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Forma : Plural

Releitura do viver bem

mês

maio 2017

Jardim sob um outro ponto de vista

Não adianta reclamar das mazelas de não se ter um pedacinho de chão de terra pra chamar de seu, onde possa cultivar sob sol e chuva aquelas verdinhas que tanta sonha em ter. Infelizmente, a realidade é dura e atualmente nos limita a pouquíssimos metros quadrados. Então, o jeito é partir pra criatividade e acreditar com força que, quando a vontade é grande, qualquer lugar vira jardim, até mesmo um aparador. Além de criar um espaço verde lindão dentro de casa, ainda resolve o bom e velho dilema de como decorar essa peça mobiliária: planta nele e mais alguns itens e tá valendo, ficou lindão de morrer!

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Fonte: El Mueble

Uma casa pra gostar

Casa é uma coisa de empatia, e as vezes demora um pouco pra rolar. Sem contar que, não muito raro, sempre tem um cantinho que a gente custa a gostar. Por isso que o tempo é tão fundamental, pra poder observar, descobrir a real função de cada cômodo, sacar como a iluminação natural acontece em cada ponto da casa. Por mais que bata aquele impulso louco de ver tudo pronto, não é comprando tudo num único lugar e às pressas que teremos a casa que nos represente. O exercício de testar, dialogar, de “arrasta pra cá e leva pra lá” é o mais precioso investimento que pode ser feito e, no futuro, evita possíveis frustrações com compras de móveis e objetos que perdem rapidamente a validade. Essa casa aqui, por exemplo, é resultado de muito garimpo e de um olho paciente, que se envolveu e soube tirar proveito e valorizar cada centímetro, já sabendo que pra continuar gostando é fundamental manter-se atento a novas necessidades que vão surgindo.

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Fonte: Casa Vogue

 

Aconchego sem monotonia

Ainda não descobri nada tão eficiente pra trazer aconchego instantâneo quanto o uso de madeira e elementos naturais na decoração. É uma coisa de textura, de toque, de sentimento. Ouso até dizer que o uso desses recursos estão num outro estágio, fazem a gente ter um olhar menos utilitarista do espaço e do mobiliário. Sim, porque a gente não quer só um espaço que cumpra sua função, a gente quer um espaço com acolhimento, movimento, com pulso. E isso é  o que essa sala tem. Tem também toques dourados para que a rusticidade não impere. Tem estampas contemporâneas para situá-la no tempo em que vive. Tem despojamento de sobra para não deixar o aconchego virar monotonia.

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Fonte: Apartment Therapy

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