O espaço dessa casa é compacto sim, mas nem por isso economizaram na bossa. Dona de uma pegada rústica, que prioriza o uso de texturas para criar uma atmosfera aconchegante, possui inspirações de sobra, especialmente para os diminutos apês urbanos que pretendem se tornar mais humanizados.

Das fibras naturais presentes em tapetes, cabeceira da cama, objetos, ela resgata ares de praia ou campo, enquanto sua dimensão é muito bem trabalhada com janelas e portas de correr, criando a deliciosa sensação de amplitude.

As coisas se acomodam nela de forma bastante descomplicada: oras com cestos, escada, banco; oras com baú, nichos. Das cores ela mantém uma certa reserva, no entanto faz questão de pontuar determinados cantos para que não haja monotonia.

Dos têxteis ela tira um proveito fantástico. Nada muito chamativo, tudo muito com cara de dá-pra-usar-todo-dia, mas com sutis detalhes e estampas tão interessantes que são por si sós uma prova de que esse todo dia pode ser sempre especial.

Ela tem uma coisinha aqui, acolá, onde os olhos procurarem. Todo lugarzinho é povoado, vivido, é cuidado. Nenhum espaço nela existe em vão, tudo tem alguma pequena delicadeza ou utilidade, que faz a gente se perguntar: mais espaço pra quê?

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Fontes: El Mueble / Jurnal de Design Interior

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