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Forma : Plural

Releitura do viver bem

mês

setembro 2012

Pequena sim, mas nos trinques

Não resisto a uma área externa. Seria capaz de morar numa barraca embaixo de uma árvore, desde que tivesse um banheiro razoável…hehe. É, minha fase pinga e Muddy Waters já ficou lá pra trás. Quer dizer, o Muddy Waters continua, mas o fígado clama por algo mais leve.

Gosto da sensação de liberdade que um pedacinho de verde me proporciona, mesmo que seja em vasos. Poder me sentar num pedacinho de canto e fitar o céu, sentir o vento na cara e trocar algumas palavrinhas com as plantas. Garanto: terapia barata! E nessas minhas andanças pelos blogs, tenho que admitir que os nórdicos são mestres nisso.

Grande parte dos apês tem uma varandinha pequena, mas tão bem montada, que só vendo pra crer.

Mesinha e cadeiras dobráveis, dessas de boteco mesmo, pintadinhas de branco. Numa boa, poderia até ser as de ferro. Claro, considere as intempéries! Floreiras adornam as grades, quebrando o aspecto de “prisão”. E até lata vira vaso.

Contar com um tapetinho é mais que adorno, é aconchego. Almofadas simples e coloridas tornam os assentos mais confortáveis e são parceiras naquele momento em que o corpo pede por aquela deitadinha básica. Um caixote vira um apoio adicional e lanternas garantem o clima intimista ao cair da noite.

Varandinha bem honesta, tranquila de adaptar aos nossos padrões. Se bobear, é uma varanda que dá pra resolver numa visita ao hipermercado. Se o tempo é escasso para o cuidado com as plantas ( sim, elas são seres vivos e demandam cuidados ), opte por suculentas e cactus. É uma boa saída pra ter um verdinho sem se culpar pelas possíveis baixas.

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Fonte: Alvhem

Somente o necessário

Janelas estreitas de persianas verdes, por onde se avista um enorme jardim. Por dentro, lembranças da infância de Helena, que teve a chance reservada a poucos de adquirir a casa onde seus avós moraram.

Uma casa usada nas férias, onde a simplicidade de objetos reina, mas transborda o cuidado em cada detalhe.

Embora praticamente todos os itens orginais tenham sido mantidos, fico imaginando o desafio que é acrescentar elementos novos sem apagar lembranças, que foi o que aconteceu com a cozinha.

Anteriormente, a mesma era super pequena e localizada no andar inferior ao da sala de jantar, o que dificultava bastante nos dias em que recebiam muitas visitas.

Fazendo uso de materiais simples, como madeira e mármore, o projeto foi muito bem inserido no contexto, feito no total capricho.

Peças avulsas garantem vagas extras para quem aparecer e uma vista maravilhosa onde quer que esteja acomodado.

Naqueles dias em que o “batente” bate à porta, mesmo estando de férias, num lugar assim dá pra adiantar algumas coisinhas sem sofrer nada.

Depois de um dia repleto, nada melhor que um bom banho. De banheira, melhor ainda! Nada de super luxo, somente o necessário.

E aproveitando o melhor que a vida pode dar.

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Fonte: Praktyczne i Piekne

O poder dos cantinhos

Seja grande ou pequeno o cafofo, sempre tem um cantinho à espera de um bom uso. E existem muitas maneiras de fazer isso, seja aproveitando o que a arquitetura proporcionou:

Incorporando um móvel de família que traz boas recordações:

Inserindo elementos que te façam feliz:

Ou mesmo acessórios que dão aquela quebrada na seriedade:

Cantinhos podem se tornar pontos focais interessantes e fazer o ambiente assumir mais de uma função. São “inhos”, mas com um potencial e tanto!

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Fontes: Poppytalk / LaLoLe Blog / Interiors Porn / Pinterest / Tránsito Inicial

A estação das flores

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Fontes: 79 Ideas / Pinterest / Remodelista / Ida Interior Lifestyle / Apartment Therapy / Planete Deco / Desire to Inspire

Casa de revista

E pra viver, sonhar, criar. Usada, misturada. É praticamente um organismo vivo, que só de olhar dá pra perceber que foram muitas idas e vindas, sem perder o entusiamo. E isso é muito importante. Dificilmente se acerta na primeira e, quer queira ou não, erros abrem possibilidades. Pra mim, isso sim é uma casa de revista, repleta de inspirações viavéis. Perfeitamente imperfeita.

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Fonte: Damask et Dentelle

Além de uma parede pintada

Fazer uma parede “falar” considero uma grande coisa. Mas, transformá-la no que desejar, quando quiser, é ainda melhor.

Dá pra tirar grandes proveitos de uma parede com tinta de lousa, criando cenografias imaginárias, fictícias, que possam agregar um pouco de humor à ambientação. E, quando o humor muda, dá pra trocar a parede apenas com o poder do giz!


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Fontes: Smallrooms / Pinterest / Poppytalk

Turbinando um espaço para se refrescar

Tá fazendo um calor lascado aqui em São Paulo, digno de alto verão. Gosto muito, mas o clima seco judia um bocado. São Pedro bem que poderia fazer um extra e mandar uma água, porque tá fazendo falta.

Pelo visto, teremos um verão daqueles, onde queremos mais é criar um cantinho pra curtir uma preguiça e deixar o miolo ficar mole mesmo. Pensando nisso, separei algumas referências que talvez possam colaborar para a criação de um pequeno oásis.

Seja lá qual for o tamanho destinado para sua área de lazer, um balancinho desses dá pra acolher:

Agora, se for o felizardo portador de uma área mais avantajada, que tal um pergolado cheio de redes?

Nesse caso, alvenaria e colchões salvam a pátria:

Aqui, banco e mesa feitos de cerca de arame + pedras. É só ajustar a ideia para o tamanho do espaço disponível:

A clássica composição mesa e guarda-sol, que segura a onda numa boa. O destaque ficou por conta de almofadas e bancos coloridos. Aliás, bancos de MDF são encontrados bem baratinhos em lojas de artesanato. Para transformá-los, basta tinta e verniz marítimo para aguentar sol e chuva:

Olha lá o pallet com rodízios. Cumpre bem a função, né? Uma cortininha de voil se encarrega de criar um climinha:

E quando o aperto é grande mesmo, a saída é criar uma cenografia. Pufes encapados com chita, vários vasos na parede, com direito até a um piso com pedriscos:

Dá ou não pra dar um tapa naquele pedaço grande ou pequeno e curtir uma brisinha?

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Fontes: Damask et Dentelle / Home&Garden / Interiors Originals / La Minute Déco / Chic Deco / NIB / Casa e Jardim

À prova do tempo

Assim como a boa música nunca perde seu prazo de validade, algumas peças mobiliárias também nunca vencem.Algumas delas ainda podem ser mescladas com móveis contemporâneos e não criam conflitos, o que pode acontecer é roubarem a cena!

Ah, as estantes antigas. Encontrá-las nos dias atuais, a preço acessível, é um desafio, mas pode acontecer, principalmente se fugir um pouco das rotas convencionais.

Como já citei em post anterior, móveis de escritório antigos ainda continuam com preço camarada e são uma boa pedida pra quem curte o visual industrial vintage.

Móveis carinha de vovó podem ganhar revestimento novo de fórmica brilhante e, para quem não sabe, a prancha de fórmica é super grande, disponível numa gama enorme de cores e seu preço é mega acessível.

Esse jogo de mesa e cadeiras é fantástico e com certeza recebe periodicamente uma encerada. Parece bobagem, mas um carinho desses é capaz de levantar qualquer peça. Uma dica: use jornal para lustrar, dá um brilho incrível.

Cadeiras podem ser compradas avulsas e montar uma mesa de jantar com cada uma de um jeito pode ser bem interessante. Essa é aquela clássica cadeira estofada em marrom, olha só a turbinada que um novo estofamento deu:

Para as de madeira, almofadas florais:

Se a madeira da peça já não está lá mais uma Brastemp, a pintura pode funcionar para camuflar pequenas imperfeições:

E o papel de parede e tecido também colaboram para uma renovada instantânea:

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Fontes: Hellocoton / Bohemian Society Girl / M.Ydeas / Home&Garden / Design Sponge / Bohemian Vintage / Casa Chaucha

Alegria em cinza, preto e branco

Para aqueles que tem super receio de investir em ambientes coloridos, hoje trouxe um apê onde a base é totalmente neutra e o colorido vem  de poucos elementos vibrantes. Cansou? É só trocar os objetos.

O cinza, sozinho, traz uma certa frieza, mas quando mesclado com madeira, aqui retratada em peças vintage, rapidamente muda seu status:

O uso de uma diversidade de padrões de estampas geométricas quebra o branco e preto puro:

Repararam no pulo do gato? Prateleira atrás da cabeceira:

A cozinha possui azulejo apenas onde interessa e poucos e pontuais itens se encarregam de acabar com a monotonia:

Os quartos infantis também não fugiram à regra e têm um colorido que facilmente pode ser trocado conforme os pimpolhos mudarem de fase. Genial essa porta de correr para dividir o quarto do filho 1 e 2:

E por fim uma minúscula varanda, mas que já dá pra ficar à paisana numa boa:

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Fonte: Boho Deco Chic

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