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Forma : Plural

Releitura do viver bem

mês

junho 2012

Casinha de praia

Mas poderia também ser uma casa de campo.

Uma prova de que a simplicidade faz um bem tremendo à alma e nem sempre se precisa de muito para ser feliz.

Fazer o simples tomar parte da vida é um grande feito e, sem dúvida, investir em portas e janelas é uma boa coisa.

Se jogar, em qualquer canto ou lugar.

E ser despertado com a luz do sol.

Experimentar novas receitas e se virar com pouco.

Sentar-se à porta de casa e simplesmente contemplar.

Lembra-se de quando foi a última vez que fez isso? Na casa da gente também é possível, aliás é o melhor lugar para treinar isso e não requer dia nem hora marcada.

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Fonte: 17doors

Luzinhas

Tem quem as considere o chuchu do self service: totalmente sem graça e sem utilidade. Pra mim, elas se enquadram super bem na categoria “alegrias pela casa”. Tudo depende de como e onde inseri-las. Usar com moderação é recomendado, pois são bem chamativas.

Pra quem curte uma pegada vintage, tem essa aqui, com tutorial:

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Fontes: Mi Espacio Vital / Desire to Inspire / Damask et Dentelle / Plenty of Colour / Selina Lake / Tránsito Inicial / Zsa Zsa Bellagio / The Design Files / Rue Magazine / Oh Happy Day

Móveis de escritório

Gosto bem de um móvel antiguinho, mas tenho que admitir que atualmente os preços já não são mais tão camaradas como foram um dia.

Brechós viraram antiquários e muitos vendem peças em super mau estado a preço de ouro. Então, se ainda tiver que bancar um restauro, a peça deixa de ser atraente.

Mesmo assim, com uma boa batida de perna a gente consegue encontrar bastante coisa bem acessível, principalmente em bazar que muitas igrejas promovem. Ou quando os vendedores estão no esgana-gato…

Mas existe um nicho muito interessante e ainda pouco explorado que são os brechós de móveis de escritório. Tem que garimpar bem, porque tem muita coisa feia, mas tem também muitos armários de ferro e aqueles que eram de vestiários, cheios de portinhas.

Se não curtir um brechó, sem problemas, conheço muita gente que tem gaveteiro, arquivo morto e outras coisas que podem muito bem migrar para outro canto da casa e dar uma força na organização.

Gaveteiro “tunado” na cozinha:

Aparece só um pedacinho dele, mas é um clássico e está sendo utilizado da forma original:

Um pintado na tão badalada cor menta:

No banheiro e em versão romântica:

Na versão neon:

Uma boa dose de tinta e o móvel tá novo outra vez e pronto para bons anos de uso. São super parrudos e aguentam mais inúmeras transformações.

Infelizmente, não encontrei nenhuma foto bacana de arquivo morto :(. Ele é excelente, pois suas gavetas são enormes e fundas, o que significa acomodação para uma infinidade de itens.

Uma técnica que fica bem legal nesses móveis é o lixamento e uma passada de verniz incolor fosco. Com o tempo, a peça oxida e fica um resultado surpreendente. Outra dica é o envelopamento, técnica usada em carros. É uma película muita semelhante ao vinil, que possui muitas opções de personalização.

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Fontes: Curbly / Cush and Nooks / Espacio Vital / Achados de decoração / From Scandinavia with love

Muito pertinente para 60m2

Achei uma prova de que é possível decorar um apê de 60m2 com poucos móveis planejados, porque uma pequena parcela se arrisca a tal empreitada.

Concordo que não seja uma missão simples, pois móveis planejados mandamos executar na medida exata e eles se encaixam perfeitamente as nossas necessidades. Mas, particularmente, prefiro a bossa de um móvel com história…

A mocinha desse apê teve grandes sacadas para delimitar espaços usando móveis que contribuissem para uma diagramação interessante dos ambientes e ousadia suficiente para flertar com alguns objetos kitsch.

Todo o interior foi decorado com peças selecionadas em brechós e ela ainda quebrou o paradigma de que um espaço apertado carece de um piso claro. Sim, ela colocou um cimentão escuro e ganhou profundidade com isso ( o teto também é preto!).

Algumas pinceladas de cores fortes contribuíram para acender e pontuar alguns cantinhos,  criando uma atmosfera bem descontraída.

Moral da história: se for se mudar para um local de dimensões mais modestas, planeje bem antes de se desfazer do mobiliário e use as cores que realmente gosta, porque uma metragem não muda em função da cor.

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Fonte: Etxekodeco

As múltiplas possibilidades do stencil

O stencil é uma técnica tão velhinha que até nos esquecemos dos ” milagres” que a danada pode fazer. De uns tempos pra cá, é impressionante a quantidade de padronagens facilmente encontradas em boas lojas de artesanato. Além disso, com a disponibilidade de tintas para vários tipos de superfície, dá pra deitar e rolar.

Dê só uma olhadinha:

Parede, piso, tapete, tecidos. A imaginação é o limite. Não requer muita prática nem habilidade e é um excelente exercício para a paciência.

Uma outra opção, também muito interessante, é utilizar a renda como stencil:

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Fontes: Apartment Therapy / Royal Design Studio / Cutting Edge Stencils / Lemon Tree Creations / The Style Files / Pinterest / Cococozy

Produzindo seu próprio sofá

Sofá é um dos itens indispensáveis em qualquer cafofo. Cafofo sem sofá não dá, seja para se jogar, assistir Tv, receber amigos ou o que mais a imaginação fértil permitir. Mas o danado é caro…

Como diz o velho ditado: quem não tem cão, caça com gato…ou com pallet:

Esse pallet aí foi usado da forma como veio ao mundo, mas a grande sacada foi utilizar um colchão de solteiro com uma incrível capa estampada. Almofadas trazem conforto para utilizar a parede como encosto.

Usando a mesma matéria-prima sobre rodízios, temos esse outro, que ainda utilizou a ideia da produção com canos para criar as laterais:

As almofadas em forma de rolinho dão uma cara de sofá de verdade.  Aqui tem o tutorial.

Agora tem esse sofá aqui, com um desenho ultra bacana e não é feito de pallet, mas com materiais facilmente encontrados em lojas de ferragens. A execução não é das mais fáceis. Pronto, falei!  O tutorial não é super detalhado, apenas uma sequência de fotos que não ilustra um verdadeiro passo-a-passo. Mesmo assim, achei que merecia entrar no post. Quem sabe não é a hora de estreitar as relações com o serralheiro e colocar em prática as aptidões empreendedoras.

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Fontes: Pinterest / Prudent Baby /Luur Design

Peculiaridades

Existem alguns cantinhos que nos tomam de assalto, chegam sem nenhuma ponderação. Contém ideias que podem não ser plenamente viáveis para nossas casas, mas sacodem nosso espírito.

Sem pedir licença, abrem alas para novos pensamentos e misturas.

Até nos auxiliam a repensar a maneira como diagramamos nosso mobliário.

Fazem a gente perceber que uma pintura não precisa ser completa.

E que um pendente ou abatjour pode existir sem uma cúpula.

Podem ser super conceituais, mas são bons pontos de partida para uma mudança.  Ao menos nos deixam margem para fazermos uma releitura e execurtamos do nosso modo.

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Fontes: Cush and Nooks / Karl Anderson Photography / La maison d’Anna G.

Alegrando o teto

Quando decoramos a casa, o teto muitas vezes fica na saudade, porque a grana toda foi parar no piso térreo. Aí, quando olha lá pro alto e vê aquela lâmpada pendurada no fio sujo de tinta, rapidinho desvia o olhar.

Como lustre é um item  normalmente caro, boa parte apela para o plafon, que é disponível em vários formatos, materiais, cores etc, etc, etc, só pra dar aquela abafada básica e temporária. Aquela história do provisório que permanece pela vida inteira mais seis meses.

Por favor, nada contra os plafons, mas existe outra alternativa mais econômica e capaz de trazer uma alegria bem maior para o famigerado teto: lanterna japonesa. Também disponível em vários formatos, cores etc, etc, etc, e com um detalhe a mais: dá pra personalizar ( e não acumula inseto morto)!

Essas aí já havia publicado lá no Facebook. São super simples de fazer: círculos de papel de seda. Utilizando o mesmo conceito, temos essas, confeccionadas com páginas de revistas:

Tem quem apele para o bom e velho jornal e ainda consegue compor um ambiente muito elegante ( só precisa ficar atento qual parte da notícia usará):

Ou uma releitura neon da clássica estampa de bolinhas, que poderá ser feita com adesivos facilmente encontrados em papelarias:

Essa versão com papel crepom cortado em tiras e picotado nas bordas também pode render alguns elogios:

E para versões românticas, uma lanterna que poderá ser customizada com recortes de tecido ou guardanapo para decoupage:

E agora uma versão bem clean, com forrações de prato de doces:

O tutorial dessa se encontra  aqui. Se der um “mergulho” em algumas partes dessas forrações em tinta diluída em bastante água, poderá ter uma luminária aquarelada, que fica bem interessante também.

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Fontes: Apartment Therapy / Pinterest / La maison d’Anna G. / Oh Happy Day / Green Wedding Shoes / Ruffled

Lugar de gente feliz!

É o que me vem à cabeça quando olho para essa cozinha. Fico imaginando como selecionaram e dispuseram cada um dos itens. E a paleta de cores?

Um pouco de cada cor preferida e tá feita a escolha! Um caos que caminha para a ordem, a ordem do gosto dos proprietários. E não é isso que importa?

Com direito ao cantinho do descarrego: um saco pra dar porrada. Perfeito!

Aqui até os sonhos são coloridos e as peças garimpadas em cada uma das viagens enchem a casa de alegria.


De vez em quando a gente se depara com uma casa assim, onde não é o conjunto peças, cores, arquitetura ou mesmo a fuga do lugar comum que a torna “diferente”. Diferente é o envolvimento, fator indispensável para transformar qualquer casa em lar, no lugar com o qual você se identifique e tenha vontade de voltar todos os dias.

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Fonte: Planete Deco

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