Cadeira de jardim repartindo a atenção no meio de uma sala, onde cada mobiliário tem uma origem distinta, alguns deles já com passagens em muitos outros lares. A harmonia é toda a diversidade, mas acima de tudo o toque pessoal que se coloca para que essa união dê muito certo.

Talvez fosse mais fácil partir para um showroom e voltar com soluções e peças já prontas, mas qual seria a graça? Se pode ter uma casa com história, a sua história, a questão deixa de ser apenas econômica e entra num mérito bem maior: o envolvimento, a identidade e, sim, o tempo.

Tempo é fundamental para descobrir o que cai bem, para testar e errar, voltar e começar tudo outra vez. Descobrir que cortinas fazem as vezes da marcenaria, que um conjunto de tapetes pequenos costurados se transformam naquele do tamanho que precisa, que colares também viram cortina.

Pode-se descobrir no meio do caminho a paixão por bancos de construção, fazer das molas de colchão a sua obra de arte, dar um destaque muito grande a um objeto ofertado por um amigo. É bem provável que as tentativas de combinação sejam inúmeras, que muito do que se pensou não funcione de modo prático, mas ainda assim acho que o risco vale a pena.

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