Vou falar de um troço que acho muito sério, o tal do contexto. Gosto de me perder nessa vasta rede de computadores e fuçar o que as pessoas inventam em suas casas e de qual maneira imprimem seus gostos.

Gosto é um negócio muito subjetivo, o que agrada muitos pode ser horroroso para outros. Pra uns, a felicidade é bege, pra outros é um verdadeiro arco-íris. Quem está certo ou errado? Na minha opinião, certo está aquele que fez o que teve vontade.

A arquitetura, o design das peças escolhido, as cores, as estampas, as plantas, a utilidade e, acima de tudo, o sentimento que se coloca no momento em que monta determinado ambiente é o que define o contexto.

E é justamente aí onde quero chegar: o que a gente vê por aí, no contexto dos outros X o que funciona no contexto da gente. Vou falar de algumas fotos que postei no Facebook:

Esse ambiente é fruto de uma belíssima composição de peças  desiguais garimpadas. Se não fosse montando numa base branca nem regado por tanta luz natural e, ainda por cima, apertado, poderia muito bem ter seu resultado comprometido.

Esses banquinhos se tornaram elegantes mesas de centro graças ao despojamento das cores e estampas. Acho bem pouco provável que num ambiente completamente neutro eles surtam o mesmo efeito.

Tire as almofadas, os tapetes e a toalha da mesa. O que sobra? Uma mesa embaixo de um pano pendurado. E pronto!

Olha lá o monte de “pra que isso” alegrando o espaço. Num contexto desses, serão muitos os adeptos a trocar sofás por pallets.

Pois é, mas determinadas ideias só caem bem em determinados contextos. Talvez venha daí a frustração de muitas pessoas quando simplesmente transportam aquela ideia brilhante para seu cafofo e percebem que não ficou tão bacana quanto na foto.

Inspire-se, mas elabore a seu modo. Todas as ideias permitem adaptações e, claro, personalizações.  E é justamente essa a graça: criar sua própria versão para o seu contexto.

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Fontes: Decor8 / 79 Ideas / Pinterest

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