Quem acompanha o blog, já deve estar careca de saber o quanto gosto de plantas dentro e fora de casa. Claro que na minha casa elas não poderiam faltar, mas confesso pra vocês que nem sempre foi assim.

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Não dava conta nem de replantar um cactus num vasinho de cerâmica. Aliás, meus investimentos se limitavam apenas a esse tipo de planta, que passam dias sem uma gotinha d’água. Quando ousava adquirir algum modelo diferente, era baixa na certa.

Quando me mudei do apê para uma casinha de vila, dotada de um belo quintal com parede de tijolinhos, tive a chance de colocar à prova se não levava mesmo jeito para a coisa ou se era apenas uma questão de treino, observação e perseverança.

Cheguei à seguinte conclusão: é super possível, muito viável, desde que a dedicação esteja presente. E existem tipos de plantas que simplesmente não rolam mesmo, o santo não bate. Outras, depois de algumas tentativas, a gente pega a manha.

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Esse brinco de princesa foi a quarta, todas as outras secaram, apesar de ler e aplicar tudo que me ensinaram. O problema foi resolvido quando encontrei o local que ela gosta de ficar. Sim, plantas têm disso, não se satisfazem em qualquer canto.

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Essa gérbera está comigo há 4 anos, plantada num vasinho bem modesto de cerâmica. Floresce de Setembro a Abril e rego todos os dias. E aqui na versão rosa:

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Como as gérberas não florescem o ano todo, tenho vários vasos com hibisco, que é minha planta favorita. Exige boas doses de sol, mas é uma planta bem parruda, que te surpreende diariamente com uma linda flor. Semanalmente, pulverizo um inseticida à base de fumo, porque os pulgões não dão trégua.

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Para as que vivem em vasos, a cada 20 dias faço uma rega com NPK líquido. As bichinhas agradecem e a satisfação é evidente.

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Samambaia tenho de monte e são mais reservadas. Se desenvolvem bem em locais mais sombreados e, como adornam a parede como ninguém, espalhei várias em minha lavanderia, assim o local ficou menos ingrato. E, no caso da Lágrima de Cristo, aproveitei para camuflar um cano que me incomodava bastante:

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Plantas são companhias perfeitas, nunca perturbam e, quando bem cuidadas, sempre aparecem com uma boa surpresa. É uma questão de dedicação e de descobrir qual espécie funciona melhor com o tempo que tem disponível e com o espaço e luminosidade que pode proporcionar.

Mesmo não podendo morar ainda no meio do mato, que é um de meus sonhos, sinto-me uma felizarda em poder desfrutar das plantas mesmo que em canteiros e vasos. E fico mais feliz ainda em ver meu caçula subir em nossa pitangueira, que fica bem na entrada de nossa sala, mas isso deixarei para um próximo post…

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