Que grata surpresa quando encontrei esse apê. Nunca me deparei com um exemplar tão próximo ao cafofo de minha avó materna. Lá, tudo parecia assumir seu lugar por vontade própria. As coisas meio que rumavam para a liberdade. Assim, desse jeito:

Tudo que ela encontrava na casa de amigos, em viagens, na rua, em revistas e que, de alguma maneira, fizessem um sentido ( pra ela) entrava para seu repertório doméstico, misturado, criando assim um sentido ainda maior. Ela não tinha o menor medo de errar. Também, pudera, quer coisa mais original que o próprio erro?

Acredito que decorar seja isso mesmo,  um movimento interno  capaz de transformar cimento e tijolos em sensações, consequentemente, uma casa em lar. O dono desse cafofo, o fotógrafo Felipe Morozini, compilou bem a teoria que possivelmente estivesse na cabeça de minha avó ao ser indagado como treina seu olhar: ” O treino é acordar todos os dias e se perguntar: por que não?”.

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Fontes: Etxekodeco / Moda pra Ler

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