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Forma : Plural

Releitura do viver bem

mês

julho 2012

Contexto

Vou falar de um troço que acho muito sério, o tal do contexto. Gosto de me perder nessa vasta rede de computadores e fuçar o que as pessoas inventam em suas casas e de qual maneira imprimem seus gostos.

Gosto é um negócio muito subjetivo, o que agrada muitos pode ser horroroso para outros. Pra uns, a felicidade é bege, pra outros é um verdadeiro arco-íris. Quem está certo ou errado? Na minha opinião, certo está aquele que fez o que teve vontade.

A arquitetura, o design das peças escolhido, as cores, as estampas, as plantas, a utilidade e, acima de tudo, o sentimento que se coloca no momento em que monta determinado ambiente é o que define o contexto.

E é justamente aí onde quero chegar: o que a gente vê por aí, no contexto dos outros X o que funciona no contexto da gente. Vou falar de algumas fotos que postei no Facebook:

Esse ambiente é fruto de uma belíssima composição de peças  desiguais garimpadas. Se não fosse montando numa base branca nem regado por tanta luz natural e, ainda por cima, apertado, poderia muito bem ter seu resultado comprometido.

Esses banquinhos se tornaram elegantes mesas de centro graças ao despojamento das cores e estampas. Acho bem pouco provável que num ambiente completamente neutro eles surtam o mesmo efeito.

Tire as almofadas, os tapetes e a toalha da mesa. O que sobra? Uma mesa embaixo de um pano pendurado. E pronto!

Olha lá o monte de “pra que isso” alegrando o espaço. Num contexto desses, serão muitos os adeptos a trocar sofás por pallets.

Pois é, mas determinadas ideias só caem bem em determinados contextos. Talvez venha daí a frustração de muitas pessoas quando simplesmente transportam aquela ideia brilhante para seu cafofo e percebem que não ficou tão bacana quanto na foto.

Inspire-se, mas elabore a seu modo. Todas as ideias permitem adaptações e, claro, personalizações.  E é justamente essa a graça: criar sua própria versão para o seu contexto.

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Fontes: Decor8 / 79 Ideas / Pinterest

Pintando quadros

Tá no dilema de como dar cabo naquela parede sem graça, mas não sabe se pinta ou se pendura quadros? Então aí vai uma ideia que mistura tudo isso e que ainda pode ser usada assim, simplinha:

Ou recheada de outras ideias:

Aqui ensina como fazer a pintura. Nessa hora, vale investir em stencil, que poderá ser um tremendo aliado para criar molduras bem bacanas e inusitadas e, cá pra nós, facilita um bocado o trabalho.

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Fontes: Eighteen 25 / Honestly WTF

Kit lazer

Porque o ralar de hoje é o desfrutar de amanhã. Para alegria daqueles que possuem uma área externa, uma varandinha ou só estão a fim de algum desafio nesse final de semana, separei alguns projetos para dar uma garibada no seu cantinho de lazer.

Ter um lugarzinho pra sentar é providencial, se der pra gerar um vento no cabelo, a coisa melhora bem:

Não tem árvore? Prende no teto. Tutorial aqui.

Um verdinho é de fundamental contribuição numa área de lazer. Uma jardineira resolve a questão de inúmeros vasos:

Se não tiver uma janela assim, coloca no chão, prende na parede, improvisa! Tutorial aqui.

O famigerado tapete plástico colorido para a externa. Cadê?

Pois é, sabe aquela loja próxima da sua casa que vende aqueles tapetinhos pretos ou transparentes a um preço super camarada? Basta mandar uma boa dose de tinta spray neles. Vi aqui.

E claro que uma iluminação diferenciada não poderia ficar de fora:

Separe aquelas fotos de momentos de puro deleite e turbine a lanterna. Tutorial aqui.

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Rosa

Não sou a maior fã da cor rosa, mas existem momentos em que ela me surpreende. Talvez seja o tal do pré-conceito que criamos e que, muitas vezes, nos afasta de determinadas cores. Até  nos esquecemos de que o contexto exerce uma força tremenda.

E a mesma cor possui inúmeros tons. E possui  gênio também. Para cada elemento associado, ela responde de uma forma. É igual cozinhar. Adicione um ou outro tempero e terá resultados distintos.

E a dose utilizada também faz uma grande diferença.

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Fonte: 13zor / All the luck in the world / Apartment Therapy / Cush and Nooks / En mi Espacio Vital / Puxe a cadeira e sente / My Sacandinavian Home

Dividindo espaços

Ou o ambiente é pequeno demais e a melhor alternativa é quebrar paredes, mas precisa dar uma certa privacidade a determinados cantos;  ou é grande demais e tudo fica misturado, numa desordem feia de se ver; ou não é nada mesmo, é só pra criar uma alegria a mais. Seja lá qual for o motivo, pra toda panela sempre existe uma tampa.

O clássico biombo. Esse é cheio de graça:

Acredito que não seja um projeto super difícil de executar, mas não encontrei tutorial 😦

A estante também é um clássico quando o assunto é separar os ambientes, com a vantagem de ser super útil:

A bancada também é manjadíssima e continua sendo uma das saídas mais utilizadas para separar cozinha / sala, mas pode vir acompanhada por algum atrativo:

A divisória rústica cria um clima todo de aconchego e pode ser feita com madeira reciclada:

E até a cabeceira da cama pode assumir outras funções, como ajudar a camulflar o closet:

Um jardim vertical é excelente pedida para as áreas externas. Vasos com plantas altas também dão conta do recado:

Uma divisória ” pra que isso?”, mas o apenas bonito também merece seu lugar de destaque:

A mudança de revestimento é um recurso que cai hiper bem e foge da tradicional bancada:

Nos tempos das avós, eram as cortinas que se incumbiam da tarefa e, dependendo da decoração, ainda continuam funcionando:

E, por último, uma alternativa que produz um efeito incrível, a boa e velha corda:

Lembrando que corda pode ser encontrada em qualquer canto, é disponível numa variedade enorme de cores e materiais. Gostou? Aqui ensina como fazer.

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Fontes: Pinterest / Etxekodeco / Planete Deco / ZsaZsa Bellagio / Lalole Blog / Inga Powilleit / Remodelista / The Brick House

Tapete amigo

Acordou tarde, continua de pijama, só e sem rumo? Então se agarra aos retalhinhos guardados há anos no fundo do armário e bora lá confeccionar um tapetinho, amigo de todas as horas e ambientes.

Os ingredientes:

Dá pra produzir tapetes nas medidas desejadas e usar como matéria-prima aquelas camisetas que não usa mais. Tutorial aqui.

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O estilo ” faça você mesmo”

Hoje lembrei de minha avó paterna, a pra frentex. Adorava tudo que era novidade, foi uma das primeiras avós que vi usar tênis e falar palavrão.

Meu pai já era um cara que cultivava o gosto pelo antigo e pelas manualidades. Tinha extrema habilidade com madeira e, nas horas vagas, colocava a mão na massa.

Super detalhista, suas peças sempre tinham algum tipo de recorte especial ou adorno que as tornava bem singular. Terminadas as confecções, feliz da vida nos chamava para mostrar seu feitos.

Mais que depressa, minha avó expressava: ” Nossa, parece que comprou pronto”. Aquilo, pra ela, era o maior dos elogios. Pra ele, era a morte.Claro, ralava pra dar todo seu talento e o ” comprar pronto” representava a falta de personalização.

Ela não enxergava dessa forma, pois participou de uma época em que a oferta de produtos era super pequena e o preço alto. Então, o comprar pronto dela vinha de um outro contexto, tinha um outro valor.

Relembrei esse episódio da minha família porque vi um post da casa de Sussana Vento, interior designer, e ela cita que, para seus clientes, parte em busca de novos produtos, mas na sua casa a história é diferente: escolhe peças que resistam a tendências e faz muitas manualidades.

Achei uma excelente prova de que o estilo “faça você mesmo” , acima de tudo, retrata o carinho com o espaço onde vivemos. É poder criar uma extensão da gente, é se ver em cada detalhe como se olhasse pra um espelho, incluindo todas as nossas transformações.

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Fonte: 79 Ideas / Dwell

No pranchão

Quando bati os olhos nesse ambiente, me lembrei da prancha de compensado, a grande solução para múltiplos problemas: pouco espaço, pequeno orçamento, falta de um marceneiro.

Ainda encontrada a preço bem acessível, pode ser cortada na medida exata para qualquer projeto e, o melhor de tudo: aceita muitos acabamentos.

Nichos são peças super versáteis e de execução bastante simples. Com um tecido bacana ou pintura, ainda podem virar o centro das atenções.

Olha que genial esse banco. Um de seus suportes é um nicho com prateleiras, usado como porta-revistas. Caixotes de madeira também podem ser uma boa saída. Agora, pra quem curte uma pegada hiper rústica, até blocos de concreto viram suportes.

Sacadas super simples resolveram o problema do encosto e assento. Nada que uma espuma de boa densidade encapada não resolva. E um velcro pode super bem substituir as tiras de couro.

Dá ou não pra encarar?

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Fonte: My Paradissi

Pra ocupar a cabeça

Projetinho total de inverno, que dá pra fazer enrolado no cobertor. Os materiais:

Facinho, facinho, para a Campanha de Inverno: encha a casa de alegria e evite um assalto à geladeira! Tutorial aqui.

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