Como falei ontem pra vocês, tô aqui na Bahia e encantadíssima com esse povo que realmente sabe viver bem. Chegamos à pousada ontem, por volta das 11:00h depois de encarar um voo de aproximadamente 2h + 1h30′ de estrada, boa parte de trecho de terra. Essa viagem foi meio resolvida de última hora, pois meu trabalho não me permite muita programação, tudo acontece meio no corre mesmo…

Na entrada da pousada, eu, o consorte e meu caçula de 4 anos fomos recepcionados com um belíssimo sorriso baiano e presenteados com coco geladíssimo, decorado nos trinques. Largamos as malas na recepção mesmo e fomos correndo ver o mar, quando meu pequeno se depara com aqueles pranchões de surf e fica enlouquecido para dar um rolezinho.

O cara já estava saindo do mar e, meio sem jeito, o consorte perguntou se poderia emprestá-lo para dar uma alegria ao moleque, mas se ele estivesse indo embora, sem problemas. Novamente, um sorrisão se apresenta com uma frase que resume o espírito da Bahia: vai, meu rei, aqui a gente não tem pressa não! Nossa, isso era tudo que precisava ter ouvido, pelos próximos dias de minha vida!

O resto do dia de ontem foi recheado com frases desse naipe, com mergulhos deliciosos no mar, com andanças pelas pedras e com um incrível por-de-sol. Em todos os lugares por onde passei, tive a oportunidade de “pescar” cada detalhe de decoração, elaborado com muita criatividade e com a alma que traduz esse jeito de viver: uma barraquinha na praia cujo teto era coberto de chita, raizes de árvores compondo soleiras de portas e cores, muitas cores.

São muitos detalhes “roots”, cheíssimos de bossa e merecedores de um post só deles. Algumas fotos já foram feitas ontem, mas tem muita coisa por fazer ainda. Pretendo montar um post só deles, vamos ver se consigo ainda durante a viagem, mas por ora deixo esse post que vi no Blue Vintage.  Embora muita gente já conheça o poder do palete, quando vi esses exemplos  não pude me conter, pois eles tem o mesmo espírito inventivo de um montão de coisas que estou vendo por aqui.