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Forma : Plural

Releitura do viver bem

mês

maio 2018

Uma casa para definir em uma palavra: liberdade

O conceito de morar bem, hoje, tem uma dimensão enorme. E embora lhe tenha sido atribuído um valor tão grande, acredito que o morar bem está realmente ligado às coisas simples, em ter a seu redor itens que lhe são preciosos, impregnar cada pedacinho de alicerce com a sua essência, ter aquilo que faz sentir-se bem. É o seu pedaço de mundo sob um teto, onde tem passe livre pra ser você, sem maiores preocupações. O caso curioso dessa casa, por exemplo, que aconteceu porque o cara adora cozinhar e seu sonho era ter uma mesa de jantar grande para receber bem seus amigos. Foi a partir desse querer e desse gostar tão presente que esses ambientes incríveis aconteceram. Até as cadeiras diferentonas não são mero acaso: “Ao longo dos anos, montei uma coleção de cadeiras, diz Pelosi. Meus amigos podem escolher a melhor cadeira para eles, já que os diferentes tipos de corpo são confortáveis em diferentes lugares”. Morar bem não significa seguir regras ou prender-se a determinados status. Morar bem significa ter uma experiência agradável, enxergar função real para o que te cerca – isso se estende também àqueles itens cuja função é meramente ilustrativa, mas que nos tornam muito mais alegres toda vez que os vemos. A não ser que queira apenas um reduto pra dormir e guardar suas tranqueiras, uma casa é aquele espaço onde se encontra e sua identidade está à salvo de fraude: tudo é familiar e acolhedor. Medo de errar? Acha que se juntar tudo que julga interessante e importante pra vc não vai dar liga? Então deixo mais uma aspas do tal Pelosi, o morador desse cafofo: “Eu sempre senti que, se eu comprar o que eu gosto, tudo vai funcionar junto porque é a minha estética”.

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Fonte: Curbed

De volta ao feriado

O feriado vai embora e a gente sempre fica com aquela vontade de quero mais. Quero mais ruas livres, quero mais dias sem rotina, quero mais viver com o espírito bem leve, sem olhar para o relógio. Mas, infelizmente, existem coisas difíceis de mudar, mas para tantas outras a gente consegue dar uma bela ludibriada e criar um verdadeiro faz de conta que tô no feriado. Cenografar a casa, por exemplo, é um faz de conta bom pra caramba. Mergulhar num ambiente acolhedor e que transpira liberdade é passaporte instantâneo para o relax, um convite pra se desligar da correria e botar a cabeça pra funcionar no modo slow. Nesse quesito, investir em revestimentos que conferem conforto visual ou resgatam a lembrança de algo muito bom é imbatível, se for gostoso pra andar descalço é melhor ainda…Materiais naturais, daqueles que a gente identifica ao toque, são parceiros poderosos do aconchego. Escolha bem o cesto, o cachepô, o tapete. É a unidade entre esses pequenos itens que dá o tom. Menos peças mobiliárias e mais itens multifuncionais, que dá pra carregar pra lá e pra cá. Isso contribui para um maior dinamismo e torna os espaços mais livres. Cor não pode faltar, mesmo que em doses pontuais. Combine suas cores favoritas em artigos têxteis e ouse nas composições. Adicione plantas. Liberte-se de suas regras diárias e experimente algo novo. Traga o estado de espírito de um dia de feriado pra dentro de casa.

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Fonte: El Muelbe

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