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Forma : Plural

Releitura do viver bem

mês

outubro 2012

Verão = chuveirão!

Chuveirão é uma tremenda invenção, porque num pequeno espaço dá para instalar um e faz a alegria nos dias de calor insano. De modelos básicos aos mais elaborados, não exige uma mão de obra super especializada e ainda pode contribuir, e muito, para tornar sua área de lazer mais interessante. Animou? Então, seguem algumas inspirações que tirei da Revista Casa Claudia e Casa & Jardim:

E esse aqui que é genial, que vi no Blog da Reforma, que é um baita exemplo do que se faz com aquilo que se tem – uma árvore, uma mangueira e um chuveiro:

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Usando e abusando do tecido

Levei um tempo pra sacar todas as possibilidades de um mero pedaço de tecido. Meus projetos faça você mesma sempre envolveram tinta mas, são nos momentos de perrengue, que às vezes percebemos o potencial de determinadas coisas.

Com tecido foi assim. Quando nasceu meu segundo filho, passei um bom período com o  tempo curto. Lixar, pintar, retocar passaram a fazer parte de projetos que não me pertenciam mais. Estampar peças à mão, então, ficou completamente inviável.

A solução foi usar estampas que já existiam, encontradas em tecidos. A sujeira, comparada à tinta, é muito menor, a gama de estampas é enorme e, dependendo do projeto, até um retalho pode servir.

Tecidos em acessórios espalhados pela casa:

Os nichos de madeira se transformam completamente com o revestimento de tecido, assim como os vasos de cerâmica.

O bastidor vira quadro e uma cúpula grandona se transforma num lindo pendente.

Tecidos cumprem muito bem a missão de revestir paredes, fazendo as vezes do próprio papel. Vantagem: mais barato e sua largura costuma ser de 1.40m.

Pode ser usado um único tecido, um patchwork, vale também recortá-lo e criar desenhos ou padrões geométricos. Se tem receio de colar diretamente na parede, veja só o exemplo dessa última foto, onde os tecidos foram montados em telas de quadro.

Mas nem sempre é à base de cola que se destaca um tecido, pendurado também funciona:

Olha lá uma cortina estampada roubando o trabalho de marcenaria:

Se, assim como eu, não conversa com máquina de costura, fique sabendo que a cola para tecido funciona muito bem e não é nada difícil  confeccionar essas cortinas retas.

Os básicos bancos de madeira podem render peças exclusivas quando forrados:

E aquele móvel antiguinho, com o pé na cova, muda o status rapidinho:

Muitas dessas peças foram revestidas com papel de parede, mas asseguro que o resultado com tecido fica tão bom quanto.

Agora, se colocar a mão na massa não faz parte de seu ser, roupas de cama, mesa e banho são encontradas a preços de a a z e numa infinidade de padrões. O tecido em formato “pronto para o uso” pode ser a turbinada que tanto almeja:

Ou tecido escolhido por você e colocado por mãos profissionais:

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Fontes: Apartment Therapy / Colorful Senses / Copy&Paste / Damask et Dentelle / Decor8 / Design Sponge / Espacio Vital / Etxekodeco / Home&Garden / Kika Reichert / Planete Deco / Referans / Revista Micasa

Peças translúcidas

Para ambientes compactos são uma ótima opção, afinal não ocupam o espaço visual:

Podem contribuir para criar um clima mais requintado ou despojado:

Por possuírem um design limpo, podem ser inseridas em diversos estilos de decoração e não entram em conflito com outros tipos de materiais:

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Fontes: Casa de Valentina / Achados de Decoração / French by Design / Pinterest / Bohemian Vintage / Planete Deco / Desire to Inspire / Dust Jacket

Na onda das caveiras

Para quem gosta do tema, e aproveitando a onda do Halloween, que tal pintar algumas caveiras bem coloridas em vasos de cerâmica?

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Fonte: Creative Kismet

O jeito brasileiro

Acho que está mais do que evidente minha paixão em adentrar nos domicílios alheios. Sempre aprendo uma coisa aqui, outra lá, principalmente com os nórdicos. Os caras realmente têm grande maestria em lidar com pequenos espaços e se virar com poucos objetos. Em cores eles são excelentes também.

Mas, quando se trata da linguagem da mistura de materiais, de cores vibrantes, os brasucas mandam bem pra caramba. Você bate o olho, em qualquer blog ou revista , e já flagra que a casa é da terrinha. São as áreas externas, o modo descontraído de distribuir e organizar. É a identidade.

O famoso jeitinho brasileiro evidente em portas e janelas abertas, na alegoria toda espalhada pela casa, na peculiaridade da construção. Essa casa tem isso tudo, é repleta de vagas para quem mora e para quem chega, a feliz expressão do bem receber.

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Fonte: Planete Deco

“Sofá” para a varanda

Se você é o feliz proprietário ou locatário de uma varandinha, por mais inha que seja, é bem provável que já tenha cogitado a possibilidade de um assento confortável pra ficar na preguiça. Tô enganada?

Necessariamente não precisa ser um sofá, porque muitas vezes não encontramos na dimensão exata para aquele ínfimo espaço, sem dizer que não se trata de uma aquisição que cabe em qualquer bolso.

Então, sua solução pode ser mais simples do que imagina: almofada, em versão gigante e com tecido acquablock, que é  parrudo, aguenta sol e chuva, e pode ser lavado à máquina.

Uma almofada como assento e outra como encosto. Não economize no enchimento, capriche mesmo no recheio, porque ele será o responsável pelo conforto.

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Fonte: DigsDigs

Divergências

Cada ambiente, uma reação. Dependendo do repertório de cada um, o olhar muda. Pensando de maneira prática, qual a finalidade de se ter uma parede assim decorada:

Um mundaréu de coisas amontoadas num canto:

Um quintal com grama pra carregar a sujeira para dentro de casa:

Uma imensa trabalheira em restaurar e repaginar um móvel velhinho se existem tantas facilidades em se comprar um novo:

Poderia ficar horas citando prós e contras de muitos ambientes, analisando-os de acordo com a peculiaridade de cada perfil. Mas, convenhamos: cada um teve um motivo para criar o espaço que criou. E simplesmente gostar é um baita motivo.

Cada qual prioriza em seu cafofo o que melhor lhe apetece e, acima de tudo, levando em conta uma série de circunstâncias: tamanho do ambiente, questões orçamentárias, funcionalidade, se a moradia é própria ou alugada e assim vai.

Sabe o que acho mais bacana? A ação. A tentativa apesar das circunstâncias. A participação. Seja num acessório de papel, que ficará empoeirado dentro de um mês; uma peça de decoração que não se usa mais há décadas; uma cor de doer o olho.

Precisamos lembrar da tendência afinal, quer queira ou não, em alguns momentos ou muitos flertamos com ela. Quer trocar a casa toda a cada nova estação? Meros mortais normalmente não conseguem fazê-lo, mas se puder e quiser, vá em frente. Não pode? Adicione um ou outro elemento.

Gosta daquele jogo de estofados que todo mundo julga cafona e não arreda o pé? Tudo bem também. Gostar de algo está acima do que determina a tendência. Aliás, tendência vai e volta.

Temos provisórios e permanentes. Às vezes, o provisório é tão bom que vira permanente. Aquilo que jurávamos ser para todo o sempre, se torna passageiro. Conforme vamos descobrindo as possibilidades de nossas casas, sentimos a necessidade da mudança.

Um lar de verdade é construído à base de erros também. Conhecer aquilo que gosta e ter coragem de usá-lo é fator determinante para não ter a sensação de que o seu cafofo não te pertence. Antes de mais nada, questione-se: o que te agrada? E parta pro abraço!

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Fontes: Casa de Fifia / Pinterest / Blog da Reforma

Superfícies de concreto

Um dos ícones da arquitetura brutalista, o concreto aparente novamente vem dando as caras em muitos projetos. Pra quem curte linhas retas, é um prato cheio. Do concreto, se faz parede, piso e até mobiliário. E, para equilibrar sua frieza, nada melhor que apostar em elementos orgânicos, aqui exemplificados em madeiramento exposto, cestos e até uma cuba cujo revestimento é feito de pedras. O lustre é mera cereja do bolo!

Se o cinza não agrada, sem problemas, dá pra adicionar pigmentos e ter um acabamento colorido. Hoje já é possível encontrar misturas prontas, mas sem dúvida a chave do sucesso é encontrar mão-de-obra especializada, pois esse tipo de execução não é tão simples quanto parece. Enfim, fica a dica!

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Fonte: Geisslein

 

Sobre camisas e plantas

Se tem um item que nunca falta em meu guarda-roupa é uma boa camisa.Naqueles dias em que acordo demônia, visualmente e espiritualmente falando, vou de camisa. Com chinelo, salto, tênis, short, saia, jeans, sempre fica com um aspecto mais razoável, com cara de pessoa ajeitada. E, curiosamente, acho que as plantas são a camisa da decoração. Tá mais ou menos, coloca um vaso. Num instantinho e com forte gosto, o ambiente se transforma, ganha vida. Uma casa com planta nunca está vazia. Acho que a Ariel, a moça dessa casa, também pensa assim. Sobre camisas já não sei…

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Fonte: Design Sponge

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