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Tenho o grande prazer de iniciar 2016 literalmente colhendo frutos, mais precisamente maracujás. Foi um pouco mais de um ano bem complicado, onde precisei aprender um bocado e até lidar com ataque de lagartas. Mas é assim mesmo, se a gente quer um jardim com borboletas, conviver com lagartas faz parte do pacote, né? Foi um aprendizado que exigiu e ainda exige uma baita paciência e muita observação. Diversas vezes bateu aquela vontade de declinar mas, nesses momentos, aparece algum amigo elogiando o que você considera ser um mísero pé de fruta que não dará em nada, sua irmã se empolga e te presenteia com uma tenda que sirva de suporte para que ele cresça bacanudo, e assim você volta a botar fé e o ânimo vem à tona. E com casa, de uma maneira geral, funciona assim. É necessário muito flerte, não dá simplesmente pra mandar aquela cantada objetiva e achar que vai rolar na primeira. Na real, casas de verdade demandam cantadas permanentes. É preciso coragem, é preciso driblar a rotina e, acima de tudo, é fundamental ignorar o calendário, porque não se dota uma casa de estado de espírito com data marcada. E, quando menos se espera, acontece uma daquelas coisas boas da vida: os maracujás nascem e um novo espaço para receber aparece bem no seu quintal.

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