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Forma : Plural

Releitura do viver bem

mês

julho 2017

Pra viver o final de semana

Fim de semana são aqueles míseros dois dias tão abençoados, mas tão abençoados que, só de pensar neles, já surge um sorriso em nosso rosto. Neles a gente pode tudo: levantar mais tarde e permanecer de pijama até a hora do almoço, ouvir o tempo passando bem de mansinho, nos ater aos pequenos detalhes imperceptíveis em dias comuns.

Pois é, tudo neles soa diferente, a gente é diferente aos finais de semana. São dias que nos permitimos viver em voz alta e nos preocupamos em ser felizes, de verdade. É porque a simplicidade mora dentro desses dias, tudo neles é especial. O restaurante muda de lugar e vira almoço no quintal, a gritaria da molecada se transforma em música, a gente definitivamente muda a roupa de nosso estado de espírito.

São dias pra jamais passarem batidos, devem é ser muito bem celebrados com flores pela casa, com o chinelo macio no pé, com a mesa rodeada de amigos, com a alegria estampada em nossa cara. Mesmo que sejam apenas dois míseros dias, que passem bem devagarinho e que a gente saiba tirar um baita proveito de cada minuto. Um fim de semana fantástico pra todos nós!

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Fonte: Planete Deco

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Releitura de canto alemão

Canto alemão é um troço que deu certo mesmo, ideia porreta, que ultrapassou anos e continua com a validade em cima. Mas, para tudo que é bom ficar ainda melhor, uma boa releitura é sempre bem-vinda, não deixa as coisas caírem na mesmice e ainda dá aquela ajustada para que tudo se adeque ao contexto dos dias atuais.

Aqui, num espaço bem compacto, a mesa redonda faz as honras para os convivas juntamente com bancos dispostos em “L” ( combo imbatível no quesito ” aperta que cabe +1″!). Pra garantir  o conforto num longo bate-papo, assentos e almofadas, sendo que essas últimas significam a chance da renovação visual. E essas duas cadeiras? Lindonas, charme marcante. E, pra arrematar, plantinhas trazem frescor e vivacidade, quadros doam dinamismo e o pendente é pra garantir que o clima seja todo especial.

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Fonte: Decoholic

 

 

 

98 m2 de pura harmonia

 

Casa alugada não precisa ser sinônimo de casa sem identidade e aqui está um sobrado de 98 m2 que é um exemplo dos bons disso. Muito móvel de família, muita mão na massa, muita coragem e envolvimento são capazes de fazer qualquer mudança estrutural, como possíveis quebra-quebras, parecer supérflua. Sim, muitos problemas podem ser sanados quando a gente valoriza outros aspectos, bota coisa muito mais bacana pro olho da gente enxergar. Do mesmo modo, nem sempre é o alto investimento que fará a casa se tornar um lar, mas sim a quantidade de tempo que dedicamos com planejamento e com observação.

Uma das grandes sacadas dessa casa é o uso e abuso de texturas, que são um passaporte instantâneo pro aconchego. Além disso, o uso de cores pontuais é uma porrada quando o assunto é inserir personalidade: é como dizer em alto e bom tom a que veio. No mais, ela é um festival de misturas onde novo e antigo não fazem distinção dos anos, funcionalidade e afeto caminham lado a lado, liberdade de expressão é a palavra de ordem. Enfim, é uma casa que merece um bom reparo em cada canto porque, além de muita ideia interessante, ela tem a ginga e alegria que falta a muita casa própria.

 

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Fonte: Revista Minha Casa

 

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