Quando batemos o olho pela primeira vez numa pessoa, inevitavelmente criamos a tal da primeira impressão,  seja por sua estatura, a forma como gesticula e até  pela cor da blusa que esteja usando. Com casa também é assim.

Essa, por exemplo, tem uma arquitetura bastante convencional, fachada bem básica, no clássico branco e azul. De prima, diria ser um pouco sem graça. Não tem nem um vasinho ou rede na varanda…

Ah, mas casas também surpreendem. Da mesma forma como as atitudes vão revelando a personalidade de alguém, os detalhes de uma casa falam um bocado. É um conhecer aos poucos.

Conhecer aos poucos a importância dos espaços, a escolha das peças e, principalmente, reparar na intervenção pessoal.

Tem quem prefira comprar o pacote pronto num showroom e voltar com a casa montada. Já tem quem prefira garimpar cuidadosamente cada um dos itens e  “fazer” seu próprio mobiliário, restaurando, lixando, pintado e inventando moda.

O casal que optou por esse cafofo pra relaxar nos finais de semana não se intimidou diante de anos separando cada uma das obras que adornaria suas paredes. Quando a ideia é espairecer, qual a finalidade da pressa?

A declaração da moradora define bem: “amamos  o silêncio que faz à noite. Há uma coruja que vive nas árvores e você pode ver todas as estrelas”. Despretensiosa, aconchegante e simples. A leitura que fazem do viver bem.

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Fonte: Planete Deco / House and Leisure

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