Não resisto a uma área externa. Seria capaz de morar numa barraca embaixo de uma árvore, desde que tivesse um banheiro razoável…hehe. É, minha fase pinga e Muddy Waters já ficou lá pra trás. Quer dizer, o Muddy Waters continua, mas o fígado clama por algo mais leve.

Gosto da sensação de liberdade que um pedacinho de verde me proporciona, mesmo que seja em vasos. Poder me sentar num pedacinho de canto e fitar o céu, sentir o vento na cara e trocar algumas palavrinhas com as plantas. Garanto: terapia barata! E nessas minhas andanças pelos blogs, tenho que admitir que os nórdicos são mestres nisso.

Grande parte dos apês tem uma varandinha pequena, mas tão bem montada, que só vendo pra crer.

Mesinha e cadeiras dobráveis, dessas de boteco mesmo, pintadinhas de branco. Numa boa, poderia até ser as de ferro. Claro, considere as intempéries! Floreiras adornam as grades, quebrando o aspecto de “prisão”. E até lata vira vaso.

Contar com um tapetinho é mais que adorno, é aconchego. Almofadas simples e coloridas tornam os assentos mais confortáveis e são parceiras naquele momento em que o corpo pede por aquela deitadinha básica. Um caixote vira um apoio adicional e lanternas garantem o clima intimista ao cair da noite.

Varandinha bem honesta, tranquila de adaptar aos nossos padrões. Se bobear, é uma varanda que dá pra resolver numa visita ao hipermercado. Se o tempo é escasso para o cuidado com as plantas ( sim, elas são seres vivos e demandam cuidados ), opte por suculentas e cactus. É uma boa saída pra ter um verdinho sem se culpar pelas possíveis baixas.

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Fonte: Alvhem