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Forma : Plural

Releitura do viver bem

mês

fevereiro 2017

Entre plantas, cores e tecidos

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Uma casa com plantas nunca é uma casa vazia. As cores, por sua vez, criam pontos focais interessantes e são fantásticas no quesito camuflagem. E os tecidos com suas texturas? São danados quando o assunto é humanizar alicerce.

O trio planta + cor + têxtil  é realmente porreta, especialmente quando a intenção é criar uma atmosfera plena de vida e acolhedora, sem muita dor de cabeça, que seja capaz de se renovar quando der na veneta.

Tá na dúvida do que usar pra realçar um cantinho? Quer promover uma mudança rápida? Falta sensação de acolhimento? Ou quer apenas tapar aquele vazio que teima em existir, apesar de  incansáveis tentativas? Então esse combo é pra você, tiro certeiro pra esses males e garantia de uma casa que respira, como essa aqui  do Design Sponge.

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Uma cozinha iluminada

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Acho que poucas coisas fazem tão bem para uma cozinha quanto um vaso de flores, ao menos me encanto toda vez que vejo uma ornada com um jarro florido. Bom, talvez seja coisa de infância, lembrança das boas diretamente da cozinha super roots da D. Maria, sempre enfeitada com vasinhos de flores silvestres. Cozinha que é cozinha tem flor, tem cor, tem pegada. É acolhedora e tem cheiro, tem vaga pra prosa e também pro café com pressa. Fazer o que, imposições da vida moderna… É, ela precisa ter praticidade pra ser compatível com o cotidiano, mas também é fundamental que tenha simpatia de sobra pra deixar esse cotidiano bem mais legal. Essa aqui é assim, muito bem planejada pra não deixar nadinha a desejar, e com uma boa dose de audácia pro cotidiano jamais virar monotonia.

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Fonte: Planete Deco

Uma sala rosa

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Se um dia alguém me falasse que iria me encantar por uma sala rosa, num tom bem clarinho, e ainda por cima me dar ao trabalho de escrever um post sobre isso, certamente iria dizer que essa pessoa tá completamente surtada.

Nunca fui muito fã de rosa, especialmente dos tons mais desmaiados, mas admito que de alguns tempos pra cá tenho botado um reparo danado nele. Fui capaz de descobrir que minha implicância na verdade residia nas companhias que estavam junto ao rosa e não no rosa.

Dependendo da companhia, o rosa soa demasiado infantil; afetado demais; romântico ao extremo. É como costumava dizer minha avó: tudo o que é demais, é sobra. É mesmo, vira redundância, overdose.

Nessa sala não. Tá tudo bem dosado, ela é leve e agradável. As pinceladas neon dos quadros doam o ar contemporâneo, as estruturas dos móveis conferem um movimento bonito de se ver, o dourado salpicado em diversos cantos salta ao olhar de um jeito elegante.

Cada vez mais acredito que não há nenhuma cor ingrata, o que existe é cor mal acompanhada.

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Fonte: Camille Styles

Ao lado da cama

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Vale criado-mudo, mesa, cômoda, banco, cadeira. E vale baú, por que não? E vamos combinar: fica supimpa e representa um bom espaço extra pra armazenamento ( artigo cada vez mais raro nos dias atuais!). Fora isso, ainda tem a vantagem de ser encontrado em diferentes dimensões e materiais, com preços para todo tipo de bolso. Vale caprichar na composição de objetos para adorná-lo para que seu aspecto não se torne muito pesado, visto que costuma ser uma peça mais “parruda”, mas sem perder de vista a questão da praticidade para não se tornar um verdadeiro estorvo toda a vez que necessitar abri-lo.

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Fonte: El Mueble

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