Acho sensacional o minimalista,  agregando tanta beleza com tão poucos detalhes. Mas confesso pra vocês que não consigo fazer isso na minha casa.

Sempre acho que falta uma pitada de cor aqui, uma peça naquele cantinho, um abatjour com uma estampa geométrica e, quando me dou conta, o espaço se tornou um catadinho das minhas referências prediletas.

Estampas sempre ocuparam o topo da minha lista.  Elas se alternam dependendo da época, mas nunca ficam de fora. São elementos que conversam bem com todos os estilos, embora particularmente curta bastante o ” tudo ao mesmo tempo agora”, como essa foto que vi no Bohemian Vintage:

Criar estampas deve ser um trabalho delicioso, ao mesmo tempo em que exige um apurado senso para eleger a paleta de cores e muita pesquisa. Esse belíssimo trabalho, que vi no blog An Indian Summer, tem sua abordagem influenciada pelo folclore, contos de fadas, natureza, com uma pegada bastante contemporânea:

Bem bacana, né? Mas nada se compara ao trabalho da própria natureza. Fiquei boquiaberta quando me deparei com a foto dessa árvore no Inspire Bohemia, chamada Eucalyptus deglupta. Ela é nativa das Filipinas, Nova Guiné e Indonésia e, ao contrário dos eucaliptos com que estamos familiarizados, ela não exala nenhum tipo de óleo. Sua casca é bem fina e, conforme se descama, vai revelando essas fantásticas cores que se assemelham a um arco-íris:

Por falar em natureza, temos mais é que preservar o que nos resta. Por isso mesmo, essa loja situada em Madrid, que vi no Blue Vintage, me chamou tanto a atenção: muitas peças produzidas a partir de madeira, ou melhor, ripas de madeira. Boas ideias para se fazer a partir de pallets que temos em abundância ou com sobras das ripas usadas em construção:

Mas não é só de ripa não que se faz reaproveitamento. Móvel antigo, que perdeu sua função, pode render um novinho em folha e virar a atração do seu lar doce lar, como foi o caso dessa cabeceira que vi no Jeito de Casa e se transformou num incrível banco:

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