A base branca, quanto se fala nela. É a mais receptiva de todas, onde se acredita que o medo de enjoar ou de errar possam ser minimizados. Ela também pode rapidamente se tornar a dona da mesmice, da frieza, se não lhe der boas companhias capazes de proporcionar o “brilho” que faz a diferença em qualquer casa.

E o brilho não vem da extravagância, mas do cuidado na escolha do tecido da almofada, na cor da flor que ocupará o vaso, na moldura do quadro, no envolvimento que existe entre você  e cada item que escolheu pra viver sob o mesmo teto. Sem esse brilho, uma base branca, mais do que qualquer outra, é a que corre um maior risco de se tornar impessoal e sem graça.

Na casa de Tomy Karaiskos, graphic designer, a base clara é recheada de boas surpresas e ilustrações, que enriqueceram a parede com molduras em diferentes acabamentos. E a cor não veio só daí, mas também  do mix de estampas das almofadas:

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Cimento, madeira trabalhada e pintada, madeira crua, pés cromados e de ferro e, pra completar, vidro. A improvável combinação que não só funciona muito bem como traz texturas para o ambiente:

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Uma pincelada colorida mesclada com formas diversas. Saídas que dão volume, criam profundidade e acabam com o efeito chapado quando se tem uma única cor reinando:

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Destaques pontuais  não poluem o visual e quebram a atmosfera com tendência à monotonia:

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E materiais naturais e artesanais traduzem aconchego, numa paleta de tons neutros:

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Fonte: Cush and Nooks