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Forma : Plural

Releitura do viver bem

mês

fevereiro 2012

Mandando brasa: talheres na parede

Uma bela combinação  para dar novo uso aos talheres herdados da família: moldura + tecido.

Fonte: Zsa Zsa Bellagio

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Intervenções urbanas

Na Folha de São Paulo do dia 27/02 saiu uma reportagem super bacana sobre o coletivo BoaMistura e a intervenção urbana com pintura tridimensional numa favela de SP.

Abaixo, segue um trecho extraído dessa matéria:

A convite da Embaixada da Espanha no Brasil, o coletivo BoaMistura esteve na favela Vila Brasilândia, na zona norte de São Paulo, para realizar a intervenção urbana “Luz nas Vielas”, parte da série “Crossroads: Proyectos de Arte Urbano”.

De Madri, os ilustradores Arkoh, Derko, Pahg, Purone e Rdick compõem o BoaMistura, um coletivo de grafite entusiasta da cultura latino-americana, sobretudo brasileira. Nome e sobrenome? Os artistas dispensam. “Preferimos nos apresentar como uma coletividade mesmo, como uma BoaMistura”, brinca Pablo Purone, 28.

O trabalho deles é incrivelmente genial e vale muito a pena ler a matéria na íntegra.

Olhem só algumas fotos do que estou falando:

Trabalhos como esse deveriam ser realizados constantemente, pois além de envolver a comunidade, melhoram muitíssimo a auto-estima daqueles que diariamente passam e moram no local e, de brinde, ganhamos todos com uma cidade mais bonita.

Fonte: Folha de São Paulo

Instantâneo: almofadas

Pode ser apenas uma, um conjunto, podem ser lisas ou estampadas…A verdade é que elas conseguem dar um up no ambiente.

Fonte: Zsa Zsa Bellagio

Uma luzinha para dar um tom

Durante a infância, dividi o quarto com minha irmã e minha avó e todo dia cumpríamos o mesmo ritual. Eu nem tanto, mas minha irmã na época deveria ter TOC, pois vivia na zona o dia todo, mas na hora de dormir era um tal de endireitar quadros e espelhos, cobrir com mantas os rostos das bonecas, dobrar as roupas espalhadas e ainda tinha a pachorra de alinhar os cadarços dos tênis!

Como boa filha caçula, costumava ser ligeira ao me deitar só pra sacanear minha irmã ao pedir um copo d’água. Ritual cumprido, mesmo que aos roncos profundos como uma britadeira, minha avó despertava e acendia o abatjour. Podia ser o horário que fosse, com tremenda agilidade sua mão chegava ao interruptor numa velocidade impressionante.

Inicialmente, tínhamos aqueles abatjours com base de cobre e cúpula de vidro, em formato de flor. Nossa, achava aquilo a coisa mais horrenda da face da terra, mas meus pais, que os compraram combinandinho com o lustre, não abriam mão daquela pérola, até o dia em que detonamos a cúpula em algum momento de fúria qualquer.

Cedendo aos apelos da praticidade de luminárias plásticas e direcionais, meu pai nos comprou uma azulzinha. Pior coisa do mundo! Na segunda noite, como a luz era muito forte, minha irmã teve a brilhante ideia de jogar uma camiseta na danada a fim de filtrar a luz. Resultado: meu pai entrando no quarto na madruga para conter um possível incêndio. Nessa hora, pergunta se minha avó acordou?

Essas tais luzinhas foram tão marcantes em minha vida que em todos os quartos que montei sempre contei com elas. Não com as de plástico! Além disso, gosto de espalhar alguns abatjours pela casa, pois criam um ambiente bastante aconchegante e “salvam” bem no momento de elaborar cantinhos interessantes e mais introspectivos. Sem dizer que podem na boa substituir a iluminação habitual quando aquela lâmpada quebra e dá uma mega preguiça de buscar um alicate e resolver o problema. Num desses episódios, ficamos praticamente um mês com um abatjour aqui na cozinha!

Fontes: Ateliê Gaaya / Decor 8 / Decor to Adore / Duse Pasteller / Kootut murut / Puxe a Cadeira e Sente / Trendey

Instantâneo: tirando partido da fiarada

Esse é mais um da categoria ” se você não pode com eles, ao menos tente confundi-los”. Na dificuldade de esconder o fio, deixe tudo logo de uma vez à mostra e crie uma bossa a partir disso.

Fonte: Vosgesparis

Uma casa no sul da África

De uns tempos pra cá, os pisos brancos de madeira meio “detonadinhos” têm me chamado muito a atenção. Gosto da imperfeição, da cara de usados e da sensação de organização e limpeza que transmitem.

Mas o que me atraiu nessa casa não foi apenas isso, mas a falta de acessórios desnecessários, coisa que pra mim é um pouco complicada. Até rola a intenção mas, quando vejo, já coloquei um detalhe aqui e outro acolá, sempre colorido.

Os móveis são encantadores, é regada pela luz natural, os espelhos foram estrategicamente posicionados e os poucos detalhes e pontuais tornaram essa casa  bastante singular.

Fonte: 79 Ideas

Pendentes ecléticos

E incríveis!!!!

Fontes: 79 Ideas / Home&Garden / LALOLE BLOG / Zsa Zsa Bellagio

Pout-pourri cabeceiras

Com a adesão da galera às camas estilo box, o que não faltam são ideias para suprir a falta das cabeceiras:

Painel

Adesivo, poderia ser também tecido ou papel de parede

Uma porta

O estrado da cama antiga

Um painel fotográfico

Um palette

Ou ainda uma lousa

Fontes: Apartment Therapy / Carol Sliziak / Poppytalk / Vivez Déco / Trendey

Instantâneo: parede gráfica

Uma saída de mestre para criar um clima todo especial naquele canto da parede sem graça, sem dizer que talvez apenas um pouco de tinta seja suficiente para dar conta do recado. O tapete dessa foto ajudou um bocado…

Fonte: 13zor, graphiste & coach deco

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