de parede, onde o garimpo tem lugar de destaque, onde o conforto – físico e emocional – é a palavra de ordem.

Apesar de todo sua personalidade forte, ela carrega uma atmosfera tranquila, própria de quem não precisa provar mais nada pra ninguém. Ela pertence ao presente e flerta com o passado, mistura tudo sem o menor remorso e acredita que tudo é válido até a próxima mudança.


 

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Fonte: Apartment Therapy

Preto e branco

Preto e branco é uma combinação porreta, tipo arroz com feijão, macarrão com molho. Pra dar ruim, tem que errar muuuito, coisa grotesca mesmo. Mas, apesar dessa união ser pra lá de incrível, ela pede um complemento: uma textura pra quebrar tamanha solidez, pitadas coloridas pra criar pontos focais interessantes, elementos naturais pra conferir aconchego. E essa dosagem bem equilibrada tem nesse apê, desde o emprego bem sucedido de têxteis até detalhes mínimos que prezam pelas texturas. Além disso, ele também é uma inspiração das boas de que o combo layout bem planejado + cuidado com as dimensões do mobiliário e afins opera milagres nos ambientes e faz 70 m2 renderem pra caramba.

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Fonte: Planete Deco

 

 

Cozinha de estar

Cozinha, baita recinto de coração enorme, finalmente tem seu mérito reconhecido, ganhou respeito e agora vive seus dias de merecida glória. As paredes caíram e as portas se abriram, agora a cozinha tem horizonte, tem objetos decorativos, tem muitas vagas pra receber visitas que bebericam ali mesmo, enquanto o anfitrião prepara suas receitas. É lugar onde o evento realmente acontece, com direito a degustação e cheiro. De sem graça ela não carrega mais nada: perdeu o medo das cores, se tornou mais leve, ganhou uma bossa danada. Sorte a nossa, passamos a contar com uma nova sala onde a conversa é sempre mais descontraída e animada.

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Fonte: A part ça

Jardim sob um outro ponto de vista

Não adianta reclamar das mazelas de não se ter um pedacinho de chão de terra pra chamar de seu, onde possa cultivar sob sol e chuva aquelas verdinhas que tanta sonha em ter. Infelizmente, a realidade é dura e atualmente nos limita a pouquíssimos metros quadrados. Então, o jeito é partir pra criatividade e acreditar com força que, quando a vontade é grande, qualquer lugar vira jardim, até mesmo um aparador. Além de criar um espaço verde lindão dentro de casa, ainda resolve o bom e velho dilema de como decorar essa peça mobiliária: planta nele e mais alguns itens e tá valendo, ficou lindão de morrer!

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Fonte: El Mueble

Uma casa pra gostar

Casa é uma coisa de empatia, e as vezes demora um pouco pra rolar. Sem contar que, não muito raro, sempre tem um cantinho que a gente custa a gostar. Por isso que o tempo é tão fundamental, pra poder observar, descobrir a real função de cada cômodo, sacar como a iluminação natural acontece em cada ponto da casa. Por mais que bata aquele impulso louco de ver tudo pronto, não é comprando tudo num único lugar e às pressas que teremos a casa que nos represente. O exercício de testar, dialogar, de “arrasta pra cá e leva pra lá” é o mais precioso investimento que pode ser feito e, no futuro, evita possíveis frustrações com compras de móveis e objetos que perdem rapidamente a validade. Essa casa aqui, por exemplo, é resultado de muito garimpo e de um olho paciente, que se envolveu e soube tirar proveito e valorizar cada centímetro, já sabendo que pra continuar gostando é fundamental manter-se atento a novas necessidades que vão surgindo.

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Fonte: Casa Vogue

 

Aconchego sem monotonia

Ainda não descobri nada tão eficiente pra trazer aconchego instantâneo quanto o uso de madeira e elementos naturais na decoração. É uma coisa de textura, de toque, de sentimento. Ouso até dizer que o uso desses recursos estão num outro estágio, fazem a gente ter um olhar menos utilitarista do espaço e do mobiliário. Sim, porque a gente não quer só um espaço que cumpra sua função, a gente quer um espaço com acolhimento, movimento, com pulso. E isso é  o que essa sala tem. Tem também toques dourados para que a rusticidade não impere. Tem estampas contemporâneas para situá-la no tempo em que vive. Tem despojamento de sobra para não deixar o aconchego virar monotonia.

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Fonte: Apartment Therapy

Um sacolejo dos bons

Acho que de tempos em tempos ( e confesso que no meu caso os intervalos costumam ser bem curtos! rs ), a gente precisa dar um novo fôlego à casa, botar tudo a baixo mesmo, no melhor sentido.

Não falo de quebra-quebra ou esses tipos de intervenções que demandam um mínimo de planejamento. Falo em mudanças que podem ser realizadas praticamente com envolvimento e que pedem boa disposição e um olhar atento.

É trocar os móveis de lugar e inverter as funções. Acredite: isso, por si só, já dá uma mudada enorme no astral, faz a gente acreditar que tem móvel novo em casa sem ter adquirido nadinha. Isso se estende aos objetos.

Brinque com a paleta de cores sem medo, teste combinações que jamais cogitou.Numa dessas, a gente acaba unindo elementos, formas, texturas tão inusitados e que funcionam tão bem juntos que nos perguntamos: como nunca pensei nisso?

Tire do baú o que tá sem uso e guarde por um tempo os itens com os quais a convivência não anda mais das melhores. Bote ordem na bagunça, organize de outro jeito, descubra novos espaços e improvise outros.

Aliás, improviso é um exercício magnífico para decisões mais sérias e muitas vezes sair de nossa zona de conforto nos faz reavaliar uma série de conceitos que deixaram de funcionar e a gente nem se tocou.

Toda casa precisa de um sacolejo, de um chamejo, de uma fuga marota da mesmice, como essa que ilustra esse post. Viver numa casa assim é ter a oportunidade de olhar todo santo dia para as mesmas coisas e sempre enxergar algo diferente.

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Fonte: Planete Deco

Uma casa que pertence ao tempo

Cada vez mais me simpatizo com as casas que pertencem ao tempo, aquelas que estão sempre prontas e nunca acabadas. Prontas porque sabem como ninguém que a hospitalidade ultrapassa qualquer estilo de decoração, organização, anos de vida, e nunca acabadas porque possuem a flexibilidade fundamental para se adaptar a mudanças.

Não há como não se admirar com tamanha sinceridade, daquela que expõe rachadura, mancha no móvel, gaveta emperrada. Nem com tanta sabedoria que conhece que uma deliciosa cadeira de mola rende uma tarde de leitura tão incrível que o estofado meio detonado é apenas um charme a mais.

São casas que possuem significados em cada canto, porquês sobre prateleiras, verdades verdadeiras e verdades inventadas presas à parede. Elas são a melhor versão da história: nos momentos tristes elas se tornam poesia e nos momentos alegres são enredos animadíssimos lotados de personagens extravagantes.

Ah, quanta generosidade cabe em seu interior, muito além de apenas alicerce, mobiliário e talvez uma bela vista. Elas aprenderam com o espirituoso tempo a não ter pressa e descobriram que só assim são capazes de se envolver realmente com a gente e virar o melhor lugar do mundo que se pode desejar.

 

 

 

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Fonte: Espacio Living

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