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Forma : Plural

Releitura do viver bem

mês

janeiro 2016

Aliando relax e funcionalidade

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É o feliz proprietário de um espaço modesto mas que, de tão modesto, acredita que não sirva pra nada? É aí que entra a marcenaria esperta que, sem truques mirabolantes, faz desse pequeno espaço um reduto pra relaxar e acomodar um montão de coisas. O projeto é todinho em linhas retas, o que facilita bem a execução, e composto por um assento com gaveta e acabamento que se estende à parede, deixando-o com um aspecto muito mais aconchegante. É o tipo de projeto polivalente que funciona bem num canto da sala, do quarto ou onde mais tiver um espaço à toa. Além de dar vida a um espaço aparentemente sem utilidade, caprichando na escolha dos acessórios para elaborar uma atmosfera bem descontraída, esse ainda poderá ser o lugar mais disputado da casa.

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Fonte: Vogue Living

 

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A casa e os dentes de leite

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Há pouco tempo, meu caçula ganhou uma baita vaga em sua boca, caíram os dois dentes superiores de uma só vez. Encantada por janelas do jeito que sou, foi impossível não vibrar com aquela vista panorâmica toda, pontuando as mudanças e aprendizados que estão por vir.

Poucos dias após a sua perda de dentes, chegou o dia da festa de aniversário de um grande amigo da escola. Tomou banho, perfumou-se todo, escolheu uma roupa bacana e me perguntou com um sorriso largo: “tô bonito?”.

Pergunta boba a se fazer para a mãe, afinal todas elas acham o filho o cara mais bonito do mundo. Mas respondi prontamente que estava lindão e assim seguimos pra festa. O que mais me chamou a atenção em seu comportamento foi o tamanho pouco caso para sua tremenda banguelice. Com ou sem dentes, estava feliz e pronto.

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Isso me fez pensar sobre muitas atitudes que temos em relação as nossas casas. Às vezes ficamos cheios de receio pra por em prática uma ideia atrevida e deixamos de experimentar a felicidade. Infelizmente, esquecemos que essa ideia pode assumir um caráter provisório, ser um ensaio para uma decisão mais séria, como um dente de leite.

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Quantas e quantas vezes não ficamos amarrados a velhos conceitos? Pois é preciso reformulá-los e botar a cachola pra funcionar a nosso favor. Fugir de padrões pré-estabelecidos e convencionais em prol de uma alegria maior faz todo o sentido, além de nos tirar da clássica inércia do “não dá pra fazer nada”.

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Botar fé que nosso estado de espírito supera metragens, abre paredes e nos faz acreditar que o lado de fora e lado de dentro é apenas uma questão de ponto de vista, depende das lentes que usamos para ver.

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Bobagem levar a sério essa história de não usar pra não quebrar, não expor para não sujar e manter as coisas que julgamos valiosas muito bem guardadas no fundo do armário à espera do dia certo. O dia certo e especial deve ser todo santo dia.

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Cultivar e traduzir nossos gostos das mais variadas formas, sejam eles ecléticos e até duvidosos, pouco importa. O que conta é que nossa identidade seja mantida acima de qualquer tendência e que a gente consiga enxergar nossa alma a cada passo que damos dentro de nossa casa.

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É importante que a gente se contagie mais e seja menos austero em relação aos padrões e transformações que desejamos colocar em prática. Sejamos mais banguelas felizes, porque no final das contas nem mesmo todos os dentes definitivos duram a vida toda.

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Fontes: Histórias de Casa / Boho Deco Chic / A Casa dos Outros / Justina Blakeney / Vogue Living

Um bar sobre o aparador

 

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Aparador é daquelas peças total flex que decoram e acomodam uma porção de coisas. O que tenho aqui em casa que o diga! Guarda desde fotos à coleção de washi tape, passando até por manuais de Lego e parafusos. Por ter uma característica versátil, também permite uma série de combinações de objetos, o que não se torna um espanto criar um bar sobre ele. As bebidas bem acomodadas numa bandeja tornam-se um volume único e organizado enquanto fazem companhia para itens meramente ilustrativos. A composição funciona e a decoração sai ganhando! Mas sabe qual a segunda e importante parte disso? É que num dia de festa, muitos itens dispostos sobre ele podem sair de cena e o bar poderá ser ampliado. Resolve aquele problema de falta de espaço que insiste em aparecer nessas situações e dá um ar de festa personalizada.

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Fonte: Casa Abril

Uma boa referência

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Quando vi esse ambiente, de pronto enxerguei um recinto sóbrio, mas bastou gastar só mais um tempinho pra reparar no detalhe sutil doando textura à parede enquanto os quadros a colorem, as distintas estampas que cobrem os estofados, a excelente paleta de cores que harmoniza o todo. Boas surpresas que quebrarem a mesmice que tanto imaginei encontrar no primeiro momento! E a mesa lateral? Baita escolha interessante tanto no tamanho quanto altura. Não é exatamente um aparador nem uma mesa lateral, mas herdou dos dois suas melhores qualidades para o contexto em que está. É o tipo de ambiente que vale como uma ótima prova de que uma boa curadoria de itens faz toda a diferença e mostra que nem toda ousadia é necessariamente extravagante.

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Fonte: Houzz

Autenticidade

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Se tem algo que admiro muito numa casa é a diversidade. Aquela viagem proporcionada aos sentidos quando se olha ao redor, com objetos datados e outros com o frescor da etiqueta recém cortada; o convívio do design da feirinha de artesanato pra lá de batida com peças assinadas; o barato e o caro embaixo do mesmo teto. Ah, como gosto de ver toda a sinceridade contida numa reunião eclética de peças e dá pra sacar que foram escolhidas a dedo ao longo dos anos. O mais bonito disso tudo não é a pura união que deu certo, é o intercâmbio que passa a existir entre elas, quando o antigo valoriza o novo, o glamuroso cultua o brega. É a marca da autenticidade expressa na liberdade de deixar cada coisa ser exatamente aquilo que realmente é.

alisaburke.blogspot.com

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The Shiny Squirrel

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Fontes: Casa Haus / Alisa Burke / Design Files / Histórias de Casa / Justina BlakeneyThe Shiny Squirrel

A Tenda dos Milagres

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Tenho o grande prazer de iniciar 2016 literalmente colhendo frutos, mais precisamente maracujás. Foi um pouco mais de um ano bem complicado, onde precisei aprender um bocado e até lidar com ataque de lagartas. Mas é assim mesmo, se a gente quer um jardim com borboletas, conviver com lagartas faz parte do pacote, né? Foi um aprendizado que exigiu e ainda exige uma baita paciência e muita observação. Diversas vezes bateu aquela vontade de declinar mas, nesses momentos, aparece algum amigo elogiando o que você considera ser um mísero pé de fruta que não dará em nada, sua irmã se empolga e te presenteia com uma tenda que sirva de suporte para que ele cresça bacanudo, e assim você volta a botar fé e o ânimo vem à tona. E com casa, de uma maneira geral, funciona assim. É necessário muito flerte, não dá simplesmente pra mandar aquela cantada objetiva e achar que vai rolar na primeira. Na real, casas de verdade demandam cantadas permanentes. É preciso coragem, é preciso driblar a rotina e, acima de tudo, é fundamental ignorar o calendário, porque não se dota uma casa de estado de espírito com data marcada. E, quando menos se espera, acontece uma daquelas coisas boas da vida: os maracujás nascem e um novo espaço para receber aparece bem no seu quintal.

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